Um modesto lavrador ouviu dizer que o imperador pretendia dar um grande banquete. Imediatamente, colocou toda a sua colheita num barco e seguiu para o castelo. Sua intenção era procurar o cozinheiro-chefe do imperador e vender-lhe, de uma vez só, sua colheita inteira. Ao descer o rio, porém, foi ultrapassado por outro barco, que navegava em grande velocidade. Ele logo reconheceu a embarcação: pertencia a outro lavador, que era seu vizinho. O homem ficou fora de si. Queria ser o primeiro a chegar para vender sua safra, e não estava disposto a abrir mão dessa vantagem.
Começou a navegar mais depressa, até que ambos os barcos se envolveram numa louca e perigosa corrida. Tão furioso estava o lavrador com a possibilidade de ser passado para trás que deixou a prudência de lado e se pôs a realizar manobras arriscadas. Acabou perdendo o controle de seu barco. Não houve como evitar a colisão, e as duas embarcações afundaram. O lavrador conseguiu escapar com vida, mas perdeu toda a sua colheita. Só então percebeu que o outro barco estava vazio. A embarcação havia se soltado de suas amarras e estava navegando à deriva. Seu temível concorrente era apenas fruto de sua imaginação – e de sua ganância. Cuidado com os inimigos imaginários. Sua própria falta de autocontrole é que é, no fundo, a sua maior inimiga.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Como Apagar Incêndios
Coloque dois ou mais indivíduos juntos por um período de tempo significativo e, fatalmente, uma diferença de opinião surgirá. Quando pessoas se enfrentam e discordam sobre determinado assunto, podem tornar-se tão obcecadas em defender seus pontos de vista que param até de se comunicar. Isso não quer dizer que os desentendimentos não possam ser produtivos: em alguns casos, eles geram diálogos construtivos, por meio dos quais novas idéias são gestadas e implementadas. Entretanto, quando os conflitos impedem mudanças e destroem o espírito de equipe, é preciso saber controlá-los a tempo. Para isso é necessário:
» Procurar objetivos comuns. Relembre aos membros da equipe a missão de todos. Peça-lhes que reavaliem suas metas e concentrem-se nos objetivos comuns.
» Identificar o foco de conflito entre membros da equipe. É preciso saber o que ou quem está gerando o conflito e agir antes que as chamas se transformem num incêndio incontrolável.
» Conquistar o comprometimento de todos. Os objetivos devem ser compartilhados, mas os meios para alcançá-los podem ser variar. Atinja um consenso para depois prosseguir rumo à realização dos objetivos comuns.
» Exercitar a cortesia profissional. Demandas ríspidas servem apenas para alienar as pessoas. E o que é pior, a hostilidade pode tornar-se infecciosa, afetando todos os membros da equipe.
» Olhar além do problema. Às vezes não é a situação, mas as perspectivas dos envolvidos que fazem com que a raiva e os desentendimentos fiquem fora de controle. Se for esse o caso, chame-os de volta à razão e peça que sejam mais objetivos.
» Encontrar as bases para um acordo. Os membros da equipe podem não ter os mesmos pontos de vista, mas necessitam de um ponto de partida para começar a discussão de uma nova idéia. Faça com que eles reconheçam as diferenças de opinião e procure maneiras de eliminar as lacunas ou as divergências entre elas.
» Evitar a hostilidade reformulando a conversação. Comunique-se com cuidado. Isso é especialmente importante ao tratar com pessoas com as quais ocorreu algum desentendimento. Aconselhe-as a não adotar uma postura beligerante ou irônica.
» Enfatizar os aspectos positivos. Quando você percebe o desempenho positivo de um colaborador com o qual é difícil de trabalhar, reconheça seu mérito imediatamente. Deixe-o saber que seu desempenho está sendo apreciado.
» Amenizar o clima. Fale de modo franco, mas não ameaçador . Conversar de forma aberta e honesta com os membros da equipe - especialmente com os que estiveram envolvidos em conflitos de personalidade – ajuda a aparar as arestas.
» Procurar objetivos comuns. Relembre aos membros da equipe a missão de todos. Peça-lhes que reavaliem suas metas e concentrem-se nos objetivos comuns.
» Identificar o foco de conflito entre membros da equipe. É preciso saber o que ou quem está gerando o conflito e agir antes que as chamas se transformem num incêndio incontrolável.
» Conquistar o comprometimento de todos. Os objetivos devem ser compartilhados, mas os meios para alcançá-los podem ser variar. Atinja um consenso para depois prosseguir rumo à realização dos objetivos comuns.
» Exercitar a cortesia profissional. Demandas ríspidas servem apenas para alienar as pessoas. E o que é pior, a hostilidade pode tornar-se infecciosa, afetando todos os membros da equipe.
» Olhar além do problema. Às vezes não é a situação, mas as perspectivas dos envolvidos que fazem com que a raiva e os desentendimentos fiquem fora de controle. Se for esse o caso, chame-os de volta à razão e peça que sejam mais objetivos.
» Encontrar as bases para um acordo. Os membros da equipe podem não ter os mesmos pontos de vista, mas necessitam de um ponto de partida para começar a discussão de uma nova idéia. Faça com que eles reconheçam as diferenças de opinião e procure maneiras de eliminar as lacunas ou as divergências entre elas.
» Evitar a hostilidade reformulando a conversação. Comunique-se com cuidado. Isso é especialmente importante ao tratar com pessoas com as quais ocorreu algum desentendimento. Aconselhe-as a não adotar uma postura beligerante ou irônica.
» Enfatizar os aspectos positivos. Quando você percebe o desempenho positivo de um colaborador com o qual é difícil de trabalhar, reconheça seu mérito imediatamente. Deixe-o saber que seu desempenho está sendo apreciado.
» Amenizar o clima. Fale de modo franco, mas não ameaçador . Conversar de forma aberta e honesta com os membros da equipe - especialmente com os que estiveram envolvidos em conflitos de personalidade – ajuda a aparar as arestas.
O Tempo é a Prioridade
A organização do tempo é um dos grandes desafios de nossa vida profissional – e de nossa vida em geral. Mas não há como organizar o tempo sem, primeiro, estabelecer prioridades. Tem gente que diz: “Para mim, tudo é prioridade”. Só que não é bem assim. Prioridade são as coisas mais importantes, as que você precisa fazer primeiro. Se tudo é prioridade, então nada é prioridade – e nesse caso o que nos resta é viver num eterno caos, no qual as atividades, compromissos e tarefas se acumulam e nada, ou quase nada, é satisfatoriamente concluído.
Nem sempre é fácil estabelecer prioridades. Às vezes somos forçados a perceber que para priorizar certas coisas, somos obrigados a abrir mão de outras. Esse é um dos motivos pelos quais com freqüência relutamos em definir nossas prioridades. Mas não dá para tapar o sol com a peneira. Se quiser organizar seu tempo, aumentar sua produtividade e reduzir seu stress, você terá de decidir o que deve fazer em primeiro lugar, em segundo lugar, em terceiro lugar... e excluir o que você não pode fazer. É para isso que existe a delegação de tarefas.
Nem sempre é fácil estabelecer prioridades. Às vezes somos forçados a perceber que para priorizar certas coisas, somos obrigados a abrir mão de outras. Esse é um dos motivos pelos quais com freqüência relutamos em definir nossas prioridades. Mas não dá para tapar o sol com a peneira. Se quiser organizar seu tempo, aumentar sua produtividade e reduzir seu stress, você terá de decidir o que deve fazer em primeiro lugar, em segundo lugar, em terceiro lugar... e excluir o que você não pode fazer. É para isso que existe a delegação de tarefas.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Sonhar e Realizar
Certa vez me perguntaram se eu já desisti de algum sonho. Acredito que não. Já realizei alguns e outros ainda estão por realizar. Houve sonhos que precisei adiar à espera do momento certo – ou enquanto tentava criar o momento certo. Outros passaram por reformulações que tornaram sua realização mais viável, mas sem descaracterizá-los. Alguns foram descartados porque não eram realmente sonhos, mas apenas uma empolgação passageira (não é difícil perceber a diferença: a empolgação se desvanece, enquanto o sonho não morre nunca).
Realizar sonhos muitas vezes implica trabalhar duro, acreditar neles mesmo quando parecem inatingíveis, superar obstáculos, críticas, dificuldades... As críticas podem ser pertinentes se agirmos como o sonhador-delirante, em vez de agirmos como o sonhador-realizador. Nesse caso, melhor recebê-las com um alerta. Mas nem o sonhador-realizador é imune a críticas: os que abandonaram seus sonhos podem ser impiedosos com os que se recusam a fazer o mesmo. Nesse caso, melhor ignorá-los. Seus sonhos – e seus esforços para realizá-los - traduzem quem você é.
Realizar sonhos muitas vezes implica trabalhar duro, acreditar neles mesmo quando parecem inatingíveis, superar obstáculos, críticas, dificuldades... As críticas podem ser pertinentes se agirmos como o sonhador-delirante, em vez de agirmos como o sonhador-realizador. Nesse caso, melhor recebê-las com um alerta. Mas nem o sonhador-realizador é imune a críticas: os que abandonaram seus sonhos podem ser impiedosos com os que se recusam a fazer o mesmo. Nesse caso, melhor ignorá-los. Seus sonhos – e seus esforços para realizá-los - traduzem quem você é.
As Cinco Atitudes do Líder
Pessoas que estão constantemente se queixando do desempenho de seus colaboradores nem sempre param para pensar se o problema não é com elas mesmas. Será que estão exercendo corretamente suas funções de líder? Um estudo feito pela pesquisadora americana Teresa Amabile pode ajudar a responder essa pergunta. Ela listou cinco atitudes que um líder deve adotar para tornar sua equipe mais motivada, eficiente e cooperativa. Aqui estão elas:
1 » Ofereça apoio emocional aos seus colaboradores
O apoio não deve se restringir às condições de trabalho. É importante considerar, também, os aspectos humanos. Se o funcionário estiver passando por sérias crises pessoais ou familiares, é evidente que seu desempenho profissional será afetado.
2 » Dê um retorno positivo
Ao avaliar o trabalho de seus colaboradores, procure lhes oferecer estímulos positivos – mesmo quando tiver de criticá-los. Não dá para esperar melhoras se você fizer com que eles se sintam humilhados e incapazes.
3 » Reconheça os bons desempenhos
Essa é uma regra básica. Não há nada mais frustrante do que saber que você fez um bom trabalho e sentir-se completamente ignorado pelo chefe. Isso conduz a pensamentos do tipo: “Para que me esforçar tanto se ninguém liga?”
4 » Ouça a sua equipe
Uma ótima forma de aniquilar a iniciativa e a criatividade de seus funcionários é não se dar ao trabalho de ouvi-los. O bom líder deve não apenas escutar as pessoas que trabalham com ele, mas também estimulá-las a participar e a dar suas opiniões e sugestões.
5 » Arregace as mangas e colabore
Não basta ser obedecido, é preciso ser respeitado. E o respeito só se adquire com o exemplo. O tipo de chefe que se limita a ficar sentado dando ordens não está dando um bom exemplo – nem tampouco está conquistando o respeito de seus colaboradores.
1 » Ofereça apoio emocional aos seus colaboradores
O apoio não deve se restringir às condições de trabalho. É importante considerar, também, os aspectos humanos. Se o funcionário estiver passando por sérias crises pessoais ou familiares, é evidente que seu desempenho profissional será afetado.
2 » Dê um retorno positivo
Ao avaliar o trabalho de seus colaboradores, procure lhes oferecer estímulos positivos – mesmo quando tiver de criticá-los. Não dá para esperar melhoras se você fizer com que eles se sintam humilhados e incapazes.
3 » Reconheça os bons desempenhos
Essa é uma regra básica. Não há nada mais frustrante do que saber que você fez um bom trabalho e sentir-se completamente ignorado pelo chefe. Isso conduz a pensamentos do tipo: “Para que me esforçar tanto se ninguém liga?”
4 » Ouça a sua equipe
Uma ótima forma de aniquilar a iniciativa e a criatividade de seus funcionários é não se dar ao trabalho de ouvi-los. O bom líder deve não apenas escutar as pessoas que trabalham com ele, mas também estimulá-las a participar e a dar suas opiniões e sugestões.
5 » Arregace as mangas e colabore
Não basta ser obedecido, é preciso ser respeitado. E o respeito só se adquire com o exemplo. O tipo de chefe que se limita a ficar sentado dando ordens não está dando um bom exemplo – nem tampouco está conquistando o respeito de seus colaboradores.
País das Oportunidades
Oportunidades não faltam para empreendedores aguerridos e com disposição para o trabalho. Por mais que essa frase tenha se desgastado com o uso, dizer que o Brasil é o país das oportunidades não é um chavão. A sentença, que remete aos sonhos dos imigrantes que deixavam para trás suas pátrias devastadas por guerras e crises em busca de uma vida melhor no novo mundo pode muito se aplicar aos brasileiros e brasileiras do século 21, que lutam pela chance de progredir e prosperar em sua própria terra. É preciso enxergar além do emaranhado de crises políticas, oscilações financeiras e dificuldades de todo o tipo e vislumbrar as incríveis oportunidades que este país ainda tem a oferecer. Winston Churchill dizia que um otimista vê uma oportunidade em toda calamidade, enquanto um pessimista vê uma calamidade em toda oportunidade. Partir desse princípio pode ser o impulso que faltava a todos os que desejam virar o jogo e agarrar sua chance de prosperar.
sábado, 10 de outubro de 2009
Prosseguir ou Desistir – A Escolha é Sua
Certa vez, uma jovem bailarina foi fazer um teste para o corpo de baile da principal companhia de balé do país. Durante anos ela havia se preparado para aquele momento. Passar no teste era o sonho de sua vida, a culminação de todos os seus esforços. Durante sua apresentação, ela dançou como nunca. Tinha certeza de que havia se saído muito bem. Porém, para sua grande decepção, o diretor artístico da companhia lhe disse: “Só isso? Você não pode fazer melhor? Volte outro dia e se apresente de novo”.
A moça ficou arrasada. Achava impossível dançar melhor do que havia dançado. Se o diretor lhe disse aquilo era porque ela não tinha mesmo talento, e era melhor desistir. A bailarina não voltou para o segundo teste. Profundamente desanimada, resolveu abandonar o balé. Com o passar dos anos, ela arrumou um emprego, casou-se e sepultou de vez seus sonhos de bailarina. Mas a frustração persistia. Tinha a sensação de que faltava algo em sua vida e que nunca seria realmente feliz.
Vinte anos depois, ela foi com o marido assistir a uma apresentação de balé e, na saída, encontrou o diretor artístico que havia criticado seu teste. Sem conseguir se conter, ela aproximou-se dele e disse: “Lembra-se de mim? Há vinte anos fiz um teste para o corpo de baile. Eu dancei muito bem, mas você achou que era pouco. Por sua causa desisti do balé e nunca mais dancei”. O homem olhou para ela e respondeu: “Eu me lembro de você. O que eu lhe disse é o mesmo que digo a todas as candidatas. Mas você foi a única que desistiu”.
Essa história serve para nos lembrar que, ao longo de nossa trajetória profissional, encontramos vários obstáculos que parecem se antepor à realização de nossos sonhos. A superação dos obstáculos exige que utilizemos o que temos de melhor. E quanto mais descobrimos e exploramos nossas capacidades, mais perto ficamos de nossos sonhos. Claro, é sempre possível desistir no meio do caminho. O que não se pode é culpar os outros por isso.
A moça ficou arrasada. Achava impossível dançar melhor do que havia dançado. Se o diretor lhe disse aquilo era porque ela não tinha mesmo talento, e era melhor desistir. A bailarina não voltou para o segundo teste. Profundamente desanimada, resolveu abandonar o balé. Com o passar dos anos, ela arrumou um emprego, casou-se e sepultou de vez seus sonhos de bailarina. Mas a frustração persistia. Tinha a sensação de que faltava algo em sua vida e que nunca seria realmente feliz.
Vinte anos depois, ela foi com o marido assistir a uma apresentação de balé e, na saída, encontrou o diretor artístico que havia criticado seu teste. Sem conseguir se conter, ela aproximou-se dele e disse: “Lembra-se de mim? Há vinte anos fiz um teste para o corpo de baile. Eu dancei muito bem, mas você achou que era pouco. Por sua causa desisti do balé e nunca mais dancei”. O homem olhou para ela e respondeu: “Eu me lembro de você. O que eu lhe disse é o mesmo que digo a todas as candidatas. Mas você foi a única que desistiu”.
Essa história serve para nos lembrar que, ao longo de nossa trajetória profissional, encontramos vários obstáculos que parecem se antepor à realização de nossos sonhos. A superação dos obstáculos exige que utilizemos o que temos de melhor. E quanto mais descobrimos e exploramos nossas capacidades, mais perto ficamos de nossos sonhos. Claro, é sempre possível desistir no meio do caminho. O que não se pode é culpar os outros por isso.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pessoas Felizes São Mais Eficientes
Você está buscando maneiras de se tornar mais eficiente? Quer aumentar a produtividade e tornar seu ambiente de trabalho mais saudável? Deseja ter colaboradores mais cooperativos e motivados? Procura formas de estimular a criatividade e a iniciativa? Então, antes de se voltar para livros e manuais em busca de novas técnicas, comece tentando se tornar uma pessoa mais feliz. Esse é o ponto de partida.
Defendo essa tese de que ser feliz é a melhor maneira de atingir o sucesso pessoal e profissional. A idéia propõe logo de cara uma curiosa inversão. Normalmente pensamos que é o sucesso que nos fará feliz. Mas é o contrário: é sendo felizes que chegamos ao sucesso. O modo mais eficiente de aumentar sua produtividade é sendo feliz no trabalho. Nenhum sistema, ferramenta ou metodologia do mundo podem lhe proporcionar uma produtividade maior do que aquela que você obtém quando realmente gosta do seu trabalho. Não estou criticando os métodos tradicionais de aumentar a produtividade, mas apenas observando que é inútil tentar aplicá-los se você detesta o que faz. É como tentar fazer mudanças superficiais, quando o problema é muito mais profundo.
Será mesmo? Bem, me proponho a provar essa afirmações dando dez razões pelas quais a felicidade no trabalho é o principal fator para aumentar a produtividade.
1 » Pessoas felizes trabalham melhor com os outros
Os “felizes” têm um bom astral, bom humor e vêem as coisas de modo mais positivo, o que as torna mais empáticas e facilita os relacionamentos, tanto com chefes e colegas quanto com os clientes.
2 » Pessoas felizes são mais criativas
Quem se sente bem e em paz consigo mesmo tem mais facilidade de deixar sua criatividade fluir do que as pessoas tensas, deprimidas e infelizes.
3 » Pessoas felizes resolvem problemas em vez de reclamar
Quando você não gosta do seu trabalho, cada pedra no caminho se torna uma montanha instransponível. A solução até pode ser encontrada, mas às custas de muito sofrimento e reclamações. Já os “felizes” vêem as dificuldades como desafios, e os superam com mais rapidez e com menos dor.
4 » Pessoas felizes têm mais energia
É lógico. Afinal, os “felizes” não perdem tempo nem se desgastam detestando o trabalho e se deprimindo com ele.
5 » Pessoas felizes são mais otimistas
Se você é feliz, não há razão para não ser otimista. E as pesquisas revelam que os otimistas são, em geral, mais produtivos e bem-sucedidos do que os pessimistas – sua maneira de ser os leva a crer que sempre há uma solução.
6 » Pessoas felizes são mais motivadas
Motivação em baixa significa produtividade em baixa. E uma das melhores formas de encontrar motivação é gostar do que se faz.
7 » Pessoas felizes adoecem com menos frequência
Não há como negar: a depressão enfraquece o sistema imunológico. E a irritação e a tensão constantes aumentam o stress e com certeza não beneficiam a saúde. Um estudo feito com mais de 20 mil enfermeiras americanas mostrou que as que tinham mais problemas de saúde eram, também, as que estavam mais infelizes com seu trabalho.
8 » Pessoas felizes aprendem mais rápido
Quem está feliz e relaxado tem mais disposição para aprender coisas novas no trabalho. Já os que não estão felizes vêem o aprendizado de má vontade, como uma chateação a mais.
9 » Pessoas felizes preocupam-se menos com a possibilidade de errar – e por isso erram menos
Os “felizes” não entram em pânico quando erram. Por serem mais confiantes, eles assumem o erro e aprendem com ele, evitando assim sua repetição. Os que detestam o trabalho têm um grau de confiança bem menor, o que prejudica sua habilidade de lidar com os erros – e os leva a errar mais.
10 » Pessoas felizes tomam decisões melhores
As pessoas infelizes funcionam num permanente estado de crise. Seu foco se estreita, elas perdem a visão do quadro geral e suas decisões acabam sendo determinadas pela pressão do momento. Os “felizes”, ao contrário, lidam melhor com a pressão e são mais propensos a tomar decisões com base no discernimento e na análise ponderada da situação.
Depois de tudo o que foi falado sobre a relação entre felicidade e produtividade, resta ainda uma pergunta: como ser feliz? Eu diria que a felicidade está muito ligada à personalidade de cada um. Algumas pessoas, devido à sua maneira de ser ou à sua história de vida, parecem ser mais felizes do que outras. Elas não precisam perguntar como ser feliz, pois a resposta lhes vem naturalmente. Para alguns de nós, porém, as coisas não são assim tão simples e naturais. Mas aos que se encaixam nessa categoria, resta um consolo. É sempre possível introduzir em sua vida hábitos que contribuem para deixá-lo mais feliz – ou pelo menos mais bem humorado. Às vezes, é uma questão de mudar o enfoque ou a atitude perante a vida. Por exemplo:
» Não se acostume a esperar sempre pelo pior. Por que sofrer antecipadamente?
» Em vez de desesperar-se pelo que você não tem, valorize o que você tem.
» Evite cobrar-se e criticar-se em excesso. Não seja o carrasco de si mesmo.
» Se for temporariamente obrigado a fazer o que não gosta, procure contrabalançar: use o tempo livre para fazer o que gosta.
» Aprenda a lidar com o inevitável: o que não tem solução, solucionado está.
» Exercite a paciência, consigo mesmo e com os outros.
» Pare de engolir sapos. Comece a se expressar de uma forma mais assertiva.
» Reveja seus verdadeiros objetivos e trate de priorizá-los.
» Redescubra o que lhe dá prazer e invista nisso.
» E, por fim, chega de adiar as coisas que podem ajudá-lo a sentir-se bem consigo mesmo. Faça agora mesmo aquela terapia, curso, viagem, leitura, dieta, ginástica, tratamento, reforma, mudança... E tudo o mais que você sabe que precisa fazer.
Defendo essa tese de que ser feliz é a melhor maneira de atingir o sucesso pessoal e profissional. A idéia propõe logo de cara uma curiosa inversão. Normalmente pensamos que é o sucesso que nos fará feliz. Mas é o contrário: é sendo felizes que chegamos ao sucesso. O modo mais eficiente de aumentar sua produtividade é sendo feliz no trabalho. Nenhum sistema, ferramenta ou metodologia do mundo podem lhe proporcionar uma produtividade maior do que aquela que você obtém quando realmente gosta do seu trabalho. Não estou criticando os métodos tradicionais de aumentar a produtividade, mas apenas observando que é inútil tentar aplicá-los se você detesta o que faz. É como tentar fazer mudanças superficiais, quando o problema é muito mais profundo.
Será mesmo? Bem, me proponho a provar essa afirmações dando dez razões pelas quais a felicidade no trabalho é o principal fator para aumentar a produtividade.
1 » Pessoas felizes trabalham melhor com os outros
Os “felizes” têm um bom astral, bom humor e vêem as coisas de modo mais positivo, o que as torna mais empáticas e facilita os relacionamentos, tanto com chefes e colegas quanto com os clientes.
2 » Pessoas felizes são mais criativas
Quem se sente bem e em paz consigo mesmo tem mais facilidade de deixar sua criatividade fluir do que as pessoas tensas, deprimidas e infelizes.
3 » Pessoas felizes resolvem problemas em vez de reclamar
Quando você não gosta do seu trabalho, cada pedra no caminho se torna uma montanha instransponível. A solução até pode ser encontrada, mas às custas de muito sofrimento e reclamações. Já os “felizes” vêem as dificuldades como desafios, e os superam com mais rapidez e com menos dor.
4 » Pessoas felizes têm mais energia
É lógico. Afinal, os “felizes” não perdem tempo nem se desgastam detestando o trabalho e se deprimindo com ele.
5 » Pessoas felizes são mais otimistas
Se você é feliz, não há razão para não ser otimista. E as pesquisas revelam que os otimistas são, em geral, mais produtivos e bem-sucedidos do que os pessimistas – sua maneira de ser os leva a crer que sempre há uma solução.
6 » Pessoas felizes são mais motivadas
Motivação em baixa significa produtividade em baixa. E uma das melhores formas de encontrar motivação é gostar do que se faz.
7 » Pessoas felizes adoecem com menos frequência
Não há como negar: a depressão enfraquece o sistema imunológico. E a irritação e a tensão constantes aumentam o stress e com certeza não beneficiam a saúde. Um estudo feito com mais de 20 mil enfermeiras americanas mostrou que as que tinham mais problemas de saúde eram, também, as que estavam mais infelizes com seu trabalho.
8 » Pessoas felizes aprendem mais rápido
Quem está feliz e relaxado tem mais disposição para aprender coisas novas no trabalho. Já os que não estão felizes vêem o aprendizado de má vontade, como uma chateação a mais.
9 » Pessoas felizes preocupam-se menos com a possibilidade de errar – e por isso erram menos
Os “felizes” não entram em pânico quando erram. Por serem mais confiantes, eles assumem o erro e aprendem com ele, evitando assim sua repetição. Os que detestam o trabalho têm um grau de confiança bem menor, o que prejudica sua habilidade de lidar com os erros – e os leva a errar mais.
10 » Pessoas felizes tomam decisões melhores
As pessoas infelizes funcionam num permanente estado de crise. Seu foco se estreita, elas perdem a visão do quadro geral e suas decisões acabam sendo determinadas pela pressão do momento. Os “felizes”, ao contrário, lidam melhor com a pressão e são mais propensos a tomar decisões com base no discernimento e na análise ponderada da situação.
Depois de tudo o que foi falado sobre a relação entre felicidade e produtividade, resta ainda uma pergunta: como ser feliz? Eu diria que a felicidade está muito ligada à personalidade de cada um. Algumas pessoas, devido à sua maneira de ser ou à sua história de vida, parecem ser mais felizes do que outras. Elas não precisam perguntar como ser feliz, pois a resposta lhes vem naturalmente. Para alguns de nós, porém, as coisas não são assim tão simples e naturais. Mas aos que se encaixam nessa categoria, resta um consolo. É sempre possível introduzir em sua vida hábitos que contribuem para deixá-lo mais feliz – ou pelo menos mais bem humorado. Às vezes, é uma questão de mudar o enfoque ou a atitude perante a vida. Por exemplo:
» Não se acostume a esperar sempre pelo pior. Por que sofrer antecipadamente?
» Em vez de desesperar-se pelo que você não tem, valorize o que você tem.
» Evite cobrar-se e criticar-se em excesso. Não seja o carrasco de si mesmo.
» Se for temporariamente obrigado a fazer o que não gosta, procure contrabalançar: use o tempo livre para fazer o que gosta.
» Aprenda a lidar com o inevitável: o que não tem solução, solucionado está.
» Exercite a paciência, consigo mesmo e com os outros.
» Pare de engolir sapos. Comece a se expressar de uma forma mais assertiva.
» Reveja seus verdadeiros objetivos e trate de priorizá-los.
» Redescubra o que lhe dá prazer e invista nisso.
» E, por fim, chega de adiar as coisas que podem ajudá-lo a sentir-se bem consigo mesmo. Faça agora mesmo aquela terapia, curso, viagem, leitura, dieta, ginástica, tratamento, reforma, mudança... E tudo o mais que você sabe que precisa fazer.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Perigo: Bomba-Relógio Ambulante
Como anda o seu nível de stress? Um pouco stress pode ser benéfico – e mesmo necessário – para que possamos responder as mais diversas situações. O stress surge quando nos vemos forçados a nos adaptar a determinadas condições, sejam elas internas ou externas. O chamado “stress positivo”, ou eustresse, libera a quantidade certa de adrenalina para que o indivíduo possa enfrentar os problemas e reagir. Já o distresse, ou “stress negativo”, libera adrenalina em excesso e acaba provocando o colapso físico e emocional.
Sendo assim, é preciso ficar atento para não cruzar a linha que separa o “stress positivo” do “negativo”. Você sabe que está cruzando a linha quando:
» Reage de forma exagerada aos pequenos contratempos do cotidiano.
» Continua a reclamar furiosamente de um incidente ocorrido semanas atrás.
» Tem uma explosão de raiva quando alguém lhe diz que você está estressado.
» Fica tenso até mesmo quando está tentando relaxar.
» Acha que é normal viver irritado – não é você que perde o controle, são os outros que o irritam.
» Perde a paciência com tudo e com todos.
» Grita, usa palavras ofensivas e não vê nenhum problema nisso: quem mandou os outros serem tão estúpidos?
» Quando alguém lhe diz “Bom dia”, você responde: “Bom? Só se for para você!”
Ao perceber esses sinais, tenha muito cuidado. Você pode estar se transformando numa bomba-relógio ambulante. E, nesse caso, os maiores prejudicados serão sua carreira, seus relacionamentos e você mesmo.
Sendo assim, é preciso ficar atento para não cruzar a linha que separa o “stress positivo” do “negativo”. Você sabe que está cruzando a linha quando:
» Reage de forma exagerada aos pequenos contratempos do cotidiano.
» Continua a reclamar furiosamente de um incidente ocorrido semanas atrás.
» Tem uma explosão de raiva quando alguém lhe diz que você está estressado.
» Fica tenso até mesmo quando está tentando relaxar.
» Acha que é normal viver irritado – não é você que perde o controle, são os outros que o irritam.
» Perde a paciência com tudo e com todos.
» Grita, usa palavras ofensivas e não vê nenhum problema nisso: quem mandou os outros serem tão estúpidos?
» Quando alguém lhe diz “Bom dia”, você responde: “Bom? Só se for para você!”
Ao perceber esses sinais, tenha muito cuidado. Você pode estar se transformando numa bomba-relógio ambulante. E, nesse caso, os maiores prejudicados serão sua carreira, seus relacionamentos e você mesmo.
Mitômanos e Visionários
Não confunda mitômano com visionário. O mitômano vive de quimeras, é um mentiroso que acredita na própria mentira. E as motivações dele não têm nada a ver com o possível potencial de suas idéias, mas sim com a fantasia que ele próprio cria na sua mente. O mitômano acredita nisso com tanta convicção que acaba atraindo um grupo de pessoas – bem intencionadas, porém ingênuas – para gravitar ao redor das ilusões que ele criou. Aos poucos, essas pessoas começam a perceber que nenhum negócio de sucesso jamais sairá dali e procuram seguir outros rumos. Mas o mitômano continua a acreditar em seus delírios – se as coisas não estão funcionando, a culpa é sempre dos outros.
O visionário também tem entusiasmo e convicção, mas as bases disso são mais concretas: eles nascem do esforço empreendido para planejar, viabilizar e executar suas idéias. O visionário não hesita em mudar de curso quando necessário e as pessoas que ele atrai não são seduzidas por uma ilusão, mas por uma visão. O mitômano vive com a mente no ar. Já o visionário tem a cabeça no céu, mas os pés na terra.
O visionário também tem entusiasmo e convicção, mas as bases disso são mais concretas: eles nascem do esforço empreendido para planejar, viabilizar e executar suas idéias. O visionário não hesita em mudar de curso quando necessário e as pessoas que ele atrai não são seduzidas por uma ilusão, mas por uma visão. O mitômano vive com a mente no ar. Já o visionário tem a cabeça no céu, mas os pés na terra.
Para Negociar é Preciso Ceder
A negociação é uma arte e, como tal, tem seus truques e segredos. Um deles, talvez um dos mais importantes, é saber quando, como e quanto ceder. Essa é a mais básica das lições de casa. Você já deve ter essas informações de antemão, para então usá-las em um momento estratégico. Embora você já esteja preparado para ceder, a pessoa com quem você está negociando se sentirá prestigiada ao achar que foi ela quem obteve essa concessão – e com isso a negociação fluirá com muito mais facilidade.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Saber Pedir
Muitas vezes oscilamos entre duas atitudes: ou exigimos em vez de pedir, ou simplesmente não pedimos, por acreditar que os outros devem simplesmente adivinhar o que queremos. No entanto, saber pedir algo, seja ao seu chefe, seja aos seus colaboradores, é um elemento fundamental da boa comunicação. Pense um pouco: será que você sabe como pedir ajuda, informações, esclarecimentos, orientações ou a execução de uma tarefa?
Com freqüência culpamos os outros por não fazer o que pedimos, mas raramente paramos para pensar se estamos pedindo da maneira certa. E qual seria a maneira certa? Com clareza, objetividade e educação, sem arrogância e sem hesitações. Afinal, é preciso saber pedir para receber o que se quer.
Com freqüência culpamos os outros por não fazer o que pedimos, mas raramente paramos para pensar se estamos pedindo da maneira certa. E qual seria a maneira certa? Com clareza, objetividade e educação, sem arrogância e sem hesitações. Afinal, é preciso saber pedir para receber o que se quer.
O Poder da Disciplina
Tem gente que não pode nem ouvir falar na palavra disciplina. Para eles, o termo está associado a uma série de coisas negativas, como autoritarismo, repressão e controle. Para essas pessoas, a disciplina não passa de uma forma de coibir a criatividade, de uma camisa de força que nos torna conformistas, meros escravos de padrões impostos pela sociedade. Só que as coisas não são bem assim. Se na infância e na adolescência a disciplina nos é imposta por pais, professores e pela sociedade em geral, na idade adulta ela se torna um instrumento muito valioso para nosso próprio crescimento pessoal.
Ser disciplinado não é o mesmo que ser conformista. Ao contrário. Até mesmo pessoas que conseguiram mudar o sistema, como Gandhi e Nelson Mandela, por exemplo, eram extremamente disciplinadas no que se refere ao uso de estratégias para atingir seus ideais. Não existe força de vontade sem disciplina. Na verdade, quando falamos em força de vontade, estamos nos referindo à autodisciplina que nos permite canalizar nossa vontade de modo a transformá-la numa energia transformadora. Se você admira pessoas que demonstram uma grande força de vontade, então discipline-se para que você próprio possa ser uma delas.
Ser disciplinado não é o mesmo que ser conformista. Ao contrário. Até mesmo pessoas que conseguiram mudar o sistema, como Gandhi e Nelson Mandela, por exemplo, eram extremamente disciplinadas no que se refere ao uso de estratégias para atingir seus ideais. Não existe força de vontade sem disciplina. Na verdade, quando falamos em força de vontade, estamos nos referindo à autodisciplina que nos permite canalizar nossa vontade de modo a transformá-la numa energia transformadora. Se você admira pessoas que demonstram uma grande força de vontade, então discipline-se para que você próprio possa ser uma delas.
Vale a Pena ser Insubstituível?
Um erro muito comum é achar que só você pode dar conta de tudo, que ninguém mais é capaz de fazer o seu trabalho. Muitas vezes as pessoas fazem isso na ilusão de que estão criando uma espécie de reserva particular de mercado. E pensam: “Se eu me tornar insubstituível, então nunca serei demitido”. Mas na prática não é bem assim. Seu chefe pode achar que você está tão “viciado” em um determinado modo de agir que não é mais capaz de buscar novos caminhos e soluções. E, se for assim, ele não hesitará em substituí-lo por alguém que represente uma promessa de renovação para a empresa.
Por outro lado, se você for mesmo considerado insubstituível, será que isso é realmente uma vantagem? Conheço uma pessoa a respeito da qual os superiores costumavam dizer: “Fulano é muito bom no que faz. Só ele pode dar conta desse serviço”. O problema é que ele passou anos e anos na mesma função, sem jamais ser promovido. Se o promovessem, como é que iriam arranjar alguém que pudesse fazer tão bem o que ele fazia?
A solução para esse dilema é não se acomodar e não agir com mesquinhez. Se você obtém bons resultados, trate de obter resultados excelentes. Compartilhe seu conhecimento com seus colaboradores e incentive-os a melhorar cada vez mais. Não se aferre apenas às características de um bom funcionário: em vez disso, trate de incorporar, também, as características de um líder. Essa é a melhor maneira de crescer profissionalmente. E de evitar a armadilha do “empregado insubstituível”.
Por outro lado, se você for mesmo considerado insubstituível, será que isso é realmente uma vantagem? Conheço uma pessoa a respeito da qual os superiores costumavam dizer: “Fulano é muito bom no que faz. Só ele pode dar conta desse serviço”. O problema é que ele passou anos e anos na mesma função, sem jamais ser promovido. Se o promovessem, como é que iriam arranjar alguém que pudesse fazer tão bem o que ele fazia?
A solução para esse dilema é não se acomodar e não agir com mesquinhez. Se você obtém bons resultados, trate de obter resultados excelentes. Compartilhe seu conhecimento com seus colaboradores e incentive-os a melhorar cada vez mais. Não se aferre apenas às características de um bom funcionário: em vez disso, trate de incorporar, também, as características de um líder. Essa é a melhor maneira de crescer profissionalmente. E de evitar a armadilha do “empregado insubstituível”.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Cabeça Fria
Não há nada mais contagioso do que o pessimismo. Abrir os jornais e deparar-se com uma enxurrada de notícias sobre a crise em diferentes países é suficiente para estragar o dia de qualquer um – a menos que você não permita. Antes de aderir ao baixo astral, trate de buscar informações concretas. Essas situações estão mesmo se refletindo negativamente nos seus negócios? De que forma? E, se estão, o que você pode fazer para se proteger? Mantenha a cabeça fria e não permita que suas energias sejam drenadas por especulações inúteis. Se houver mesmo uma crise a caminho, essa é a melhor forma de enfrentá-la.
Autoridade e Autoritarismo
Autoridade nada tem a ver com autoritarismo. Exercer sua autoridade significa assumir suas responsabilidades para consigo mesmo e para com os outros. E isso independe da posição ou do cargo que você ocupa. Por mais humilde que seja o seu emprego, há sempre uma responsabilidade inerente à função que cabe a você, e somente a você, assumir. E não há como assumi-la sem exercer a necessária autoridade. Se o porteiro de um edifício não agir com autoridade na hora de permitir o acesso ao prédio, acabará permitindo a entrada de intrusos e, como isso, não estará à altura de suas responsabilidades.
A verdadeira autoridade é exercida com educação, porém com firmeza. Já o autoritarismo é outra história. Quando ele entra em cena, o objetivo muda. Não se trata mais de assumir responsabilidades, mas de uma mera demonstração de poder. A educação é esquecida, assim como o bom senso. Quem exerce a autoridade de forma justa e equilibrada ajuda a criar as condições necessárias para que o trabalho seja realizado de forma eficaz. Quem exerce o autoritarismo faz o oposto disso.
A verdadeira autoridade é exercida com educação, porém com firmeza. Já o autoritarismo é outra história. Quando ele entra em cena, o objetivo muda. Não se trata mais de assumir responsabilidades, mas de uma mera demonstração de poder. A educação é esquecida, assim como o bom senso. Quem exerce a autoridade de forma justa e equilibrada ajuda a criar as condições necessárias para que o trabalho seja realizado de forma eficaz. Quem exerce o autoritarismo faz o oposto disso.
A Preguiça e Seus Disfarces
Hoje em dia virou chavão dizer que, no mundo moderno, tempo é dinheiro e, por isso, vivemos numa rotina insana na qual os compromissos se acumulam e nossa vida é ditada pelo relógio. Tudo isso pode ser verdade, mas, por mais paradoxal que possa parecer, mesmo em meio a esse corrido cotidiano, muita gente ainda encontra tempo para se dedicar à boa e velha preguiça. Em geral, isso é feito com um certo sentimento de culpa, razão pela qual tenta-se encobrir a preguiça pura e simples com os mais variados tipos de camuflagem. “Preciso relaxar um pouco”, “minha mente precisa de descanso”, “se continuar nesse ritmo minha produção vai ser afetada”, “meu patrão pensa que eu sou uma máquina” são alguns exemplos dessa camuflagem.
Naturalmente, todos esses argumentos podem ser válidos. No entanto, para lidar de forma eficaz com esse tipo de pressão sem que o seu trabalho e a sua produtividade sejam prejudicados, é preciso planejar criteriosamente seus momentos de lazer. Parar um pouco no momento certo, e pelo tempo certo, é um justo e necessário descanso ao qual todos temos direito. Mas parar quando bem entendemos, porque não temos mais “saco” para fazer isso ou aquilo, é a velha preguiça em ação. Preguiça não apenas de executar determinadas tarefas, mas de fazer o que for necessário para reencontramos o ânimo e a motivação.
Naturalmente, todos esses argumentos podem ser válidos. No entanto, para lidar de forma eficaz com esse tipo de pressão sem que o seu trabalho e a sua produtividade sejam prejudicados, é preciso planejar criteriosamente seus momentos de lazer. Parar um pouco no momento certo, e pelo tempo certo, é um justo e necessário descanso ao qual todos temos direito. Mas parar quando bem entendemos, porque não temos mais “saco” para fazer isso ou aquilo, é a velha preguiça em ação. Preguiça não apenas de executar determinadas tarefas, mas de fazer o que for necessário para reencontramos o ânimo e a motivação.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Saber Pressionar
Nem sempre a paciência é uma virtude. Há momentos em que as coisas não podem ser apressadas – pelo simples motivo de que não dependem de nós. Nesse caso, o bom senso recomenda uma boa dose de paciência como forma de evitar desgastes inúteis e resultados indesejados. Há ocasiões, porém, em que as coisas podem e devem ser apressadas – e fazer isso cabe inteiramente a nós. Ser paciente nessas situações não é uma vantagem. É apenas sinal de comodismo, de insegurança ou de ambos.
Suponha que você esteja negociando com um investidor que poderá alavancar o seu negócio. Talvez seja necessário ter paciência e lhe dar algum tempo para decidir sem pressão. Ou talvez seja necessário fazer o oposto: pressionar um pouco para que ele pare de enrolar e perceba que poderá perder um bom negócio. No grande jogo das negociações, a paciência tanto pode ser vital quanto fatal. Cabe ao bom negociador saber quando é hora de esperar e quando é hora de pressionar.
Suponha que você esteja negociando com um investidor que poderá alavancar o seu negócio. Talvez seja necessário ter paciência e lhe dar algum tempo para decidir sem pressão. Ou talvez seja necessário fazer o oposto: pressionar um pouco para que ele pare de enrolar e perceba que poderá perder um bom negócio. No grande jogo das negociações, a paciência tanto pode ser vital quanto fatal. Cabe ao bom negociador saber quando é hora de esperar e quando é hora de pressionar.
Segurança ou Ilusão?
A busca pela segurança financeira é uma motivação poderosa. Queremos ter certeza de que poderemos manter nosso padrão de vida e o de nossa família, e o medo da demissão, do desemprego e dos revezes nos negócios torna-se, para muitas pessoas, uma sombra quase que onipresente. O grande problema ocorre quando esse receio, que até certo ponto é natural, acaba se transformando num freio que impede o nosso crescimento.
Evitar a inovação, as iniciativas ousadas e originais e a busca de novos caminhos em nome de uma falsa sensação de segurança é um erro cujo preço é caro demais. Tudo na vida segue um curso natural de expansão, ápice e declínio. E, no mundo dos negócios, a única forma de retardar – ou até mesmo evitar – o declínio é antecipando-nos às mudanças quando ainda estamos no ápice. Mesmo que para isso tenhamos que lidar com nossas inseguranças.
Acreditar que, quanto mais imóvel você estiver, mais seguro você ficará em sua posição, não passa de uma ilusão. A verdadeira segurança não está em um lugar, em um cargo, em um emprego ou em uma empresa. Não está nem mesmo no dinheiro, que pode ser perdido de uma hora para outra. A verdadeira segurança está na confiança que você tem em sua capacidade de agir.
Evitar a inovação, as iniciativas ousadas e originais e a busca de novos caminhos em nome de uma falsa sensação de segurança é um erro cujo preço é caro demais. Tudo na vida segue um curso natural de expansão, ápice e declínio. E, no mundo dos negócios, a única forma de retardar – ou até mesmo evitar – o declínio é antecipando-nos às mudanças quando ainda estamos no ápice. Mesmo que para isso tenhamos que lidar com nossas inseguranças.
Acreditar que, quanto mais imóvel você estiver, mais seguro você ficará em sua posição, não passa de uma ilusão. A verdadeira segurança não está em um lugar, em um cargo, em um emprego ou em uma empresa. Não está nem mesmo no dinheiro, que pode ser perdido de uma hora para outra. A verdadeira segurança está na confiança que você tem em sua capacidade de agir.
Projeto de Vida
É incrível a quantidade de gente que se sente explorada no trabalho. Não faltam reclamações de horários puxados, atribuições além da conta, falta de reconhecimento e salários insuficientes. O problema é que, quando você diz a essas pessoas para lutar por condições mais dignas ou, então, procurar outro emprego, elas em geral se voltam contra você. “Falar é fácil”, dizem elas. “Quem é que vai pagar minhas contas no fim do mês?”
Bem, todo mundo tem contas para pagar no fim do mês. Mas, por mais importante que isso seja, é apenas parte de algo bem maior: o seu projeto de vida. Se você perder de vista o seu projeto de vida e resumir suas motivações à necessidade de pagar contas, estará se colocando num beco sem saída no qual você próprio se condena a sujeitar-se à exploração. Por outro lado, se tiver um projeto de vida como “realizar-me fazendo o que gosto e obter a remuneração e o reconhecimento que eu mereço”, você poderá contar com a força e a confiança que vem de uma motivação clara e determinada.
Isso funciona como uma bússola que o guiará mesmo nos momentos em que você se sente fora do seu caminho. Você pode se ver forçado a pegar um ou outro atalho, mas a bússola sempre lhe mostrará como retomar o seu caminho. O projeto de vida coloca você numa atitude ativa. Aceitar o papel de vítima o coloca numa atitude passiva. E perigosa. Afinal, o profissional que se vê permanentemente como uma vítima acaba atraindo patrões e colegas carrascos. Não dê a eles esse poder. Pense em termos de trabalho e realização, não de emprego. Pense em termos de projeto de vida.
Bem, todo mundo tem contas para pagar no fim do mês. Mas, por mais importante que isso seja, é apenas parte de algo bem maior: o seu projeto de vida. Se você perder de vista o seu projeto de vida e resumir suas motivações à necessidade de pagar contas, estará se colocando num beco sem saída no qual você próprio se condena a sujeitar-se à exploração. Por outro lado, se tiver um projeto de vida como “realizar-me fazendo o que gosto e obter a remuneração e o reconhecimento que eu mereço”, você poderá contar com a força e a confiança que vem de uma motivação clara e determinada.
Isso funciona como uma bússola que o guiará mesmo nos momentos em que você se sente fora do seu caminho. Você pode se ver forçado a pegar um ou outro atalho, mas a bússola sempre lhe mostrará como retomar o seu caminho. O projeto de vida coloca você numa atitude ativa. Aceitar o papel de vítima o coloca numa atitude passiva. E perigosa. Afinal, o profissional que se vê permanentemente como uma vítima acaba atraindo patrões e colegas carrascos. Não dê a eles esse poder. Pense em termos de trabalho e realização, não de emprego. Pense em termos de projeto de vida.
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