É incrível a quantidade de gente que se sente explorada no trabalho. Não faltam reclamações de horários puxados, atribuições além da conta, falta de reconhecimento e salários insuficientes. O problema é que, quando você diz a essas pessoas para lutar por condições mais dignas ou, então, procurar outro emprego, elas em geral se voltam contra você. “Falar é fácil”, dizem elas. “Quem é que vai pagar minhas contas no fim do mês?”
Bem, todo mundo tem contas para pagar no fim do mês. Mas, por mais importante que isso seja, é apenas parte de algo bem maior: o seu projeto de vida. Se você perder de vista o seu projeto de vida e resumir suas motivações à necessidade de pagar contas, estará se colocando num beco sem saída no qual você próprio se condena a sujeitar-se à exploração. Por outro lado, se tiver um projeto de vida como “realizar-me fazendo o que gosto e obter a remuneração e o reconhecimento que eu mereço”, você poderá contar com a força e a confiança que vem de uma motivação clara e determinada.
Isso funciona como uma bússola que o guiará mesmo nos momentos em que você se sente fora do seu caminho. Você pode se ver forçado a pegar um ou outro atalho, mas a bússola sempre lhe mostrará como retomar o seu caminho. O projeto de vida coloca você numa atitude ativa. Aceitar o papel de vítima o coloca numa atitude passiva. E perigosa. Afinal, o profissional que se vê permanentemente como uma vítima acaba atraindo patrões e colegas carrascos. Não dê a eles esse poder. Pense em termos de trabalho e realização, não de emprego. Pense em termos de projeto de vida.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Filhos Vencedores
Você costuma reclamar em casa do dia complicado que teve no trabalho? Comenta com a família como seu chefe é incompetente e como seus colegas são obtusos? Faz constantes desabafos na frente dos familiares, queixando-se do stress, da remuneração insuficiente e de todos os dissabores de sua vida profissional? Se a resposta for sim, é melhor ter cuidado. Você pode estar passando para seus filhos uma visão negativa do mundo do trabalho, visão essa que poderá contaminar a forma como, no futuro, eles próprios irão encarar suas perspectivas profissionais.
Crianças aprendem pelo exemplo, e não há exemplo mais poderoso do que aquele que vem dos pais. Se você quer criar seus filhos para que eles sejam vencedores, não os contamine com as insatisfações de sua vida profissional. Fazê-los crescer pensando que todos os chefes são ruins e todos os trabalhos são frustrantes e mal-pagos é fazê-los crescer em desvantagem. Eles tenderão a pensar que é isso que os espera – quando, na verdade, isso não passa de uma percepção específica, ligada a determinado momento da vida profissional de seus pais.
Mesmo que você esteja passando por uma fase ruim, sempre procure mostrar a seus filhos o lado positivo do trabalho. Se você não gosta do que faz, tenha a certeza de oferecer a seus filhos os meios para que eles possam, quando a hora chegar, ter a satisfação de fazer o que gostam. E, por pior que você esteja se sentindo, jamais passe para eles uma visão amargurada e determinista da vida profissional – os problemas que você enfrenta hoje não precisam ser os mesmos que seus filhos enfrentarão amanhã. Esse é o melhor legado que você pode lhes deixar.
Crianças aprendem pelo exemplo, e não há exemplo mais poderoso do que aquele que vem dos pais. Se você quer criar seus filhos para que eles sejam vencedores, não os contamine com as insatisfações de sua vida profissional. Fazê-los crescer pensando que todos os chefes são ruins e todos os trabalhos são frustrantes e mal-pagos é fazê-los crescer em desvantagem. Eles tenderão a pensar que é isso que os espera – quando, na verdade, isso não passa de uma percepção específica, ligada a determinado momento da vida profissional de seus pais.
Mesmo que você esteja passando por uma fase ruim, sempre procure mostrar a seus filhos o lado positivo do trabalho. Se você não gosta do que faz, tenha a certeza de oferecer a seus filhos os meios para que eles possam, quando a hora chegar, ter a satisfação de fazer o que gostam. E, por pior que você esteja se sentindo, jamais passe para eles uma visão amargurada e determinista da vida profissional – os problemas que você enfrenta hoje não precisam ser os mesmos que seus filhos enfrentarão amanhã. Esse é o melhor legado que você pode lhes deixar.
Planejamento x Improviso
Quem falha ao se preparar, prepara-se para falhar, já dizia Benjamin Franklin. Um pouco de improviso e de jogo de cintura podem ajudar na hora certa, mas de modo algum substituem o bom planejamento feito com antecedência. Assim como nenhum planejamento é capaz de cobrir todos os possíveis desdobramentos e variantes que podem surgir quando ele é posto em prática, nenhum improviso é capaz de preencher satisfatoriamente os constrangedores buracos causados pela falta de conhecimento e de preparo prévio.
Quem se atém rigidamente ao planejamento e se mostra incapaz de improvisar quando necessário corre o risco de ser visto como um burocrata limitado. Quem improvisa demais e planeja de menos pode ser visto como alguém despreparado e pouco confiável. Atingir o equilíbrio entre os dois é um dos grandes desafios de quem quer ser bem-sucedido nos negócios e na carreira.
Quem se atém rigidamente ao planejamento e se mostra incapaz de improvisar quando necessário corre o risco de ser visto como um burocrata limitado. Quem improvisa demais e planeja de menos pode ser visto como alguém despreparado e pouco confiável. Atingir o equilíbrio entre os dois é um dos grandes desafios de quem quer ser bem-sucedido nos negócios e na carreira.
Preocupação ou Perda de Tempo?
Um excelente conselho sobre como lidar com as preocupações: "Creio que podemos aniquilar num momento cinquenta por cento de todas as nossas preocupações, se criarmos em nosso íntimo uma espécie de padrão de valores – um padrão pelo qual pudéssemos avaliar quais as coisas que realmente têm valor para nós, tomando como base as nossas vidas."
Em outras palavras, é proposto que façamos uma séria reavaliação de tudo o que nos tira o sono e nos rouba a paz de espírito, e que disso seja eliminado o ressentimento inútil, as mágoas que nós mesmos nos esforçamos para cultivar, o rancor estéril por coisas que, no fundo, arranharam apenas o nosso ego, e não a nossa essência. É sempre um choque perceber quanto tempo e energia desperdiçamos com coisas que, no fundo, são insignificantes. Reavalie suas prioridades agora mesmo e trate de se livrar de todas as preocupações inúteis. Você poderá perceber que seu fardo é bem mais leve do que parece.
Em outras palavras, é proposto que façamos uma séria reavaliação de tudo o que nos tira o sono e nos rouba a paz de espírito, e que disso seja eliminado o ressentimento inútil, as mágoas que nós mesmos nos esforçamos para cultivar, o rancor estéril por coisas que, no fundo, arranharam apenas o nosso ego, e não a nossa essência. É sempre um choque perceber quanto tempo e energia desperdiçamos com coisas que, no fundo, são insignificantes. Reavalie suas prioridades agora mesmo e trate de se livrar de todas as preocupações inúteis. Você poderá perceber que seu fardo é bem mais leve do que parece.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Lance Sua Rede ao Mar
Tenho ouvido com frequência perguntas do tipo: “Faz tempo que tento fazer meu negócio decolar e não consigo. O que devo fazer?” Ou, então: “Já tentei de tudo e nada parece funcionar. Até quando devo continuar tentando?” Acredito que a melhor resposta está no Evangelho de Lucas, numa passagem que, ao longo dos anos, sempre me serviu de inspiração e alento. O trecho relata um dos primeiros encontros entre Jesus e Pedro, que na época ainda se chamava Simão.
Simão tinha passado a noite inteira pescando, mas não havia conseguido pegar um único peixe. Jesus então lhe disse para lançar a rede ao mar mais uma vez. Simão estranhou. De que adiantaria isso? Se seus esforços não deram nenhum resultado, por que agora seria diferente? Ainda assim, decidiu fazer mais uma tentativa. E para seu grande espanto, a rede voltou tão carregada de peixes que chegou a rebentar, e ele precisou chamar ajuda para conseguir dar conta de tudo o que havia pescado.
Teria sido um milagre um resultado tão positivo após tantos esforços frustrados? Talvez. A resposta fica a critério da fé de cada um. Mas o fato é que, milagre ou não, esse resultado só foi possível porque Simão se dispôs a tentar mais uma vez. Mesmo depois de tudo dar errado, mesmo depois dele ter tentando inutilmente até a exaustão, mesmo quando tudo parecia indicar que era hora de desistir, ele tentou mais uma vez. E conseguiu.
Às vezes pode ser necessário parar um pouco, recuperar as energias, rever as estratégias. Mas o que não podemos fazer é desistir de tentar. Não faltam exemplos de pessoas de sucesso que viram inúmeras portas se fechar diante delas, e que passaram por diversos negócios mal-sucedidos até que, finalmente, conseguiram triunfar. Pode-se pensar: “se tudo tem dado errado, só um milagre faria com que agora as coisas dessem certo”. Bem, só há um modo de saber se esse milagre está à sua espera. Lançando sua rede ao mar. Mais uma vez.
Simão tinha passado a noite inteira pescando, mas não havia conseguido pegar um único peixe. Jesus então lhe disse para lançar a rede ao mar mais uma vez. Simão estranhou. De que adiantaria isso? Se seus esforços não deram nenhum resultado, por que agora seria diferente? Ainda assim, decidiu fazer mais uma tentativa. E para seu grande espanto, a rede voltou tão carregada de peixes que chegou a rebentar, e ele precisou chamar ajuda para conseguir dar conta de tudo o que havia pescado.
Teria sido um milagre um resultado tão positivo após tantos esforços frustrados? Talvez. A resposta fica a critério da fé de cada um. Mas o fato é que, milagre ou não, esse resultado só foi possível porque Simão se dispôs a tentar mais uma vez. Mesmo depois de tudo dar errado, mesmo depois dele ter tentando inutilmente até a exaustão, mesmo quando tudo parecia indicar que era hora de desistir, ele tentou mais uma vez. E conseguiu.
Às vezes pode ser necessário parar um pouco, recuperar as energias, rever as estratégias. Mas o que não podemos fazer é desistir de tentar. Não faltam exemplos de pessoas de sucesso que viram inúmeras portas se fechar diante delas, e que passaram por diversos negócios mal-sucedidos até que, finalmente, conseguiram triunfar. Pode-se pensar: “se tudo tem dado errado, só um milagre faria com que agora as coisas dessem certo”. Bem, só há um modo de saber se esse milagre está à sua espera. Lançando sua rede ao mar. Mais uma vez.
Criando a Própria Sorte
Muitas vezes, quando lemos as biografias de pessoas bem-sucedidas, é impossível não exclamar: “Eis aí um sujeito de sorte”. Com freqüência, a sorte e o acaso parecem desempenhar um papel crucial na vida daqueles que chegaram ao sucesso. Contudo, não podemos cair no erro de atribuir à sorte todas as conquistas alheias. Se fizermos isso, estaremos dividindo o mundo em duas castas: a dos sortudos e a dos azarados. Ou você nasce numa dessas castas, ou nasce na outra, logo, não há nada a fazer.
Mas será que as coisas são mesmo assim? O que muitas vezes parece ser uma questão de sorte ou de coincidência é, na verdade, o resultado de muito trabalho. Você se esforça para dar o máximo de si e para transformar suas idéias em negócios concretos. E de tanto insistir, lutar e tentar, acaba criando um clima favorável para que novas oportunidades surjam. Elas podem surgir de uma maneira aparentemente casual. Mas o fato é que, por trás desse golpe de sorte, há todo um esforço que tornou esse momento possível. Ou seja: em muitos casos, a sorte é mesmo uma questão de talento.
Mas será que as coisas são mesmo assim? O que muitas vezes parece ser uma questão de sorte ou de coincidência é, na verdade, o resultado de muito trabalho. Você se esforça para dar o máximo de si e para transformar suas idéias em negócios concretos. E de tanto insistir, lutar e tentar, acaba criando um clima favorável para que novas oportunidades surjam. Elas podem surgir de uma maneira aparentemente casual. Mas o fato é que, por trás desse golpe de sorte, há todo um esforço que tornou esse momento possível. Ou seja: em muitos casos, a sorte é mesmo uma questão de talento.
Dinheiro, para que dinheiro?
O animismo consiste em atribuir a objetos e a seres inanimados características humanas. Quando alguns povos antigos diziam, por exemplo, que o sol era um deus capaz de punir ou de recompensar os seres humanos, e cujas “decisões” poderiam ser influenciadas por meio de sacrifícios, estavam praticando uma espécie de animismo. Mas antes de lançarmos um sorriso condescendente à suposta ingenuidade de nossos ancestrais, é melhor darmos uma boa olhada em nosso próprio comportamento. Nós também praticamos o animismo. E com muito mais freqüência do que pensamos.
Quer ver um exemplo? Então observe frases como: “o dinheiro não traz felicidade”, ou “o dinheiro muda as pessoas”. Já nos cansamos de ouvi-las, de repeti-las, de concordar com elas... Todo mundo tem pelo menos uma história para contar que parece ilustrar –e comprovar – a pretensa verdade contida nesses ditos populares. “Depois que enriqueceu, fulano perdeu a cabeça, meteu os pés pelas mãos, afastou-se dos amigos, abandonou a família”... Ou, então: “Beltrano se deixou seduzir pelo dinheiro fácil e se meteu numa série de negociatas. O dinheiro foi sua perdição”.
Ora, o dinheiro não é, em si, nem bom nem ruim. É apenas um pedaço de papel ao qual é atribuído determinado valor de compra. Portanto, não é – nem pode ser – ele que “não traz felicidade” ou que “muda as pessoas”. É o nosso caráter, bem como as atitudes e a relação que temos com o dinheiro, que provocam esses ou aqueles resultados. Culpar o dinheiro, ou a sua falta, é fácil. Tão fácil quanto inútil. Difícil, porém extremamente produtivo, é entender e trabalhar a forma como lidamos com ele.
Quer ver um exemplo? Então observe frases como: “o dinheiro não traz felicidade”, ou “o dinheiro muda as pessoas”. Já nos cansamos de ouvi-las, de repeti-las, de concordar com elas... Todo mundo tem pelo menos uma história para contar que parece ilustrar –e comprovar – a pretensa verdade contida nesses ditos populares. “Depois que enriqueceu, fulano perdeu a cabeça, meteu os pés pelas mãos, afastou-se dos amigos, abandonou a família”... Ou, então: “Beltrano se deixou seduzir pelo dinheiro fácil e se meteu numa série de negociatas. O dinheiro foi sua perdição”.
Ora, o dinheiro não é, em si, nem bom nem ruim. É apenas um pedaço de papel ao qual é atribuído determinado valor de compra. Portanto, não é – nem pode ser – ele que “não traz felicidade” ou que “muda as pessoas”. É o nosso caráter, bem como as atitudes e a relação que temos com o dinheiro, que provocam esses ou aqueles resultados. Culpar o dinheiro, ou a sua falta, é fácil. Tão fácil quanto inútil. Difícil, porém extremamente produtivo, é entender e trabalhar a forma como lidamos com ele.
sábado, 19 de setembro de 2009
Armadilhas do Sucesso
O sucesso tem suas armadilhas. Talvez a pior delas seja a tendência a uma arrogante acomodação. A pessoa se torna tão confiante em seus métodos – afinal, eles a levaram ao sucesso – que passa a confiar neles cegamente, acreditando que, o que funcionou uma vez, vai funcionar sempre. Para complicar um pouco mais as coisas, essa pessoa começa a acreditar que sabe tudo o que precisa saber e que nada mais tem a aprender. É nesse momento que ela pára de crescer e coloca em risco o sucesso que conquistou.
Não há nada de errado em confiar em si mesmo. Porém, evitar a autocrítica e desdenhar o aprendizado não são sinais de autoconfiança – são sinais de auto-engano. A verdadeira autoconfiança jamais dispensa uma boa dose de humildade, inclusive a humildade de admitir que ainda temos muito o que aprender. A esse respeito, Sócrates, o grande filósofo grego da Antigüidade, nos ensina uma importante lição.
Certa vez, alguém perguntou ao célebre oráculo de Delfos se Sócrates era de fato o mais sábio dos mortais. A resposta foi sim. A história foi contada a Sócrates, mas, em vez de vangloriar-se, o filósofo ficou intrigado. Decidiu, então, conversar com vários homens que eram tidos como sábios, na tentativa de descobrir porque o oráculo os havia excluído. Depois de encontrar-se com essas pessoas e avaliar o que tinham a dizer, Sócrates concluiu: “Todas elas são tão arrogantes, tão seguras de seus conhecimentos que, se realmente sou mais sábio do que elas, é porque sei que não sei o que elas acham que sabem”.
Outra das armadilhas do sucesso é transformá-lo num fim em si mesmo, no objetivo máximo de nossas vidas. Se fizermos isso, o que acontece depois de chegarmos ao sucesso? Qual será nosso novo objetivo, nosso desafio, nosso horizonte? Transformar o sucesso na referência máxima de nossas vidas é um caminho perigoso. É claro que todo mundo quer vencer obstáculos e ser bem-sucedido. No entanto, tudo isso é parte de algo bem maior, que pode ser chamado de a arte de viver.
Essa arte consiste em usar os desafios – tanto profissionais quanto pessoais, emocionais, espirituais e afetivos – para aprender, crescer, amadurecer e se renovar constantemente. O sucesso não é um lugar no qual você chega, se acomoda e decide ficar por lá mesmo – como se isso fosse realmente possível. É apenas um degrau a mais na jornada de nossas vidas. E ainda bem que é assim. Afinal, que vantagem há em ficarmos parados no meio de uma escada?
Não há nada de errado em confiar em si mesmo. Porém, evitar a autocrítica e desdenhar o aprendizado não são sinais de autoconfiança – são sinais de auto-engano. A verdadeira autoconfiança jamais dispensa uma boa dose de humildade, inclusive a humildade de admitir que ainda temos muito o que aprender. A esse respeito, Sócrates, o grande filósofo grego da Antigüidade, nos ensina uma importante lição.
Certa vez, alguém perguntou ao célebre oráculo de Delfos se Sócrates era de fato o mais sábio dos mortais. A resposta foi sim. A história foi contada a Sócrates, mas, em vez de vangloriar-se, o filósofo ficou intrigado. Decidiu, então, conversar com vários homens que eram tidos como sábios, na tentativa de descobrir porque o oráculo os havia excluído. Depois de encontrar-se com essas pessoas e avaliar o que tinham a dizer, Sócrates concluiu: “Todas elas são tão arrogantes, tão seguras de seus conhecimentos que, se realmente sou mais sábio do que elas, é porque sei que não sei o que elas acham que sabem”.
Outra das armadilhas do sucesso é transformá-lo num fim em si mesmo, no objetivo máximo de nossas vidas. Se fizermos isso, o que acontece depois de chegarmos ao sucesso? Qual será nosso novo objetivo, nosso desafio, nosso horizonte? Transformar o sucesso na referência máxima de nossas vidas é um caminho perigoso. É claro que todo mundo quer vencer obstáculos e ser bem-sucedido. No entanto, tudo isso é parte de algo bem maior, que pode ser chamado de a arte de viver.
Essa arte consiste em usar os desafios – tanto profissionais quanto pessoais, emocionais, espirituais e afetivos – para aprender, crescer, amadurecer e se renovar constantemente. O sucesso não é um lugar no qual você chega, se acomoda e decide ficar por lá mesmo – como se isso fosse realmente possível. É apenas um degrau a mais na jornada de nossas vidas. E ainda bem que é assim. Afinal, que vantagem há em ficarmos parados no meio de uma escada?
Crítica Construtiva: Você Sabe Mesmo o Que é Isso?
A expressão “crítica construtiva” virou chavão. Tão desgastada ficou devido ao uso equivocado que seu sentido original quase se perdeu. Todo mundo que critica alguém ou alguma coisa costuma dizer que suas críticas são construtivas. Mas será que são mesmo? A crítica construtiva é aquela que pode contribuir para mudar o estado das coisas. Já a crítica pela crítica não serve para nada: indica ressentimento, ou até mesmo inveja, por parte de quem criticou e inspira animosidade em quem é criticado.
Uma crítica é construtiva quando:
É objetiva » ou seja, vai direto ao ponto. Quanto mais vaga e genérica for a crítica, mais inconseqüente e sem fundamentos ela vai parecer.
É feita com conhecimento de causa » a pessoa que critica deve transmitir credibilidade e, para isso, deve saber bem o que está falando – de preferência, mostrando que já teve de lidar com situações semelhantes àquelas que está criticando. Do contrário, o criticado vai apenas dar de ombros e pensar: “Essa pessoa não sabe o que é estar no meu lugar”.
Demonstra equilíbrio » a linguagem física e verbal da pessoa que critica é importantíssima. A crítica deve ser feita com segurança e serenidade. Lembre-se: mesmo que sua crítica tenha fundamento, ela perde a razão se for feita por meio de gritos, impropérios e ofensas pessoais.
Apresenta soluções » como diz o ditado, criticar é fácil, fazer é que é difícil. A boa crítica deve apresentar, ou pelo menos sugerir soluções viáveis ao que está sendo criticado
Não destrói a auto-estima de quem está sendo criticado » se o objetivo é construir, e não apenas demolir, então a crítica não pode assumir tons desdenhosos, zombeteiros ou condescendentes. Ao contrário: deve conter algum tipo de incentivo ao criticado. Uma forma de fazer isso é lembrá-lo de que, apesar de estar sendo criticado naquele momento, ele possui qualidades positivas que podem ajudá-lo a corrigir o problema.
É confidencial » com exceção da política e dos meios de comunicação, que requerem o debate público e a crítica aberta, as críticas de cunho pessoal ou profissional devem ser feitas por meio de uma conversa particular com o criticado. Criticar uma pessoa para outras ou na frente de outras serve para humilhá-la, e não para ajudá-la.
É orientada para o criticado, e não para o crítico » cuidado com a tentação de fazer da crítica uma forma de "brilhar", de exibir conhecimentos e de demonstrar uma pretensa superioridade intelectual. Nenhuna crítica pode ser construtiva se o crítico transformá-la em um palco para massagear seu ego às custas do objeto de suas críticas.
A crítica é assunto sério. Ela pode ajudar a construir, mas também pode ajudar a destruir. Ter boas intenções não basta. Ninguém gosta de ser criticado, e dizer frases como: “Estou falando isso para o seu bem” dificilmente surtirá algum efeito positivo se o autor da crítica não tiver sensibilidade suficiente para estabelecer um diálogo aberto e sincero com a pessoa que ele está criticando. Entender o que é uma crítica construtiva com certeza ajuda. Assim, aqui vão mais alguns elementos de reflexão para complementar a mensagem anterior.
Antes de criticar, dê o exemplo. Nada desmoraliza mais uma crítica e o seu autor do que atitudes do tipo: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
Não confunda alhos com bugalhos. Se houver alguma desavença pessoal entre você e a pessoa que você está criticando, é melhor resolvê-la antes de criticar. Do contrário, o criticado poderá desconsiderar sua crítica por pensar que você está apenas buscando uma desforra.
Observe o momento certo para fazer sua crítica. Às vezes é necessário esperar um pouco e esfriar a cabeça antes de criticar. Críticas despejadas no calor de uma discussão dificilmente funcionam – servem apenas para acirrar os ânimos e jogar mais lenha na fogueira. Por outro lado, esperar demais também não é uma boa tática. Com o tempo, as pessoas tendem a minimizar os erros que cometeram ou até mesmo esquecê-los, o que obviamente aumentará sua rejeição à crítica.
Não faça da crítica um hábito. A crítica construtiva deve ser vista como uma intervenção ocasional, necessária para que determinadas situações sejam corrigidas. Se você tiver de criticar constantemente a mesma pessoa pelos mesmos motivos, é evidente que a crítica não está funcionando e que outras soluções devem ser buscadas.
Uma crítica é construtiva quando:
É objetiva » ou seja, vai direto ao ponto. Quanto mais vaga e genérica for a crítica, mais inconseqüente e sem fundamentos ela vai parecer.
É feita com conhecimento de causa » a pessoa que critica deve transmitir credibilidade e, para isso, deve saber bem o que está falando – de preferência, mostrando que já teve de lidar com situações semelhantes àquelas que está criticando. Do contrário, o criticado vai apenas dar de ombros e pensar: “Essa pessoa não sabe o que é estar no meu lugar”.
Demonstra equilíbrio » a linguagem física e verbal da pessoa que critica é importantíssima. A crítica deve ser feita com segurança e serenidade. Lembre-se: mesmo que sua crítica tenha fundamento, ela perde a razão se for feita por meio de gritos, impropérios e ofensas pessoais.
Apresenta soluções » como diz o ditado, criticar é fácil, fazer é que é difícil. A boa crítica deve apresentar, ou pelo menos sugerir soluções viáveis ao que está sendo criticado
Não destrói a auto-estima de quem está sendo criticado » se o objetivo é construir, e não apenas demolir, então a crítica não pode assumir tons desdenhosos, zombeteiros ou condescendentes. Ao contrário: deve conter algum tipo de incentivo ao criticado. Uma forma de fazer isso é lembrá-lo de que, apesar de estar sendo criticado naquele momento, ele possui qualidades positivas que podem ajudá-lo a corrigir o problema.
É confidencial » com exceção da política e dos meios de comunicação, que requerem o debate público e a crítica aberta, as críticas de cunho pessoal ou profissional devem ser feitas por meio de uma conversa particular com o criticado. Criticar uma pessoa para outras ou na frente de outras serve para humilhá-la, e não para ajudá-la.
É orientada para o criticado, e não para o crítico » cuidado com a tentação de fazer da crítica uma forma de "brilhar", de exibir conhecimentos e de demonstrar uma pretensa superioridade intelectual. Nenhuna crítica pode ser construtiva se o crítico transformá-la em um palco para massagear seu ego às custas do objeto de suas críticas.
A crítica é assunto sério. Ela pode ajudar a construir, mas também pode ajudar a destruir. Ter boas intenções não basta. Ninguém gosta de ser criticado, e dizer frases como: “Estou falando isso para o seu bem” dificilmente surtirá algum efeito positivo se o autor da crítica não tiver sensibilidade suficiente para estabelecer um diálogo aberto e sincero com a pessoa que ele está criticando. Entender o que é uma crítica construtiva com certeza ajuda. Assim, aqui vão mais alguns elementos de reflexão para complementar a mensagem anterior.
Antes de criticar, dê o exemplo. Nada desmoraliza mais uma crítica e o seu autor do que atitudes do tipo: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
Não confunda alhos com bugalhos. Se houver alguma desavença pessoal entre você e a pessoa que você está criticando, é melhor resolvê-la antes de criticar. Do contrário, o criticado poderá desconsiderar sua crítica por pensar que você está apenas buscando uma desforra.
Observe o momento certo para fazer sua crítica. Às vezes é necessário esperar um pouco e esfriar a cabeça antes de criticar. Críticas despejadas no calor de uma discussão dificilmente funcionam – servem apenas para acirrar os ânimos e jogar mais lenha na fogueira. Por outro lado, esperar demais também não é uma boa tática. Com o tempo, as pessoas tendem a minimizar os erros que cometeram ou até mesmo esquecê-los, o que obviamente aumentará sua rejeição à crítica.
Não faça da crítica um hábito. A crítica construtiva deve ser vista como uma intervenção ocasional, necessária para que determinadas situações sejam corrigidas. Se você tiver de criticar constantemente a mesma pessoa pelos mesmos motivos, é evidente que a crítica não está funcionando e que outras soluções devem ser buscadas.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
A busca da felicidade
Por incrível que pareça, muita gente tem medo da felicidade. Para estas pessoas, estar de bem com a vida significa mudar uma serie de hábitos - e perder sua própria identidade.
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos os milagres - porque aceitá-los nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus. Além disso, temos medo de nos "acostumar" com a felicidade.
Pensamos: "é melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito".
Por medo de diminuir, deixamos de crescer, Por medo de chorar, deixamos de rir.
O que é divertido no homem
Um discípulo perguntou a Hejasi:
- Quero saber o que é que mais divertido nos seres humanos.
Hejasi comentou:
- Pensam sempre ao contrário: têm pressa de crescer, e depois suspiram pela infância perdida. Perdem a saúde para ter dinheiro, e logo em seguida perdem o dinheiro para ter saúde.
"Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente, e assim, nem vivem o presente nem o futuro.
"Vivem como se não fossem morrer nunca, e morrem como se não tivessem jamais vivido."
Muitas vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos os milagres - porque aceitá-los nos dá a sensação de que estamos devendo alguma coisa a Deus. Além disso, temos medo de nos "acostumar" com a felicidade.
Pensamos: "é melhor não provar o cálice da alegria, porque, quando este nos faltar, iremos sofrer muito".
Por medo de diminuir, deixamos de crescer, Por medo de chorar, deixamos de rir.
O que é divertido no homem
Um discípulo perguntou a Hejasi:
- Quero saber o que é que mais divertido nos seres humanos.
Hejasi comentou:
- Pensam sempre ao contrário: têm pressa de crescer, e depois suspiram pela infância perdida. Perdem a saúde para ter dinheiro, e logo em seguida perdem o dinheiro para ter saúde.
"Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente, e assim, nem vivem o presente nem o futuro.
"Vivem como se não fossem morrer nunca, e morrem como se não tivessem jamais vivido."
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Girassol
Girassol
Tal flor que aponta para tua beleza
Iluminada por uma maravilhosa mulher
O girassol que busca tua luz com tamanha grandeza
Mostra com realeza este eterno bem-me-quer
E teu olhar de louca ventura e leveza
Aponta para o girassol a procura dos meus
E tal flor que aponta para tua beleza
Está a procura dos teus
Eric do Rêgo Barros
Tal flor que aponta para tua beleza
Iluminada por uma maravilhosa mulher
O girassol que busca tua luz com tamanha grandeza
Mostra com realeza este eterno bem-me-quer
E teu olhar de louca ventura e leveza
Aponta para o girassol a procura dos meus
E tal flor que aponta para tua beleza
Está a procura dos teus
Eric do Rêgo Barros
sábado, 12 de setembro de 2009
Quem Desdenha Quer Sabotar
Certa vez li a respeito de um estudo conduzido por um pesquisador de uma universidade americana. O pesquisador convocava casais de voluntários, sobre os quais ele não tinha nenhuma informação prévia, e lhes pedia que conversassem durante alguns minutos sobre um assunto do qual eles divergissem. Após uma rápida observação, o pesquisador era capaz de prever com espantosa precisão se o casal permaneceria unido ou se iria se separar nos próximos cinco anos. Ao explicar seu método, o pesquisador disse que analisava uma série de aspectos na forma como o marido e a mulher falavam um com o outro. O aspecto principal, contudo, era o desdém. Segundo o pesquisador, se um dos cônjuges demonstrasse a tendência de dirigir-se ao outro em tom desdenhoso, então a separação era praticamente certa.
Com base em minha experiência no mundo dos negócios, eu diria que o desdém não é fatal apenas para os relacionamentos amorosos. Ele também é fatal para as relações profissionais. O desdém pode se manifestar de diversas formas: como ironia, como um falso elogio, como um quê de desprezo embutido em um comentário aparentemente inocente... Seja como for, o fato é que o desdém é um golpe baixo desferido com o objetivo de minar a auto-estima e a autoconfiança do outro. O subtexto da mensagem desdenhosa é sempre o mesmo: eu sei que você não é capaz, eu sei que você não vai conseguir e eu não acredito em você. Não é sem razão que nenhum relacionamento sobrevive quando nele é injetado o pernicioso veneno do desdém. E se por acaso sobreviver, dificilmente será uma relação saudável.
Com base em minha experiência no mundo dos negócios, eu diria que o desdém não é fatal apenas para os relacionamentos amorosos. Ele também é fatal para as relações profissionais. O desdém pode se manifestar de diversas formas: como ironia, como um falso elogio, como um quê de desprezo embutido em um comentário aparentemente inocente... Seja como for, o fato é que o desdém é um golpe baixo desferido com o objetivo de minar a auto-estima e a autoconfiança do outro. O subtexto da mensagem desdenhosa é sempre o mesmo: eu sei que você não é capaz, eu sei que você não vai conseguir e eu não acredito em você. Não é sem razão que nenhum relacionamento sobrevive quando nele é injetado o pernicioso veneno do desdém. E se por acaso sobreviver, dificilmente será uma relação saudável.
Opção Ou Obrigação?
Você já percebeu como a lista de coisas que você tem que fazer parece crescer cada vez mais? E que muitas delas nunca são feitas? De acordo com Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Les Hewitt, os autores do livro O Poder do Foco (editora Best Seller), o problema é o modo de pensar que costuma estar por trás da expressão “tenho que”. Na vida, dizem eles, você não tem que fazer coisa nenhuma. Tudo é uma questão de opção. “Espere um pouco”, você pode pensar. “Então quer dizer que eu não tenho que fazer nada? Nem trabalhar?” Ocorre que cada opção traz junto suas conseqüências. Você não “tem que” trabalhar. Você opta por trabalhar por causa dos resultados que isso lhe trará.
Ao propor a substituição do “tenho que” pelo “resolvo que”, os autores propõem, também, uma mudança de mentalidade. Essa mudança implica deixar de lado a claustrofóbica e contraproducente sensação de que as coisas lhe são impostas contra a sua vontade e assumir que você as faz por opção. É claro que isso não é fácil. Às vezes nos sentimos tão pressionados por determinadas situações que chegamos a acreditar que não temos escolha. No entanto, sempre há escolha. É tudo uma questão de estarmos dispostos a lidar com as conseqüências dessas escolhas.
Ao propor a substituição do “tenho que” pelo “resolvo que”, os autores propõem, também, uma mudança de mentalidade. Essa mudança implica deixar de lado a claustrofóbica e contraproducente sensação de que as coisas lhe são impostas contra a sua vontade e assumir que você as faz por opção. É claro que isso não é fácil. Às vezes nos sentimos tão pressionados por determinadas situações que chegamos a acreditar que não temos escolha. No entanto, sempre há escolha. É tudo uma questão de estarmos dispostos a lidar com as conseqüências dessas escolhas.
O Termômetro do Sucesso
Em nossa busca pelo sucesso, pelo reconhecimento e pela realização profissional, corremos o risco de nos apegarmos de tal forma a essas coisas que elas passam a ser medida pela qual julgamos a nós mesmos e aos outros. Dependemos do sucesso assim como dependemos do ar que respiramos. E se às vezes as coisas não dão certo, ou não correm conforme o esperado, somos assolados pela sensação de que nosso mundo está ruindo e que nossa auto-estima está em frangalhos.
Para escapar dessa armadilha é preciso mudar o foco. O sucesso não é medido apenas pelo reconhecimento externo e pelos aplausos que recebemos. Cada vez que você cair e se reerguer, que errar e aprender, que não conseguir, mas tentar de novo, congratule-se! Perceba a enorme realização que isso representa e não faça do “tapinha nas costas” e dos elogios os únicos termômetros do seu sucesso pessoal.
Para escapar dessa armadilha é preciso mudar o foco. O sucesso não é medido apenas pelo reconhecimento externo e pelos aplausos que recebemos. Cada vez que você cair e se reerguer, que errar e aprender, que não conseguir, mas tentar de novo, congratule-se! Perceba a enorme realização que isso representa e não faça do “tapinha nas costas” e dos elogios os únicos termômetros do seu sucesso pessoal.
Visionários – Invista Neles
Por incrível que pareça, ainda tem gente que acha que o visionário é uma criatura um tanto exótica, que pode causar problemas à empresa por sua maneira pouco ortodoxa de pensar e que, por isso, é melhor manter à distância funcionários com esse perfil. Pois bem, essas pessoas perderam o trem da história – e nem se deram conta disso. O visionário é aquele que possuí a rara habilidade de aliar a visão à competência. Ele não enxerga apenas o presente: enxerga também o futuro. É capaz de prever tendências e de antecipar mudanças, em vez de ser simplesmente atropelado por elas.
Um profissional assim é extremamente valioso para qualquer negócio. Tanto que as empresas à frente de seu tempo já têm até um nome para ele: CVO – Chief Visionary Officer.
O primeiro CVO – e criador do título -, foi Adam Jacknow, da Husky Express. Jacknow criou o título como uma posição superior a do CEO e com o objetivo de ressaltar a importância do visionário na formulação de políticas e estratégias capazes de indicar caminhos e manter a empresa sempre no topo. Entre os profissionais que ostentam esse título estão Steve Jobs, da Apple Computer, Tom Groth, da Sun Microsystems, e Judy Estrin, da Cisco.
Quer colocar sua empresa no século 21? Então trate de incentivar os funcionários que demonstram iniciativa e ousadia, que buscam soluções originais e inovadoras e que parecem estar sempre um passo à frente dos demais. Eles são o capital mais precioso de sua empresa. E serão, também, os novos CVOs do futuro.
Um profissional assim é extremamente valioso para qualquer negócio. Tanto que as empresas à frente de seu tempo já têm até um nome para ele: CVO – Chief Visionary Officer.
O primeiro CVO – e criador do título -, foi Adam Jacknow, da Husky Express. Jacknow criou o título como uma posição superior a do CEO e com o objetivo de ressaltar a importância do visionário na formulação de políticas e estratégias capazes de indicar caminhos e manter a empresa sempre no topo. Entre os profissionais que ostentam esse título estão Steve Jobs, da Apple Computer, Tom Groth, da Sun Microsystems, e Judy Estrin, da Cisco.
Quer colocar sua empresa no século 21? Então trate de incentivar os funcionários que demonstram iniciativa e ousadia, que buscam soluções originais e inovadoras e que parecem estar sempre um passo à frente dos demais. Eles são o capital mais precioso de sua empresa. E serão, também, os novos CVOs do futuro.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Prazer e Responsabilidade
Fazer o que se gosta sempre faz parte da receita para fazer alguma coisa bem feita. O problema é que nem sempre fazemos o que gostamos. Às vezes nos submetemos a um trabalho que não nos satisfaz por causa da pressão financeira. Outras vezes, permanecemos numa parceria que não está dando certo à espera do momento e das condições adequadas para dissolvê-la. Seja qual for o motivo, há ocasiões em que a motivação acaba e, com ela, a satisfação, o prazer e o gosto por determinado trabalho.
É preciso ter muito cuidado com esses momentos. Continuar dando o melhor de si enquanto se busca uma saída é fundamental. O que está em jogo é a sua reputação. Mesmo que a satisfação tenha acabado, a responsabilidade continua. E é sua responsabilidade terminar de forma honrada, honesta e competente o que você próprio começou.
É preciso ter muito cuidado com esses momentos. Continuar dando o melhor de si enquanto se busca uma saída é fundamental. O que está em jogo é a sua reputação. Mesmo que a satisfação tenha acabado, a responsabilidade continua. E é sua responsabilidade terminar de forma honrada, honesta e competente o que você próprio começou.
O Plano Perfeito
Como diz a canção, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”. Cuidado com os planos que demoram demais para sair do papel. Se a atenção aos detalhes é importante, o preciosismo é um sério entrave à execução de uma idéia. Por melhor que seja o seu plano de negócios, é impossível cobrir, com a teoria, todos os desdobramentos que podem ocorrer na hora em que o plano é posto em prática. Há coisas que só sabemos quando fazemos, e isso requer uma perspicácia e um jogo de cintura que plano nenhum pode nos dar. Existem planos bem-feitos. Mas planos perfeitos, esses ainda não foram inventados, se é que um dia serão. Por isso, confie no seu taco e não perca o timing.
domingo, 30 de agosto de 2009
A Grande Missão
Muita gente se angustia com pensamentos como: qual é minha missão na vida? Será que estou desperdiçando meu potencial? Qual é minha verdadeira vocação? O que devo fazer para encontrá-la e segui-la? A todas essas pessoas, que compartilham o que é, talvez, a mais humana das preocupações, o que posso dizer é: não fiquem sentadas à espera de que uma grande revelação de repente surja do nada. A grande revelação que buscamos já está aqui, bem na nossa frente. É tudo uma questão de abrir os olhos, o coração e a mente para enxergá-la.
Cada vez que você faz um trabalho bem feito, que se empenha para resolver um conflito, que aprende algo novo, que deixa o egoísmo de lado e se preocupa com os interesses dos que estão à sua volta, você já está cumprindo a mais importante das missões: a de um ser humano buscando valorizar a máximo a dádiva da vida. Seja qual for sua situação nesse momento, o caminho para realizar essa missão já lhe foi dado. O caminho é a fé e a honestidade com que você se posiciona diante dos desafios, dos dilemas e das decisões do dia-a-dia.
Cada vez que você faz um trabalho bem feito, que se empenha para resolver um conflito, que aprende algo novo, que deixa o egoísmo de lado e se preocupa com os interesses dos que estão à sua volta, você já está cumprindo a mais importante das missões: a de um ser humano buscando valorizar a máximo a dádiva da vida. Seja qual for sua situação nesse momento, o caminho para realizar essa missão já lhe foi dado. O caminho é a fé e a honestidade com que você se posiciona diante dos desafios, dos dilemas e das decisões do dia-a-dia.
Revertendo a Lei de Murphy
Todo mundo já deve ter ouvido falar na lei de Murphy. Para os que não se lembram, aqui vai: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”. A frase, atribuída ao engenheiro norte-americano Edward A. Murphy, deu origem ao livro “A Lei de Murphy e outros motivos porque tudo dá errado”, de Artur Block (Editora Record), e a várias outras obras.
Na contramão desses livros que, embora divertidos, fazem uma apologia ao pessimismo, estão “A Nova Lei de Murphy”, de Emmet Murphy Jr. (editora Sextante) e “Desmistificando a Lei de Murphy”, de Suzanne Segerstrom (editora BestSeller). Os autores revêem a célebre “lei” sob um ponto de vista bem mais encorajador. E afirmam: se alguma coisa pode dar errada, então faça com que dê certo. Eis aí duas leituras estimulantes.
Na contramão desses livros que, embora divertidos, fazem uma apologia ao pessimismo, estão “A Nova Lei de Murphy”, de Emmet Murphy Jr. (editora Sextante) e “Desmistificando a Lei de Murphy”, de Suzanne Segerstrom (editora BestSeller). Os autores revêem a célebre “lei” sob um ponto de vista bem mais encorajador. E afirmam: se alguma coisa pode dar errada, então faça com que dê certo. Eis aí duas leituras estimulantes.
Mudando de dentro para fora
Gandhi dizia: seja você mesmo a mudança que você quer ver no mundo. Suas sábias palavras nos lembram que as verdadeiras mudanças devem começar de dentro para fora. Pense nisso na hora de planejar as mudanças que você deseja implantar em sua vida profissional. Se os seus planos incluem trocar de emprego, ganhar mais, obter uma promoção, iniciar seu próprio negócio ou expandir o que você já tem, comece refletindo a respeito do que você deveria mudar em suas atitudes, comportamento e maneira de pensar para que esses planos possam produzir resultados eficazes. Afinal, não adianta apenas desenvolver estratégias brilhantes. É preciso, também, estar preparado para executá-las.
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