sexta-feira, 3 de julho de 2009

11 expressões usadas pelas mulheres e seus significados

1 » "Certo" » Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2 » "5 minutos" » Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 » "Nada" » Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 » "Você que sabe" » É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer e não diga que também não sabe!
5 » Suspiro ALTO » Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre o "Nada".
6 » "Tudo bem" » Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 » "Obrigada" » Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece".
8 » "Esquece" » É uma mulher dizendo "FODA-SE!!"
9 » "Deixa pra lá, EU resolvo" » Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 » "Precisamos conversar!" » Fooodeu!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 » "Sabe, eu estive pensando..." » Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse".

Fonte: Baseado em experiências com minha Ex-Mulher

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Direcionando sua carreira: Como se tornar uma pessoa interessante

Em um texto fantástico publicado no seu blog, Russel Davies conta que o futuro nos negócios criativos está reservado às pessoas interessantes. Segundo ele, as pessoas empregarão e irão querer trabalhar com (e estar com) gente interessante. Diante disso, com a propriedade de quem já foi diretor de marca da Nike e diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, ele dá 10 dicas preciosas para quem quiser se enquadrar nesse contexto. Segundo o Russel, colocando-os em prática, você já se sentirá mais interessante em questão de semanas. Vale a pena.

Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:
» Para ser interessante é preciso ser interessado » Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.
» Pessoas interessantes são boas em compartilhar » Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.

Seguem as dicas:

1 » Tire pelo menos uma foto todo dia. Poste-a no Flickr.
Carregue sempre uma câmera. Se tem uma no telefone celular, já ajuda. O ato de levar sua câmera a todo lado e sempre manter os olhos abertos para possíveis fotos mudará a maneira como você vê o mundo. Isso faz com que você perceba mais coisas. Deixa você ligado em tudo ao seu redor. Além disso, postar suas fotos no Flickr (ou outros sites de compartilhamento de fotos) significa que você estará compartilhando. Fica público. Isso fará você pensar um pouco mais sobre o que irá fotografar e gerará diálogos sobre suas imagens.

2 » Monte um blog. Escreva nele pelo menos uma frase por semana.
È muito fácil. Além disso, vai ser impossível você se limitar a uma só frase. Você vai querer escrever mais. É fácil rotular blogs como uma forma de jornalismo banal, mas, de certa forma, isso é uma força a seu favor. Blogueiros não saem para investigar coisas (a maioria), não estão em lugares chiques, ninguém dá histórias a eles e, portanto, tem que construir com o conteúdo presente na própria vida. Isso fará você perceber as coisas que os outros não vêem. Ao sentir a necessidade de escrever sobre algo, fará você prestar mais atenção às coisas, sair e ver novidades, carregar um notebook – deixará você antenado no mundo.

3 » Mantenha um scrapbook
Todas as pessoas interessantes e criativas com quem trabalhei já tiveram scrapbooks. Eles são sempre estimuladores de ideais e o aspecto físico desses cadernos trazem benefícios para o processo. Além disso, conjunções inesperadas que você terá com a aleatoriedade dos scrapbooks podem te levar a algumas das suas melhores idéias.

4 » Toda semana, leia uma revista que nunca leu antes.
Pessoas interessantes são interessadas em todo tipo de coisa. Isso quer dizer que exploram todos os tipos de mundo, vão a lugares que não esperariam gostar, e buscam sempre o que há de bom e interessante lá. Uma ótima maneira de fazer isso é por meio das revistas. Revistas especializadas permitem que, da poltrona da sua casa, você explore o sistema solar das atividades humanas . Experimente. É fantástico.

5 » Uma vez por mês, entreviste alguém por 20 minutos e descubra como elas se tornaram interessantes. Faça podcasts das conversas.
Mais uma vez, ser interessante é ser interessado. Entrevistar é fazer que a outra pessoa se torne uma estrela. Poder ser qualquer um: um amigo, um colega, um estranho, qualquer um. Encontre o que há de interessante a respeito de cada um deles. Entrevistar fará você parar um pouco e te forçará a escutar. Uma boa coisa para praticar. Criar Podcasts é compartilhar. Compartilhar é algo com o qual você deve se acostumar.

6 » Colecione algo
Pode ser qualquer coisa. Mas prefira se tornar um especialista em algo inesperado e que poucos colecionem. Desenvolva uma paixão. Aprenda como comunicar isso a outras pessoas sem assustá-las. Encontre as outras poucas pessoas que dividem esse mesmo interesse. Aprenda a se tornar útil nessa comunidade.

7 » Uma vez por semana, sente-se em um café por uma hora e ouça a conversa dos outros. Faça anotações. Poste sobre esses assuntos no seu blog (com muito cuidado).
Passeie um pouco pela vida das pessoas. Ouça seus discursos padrões e suas preocupações. Coloque-as no papel. Mas não deixe que as pessoas o vejam – tente não apanhar. Também não aja de forma forçada, pulando de mesa em mesa para ouvir a melhor conversa. Apenas escute as que surgirem no seu caminho.

8 » Mensalmente, escreva 50 palavras sobre uma peça de arte visual, um texto, uma música e um trecho de filme. Se puder, faça o mesmo para outros tipos de arte. Poste-as no seu blog.
Se quiser trabalhar em negócios criativos (e logo todos serão assim), terá que se acostumar a ter um ponto de vista sobre coisas artísticas. Mesmo se não for tão ligado às artes, você terá que se sentir confortável em expressar uma opinião sobre coisas que não sabe como fazer ou criar, como música ou poesia. Com a prática, você melhorará cada vez mais. Compartilhando esses pensamentos, a evolução será ainda maior.

9
» Crie coisas
Faça alguma coisa manual. Crie algo do nada. Podem ser nós, lego, um bolo ou mesmo tricô. Tire um tempo para se desligar e sair um pouco do seu pensamento. O ideal é optar por algo que você não tem ideia de como fazer. Não ligue se tiver dificuldade no início. As pessoas adoram gente que cria coisas. Compartilhe essas criações no seu blog.

10 » Leia:
Desvendando os Quadrinhos: história, criação, desenho, animação, roteiro. (Understanding Comics) - Scott McCloud
The Mezzanine - Nicholson Baker
The Visual Display Of Quantitative Information - Edward Tufte

Todos esses livros são bons, cada um por um motivo diferente. O que importa, no entanto, é que são ótimos exemplos de pessoas que são realmente interessadas por coisas que os outros acham banais. Neles, elas explicam suas paixões de uma maneira que também acabamos nos apaixonando pelo assunto.

Fonte da Informação: chmkt

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Os 7 pecados mortais do planejamento

1 » Viver com base em suposições antigas e incontestadas. Na busca por um discurso consistente para marcas, ficamos presos em fórmulas, guidelines, brand books e isso acaba nos limitando. Deixamos de explorar novos discursos. Não levamos em conta que, assim como pessoas, as marcas também podem mudar radicalmente se a cultura popular inspirar essa nova atitude. Portanto, desafie as (velhas) suposições.

2 » Nos importamos com os assuntos errados. Nossa busca eterna pelo insight perfeito - capaz de gerar conhecimento, atitude e imagem - é desnecessária. Nosso objetivo deve ser criar energia para que as marcas contagiem as pessoas - mais ou menos da maneira que uma banda de rock faz todo mundo sair do chão.

3 » Nosso desejo por simplicidade. Segundo Kay e Lewis, é um pecado a idéia é que, com a evolução do papel do planejador, fomos reduzindo tudo a um só problema, um só consumidor, um só conceito para uma marca, uma só forma simples de escrever um brief, uma coisa só para contar para a criação, só mundo a explorar. Isso nos faz muito simplistas e rasos. Eles fizeram, inclusive, uma analogia com a estrutura molecular. Quando você faz um experimento desses, vai surgindo um sistema cada vez mais complexo, maior e muito mais interessante. Ou seja, a complexidade no trabalho de planejamento (e não na forma como apresentamos) pode criar muito mais possibilidades.

4 » Qual a mensagem principal? Passamos o tempo todo tentando escrever a mensagem principal no brief - de forma criativa, clara, límpida, para a criação nos achar inteligentes quando o que mais importa é o território que queremos explorar, o porquê de explorar este território e o problema que originou o caminho que estamos definindo. A teoria do caos, afirmaram, é a inspiração para criar um processo mais criativo.

5 » Auto-importância. O que fazemos pouco importa para as pessoas. Ninguém fica louco para ver um comercial ou cai de amores pela sua marca. Há coisa muito mais importantes nas suas vidas. Portanto, para ter alguma chance, desenvolva uma missão social, mais do que uma simples proposta comercial. Seja humilde.

6 » Achar que as coisas grandes é que importam. Ficamos o tempo todo buscando inspiração em grandes coisas: macro tendências, exemplos de grandes marcas, grandes mudanças de categoria e consumo, entre outras. Isso nos faz esquecer que, no final, estamos falando com pessoas, que tem suas vidas, que fazem pequenas coisas que realmente são muito mais importantes - buscar o filho na escola, almoçar com a família, comer pipoca e dar risada de uma boa comédia, etc.

7 » Aprender e depois fazer. Eles dizem que devemos aprender e construir as idéias enquanto estamos fazendo as coisas, enquanto estamos junto com a criação avaliando a execução. Podemos ter uma idéia durante o processo de produção de um filme, por exemplo, e não necessariamente antes de todo mundo. O processo criativo sempre é orgânico e deve ser feito sem processos formatados.

Fonte da Informação: chmkt

terça-feira, 30 de junho de 2009

Independência emocional

“No início da nossa vida e de novo quando envelhecemos, precisamos da ajuda e a afeição dos outros. Infelizmente, entre estes dois períodos da nossa vida, quando somos fortes e capazes de cuidar de nós, negligenciamos o valor da afeição e da compaixão. Como a nossa própria vida começa e acaba com a necessidade da afeição, não seria melhor praticarmos a compaixão e o amor pelos outros enquanto somos fortes e capazes?”
As palavras acima são do atual Dalai Lama - prêmio Nobel da Paz sobre a importância das relações humanas. Realmente é muito curioso ver que nos orgulhamos de nossa independência emocional. Claro, não é bem assim: continuamos precisando dos outros nossa vida inteira, mas é uma “vergonha” demonstrar isso, então preferimos chorar escondidos. E quando alguém nos pede ajuda, esta pessoa é considerada fraca, incapaz de controlar seus sentimentos.
Existe uma regra não escrita, afirmando que “o mundo é dos fortes”, o que “sobrevive apenas o mais apto.” Se assim fosse, os seres humanos jamais existiriam, porque fazem parte de uma espécie que precisa ser protegida por um largo período de tempo (especialistas dizem que somos apenas capazes de sobreviver por nós mesmos depois dos nove anos de idade, enquanto uma girafa leva apenas de seis a oito meses, e uma abelha já é independente em menos de cinco minutos).
Estamos neste mundo. Eu, de minha parte, continuo - e continuarei sempre – dependendo dos outros. Dependo da minha família, meus amigos, meus clientes. Dependo até mesmo dos meus inimigos, que me ajudam a estar sempre atento.
Claro, existem momentos que este fogo sopra em outra direção, mas eu sempre me questiono: onde estão os outros? Será que me isolei demais? Como qualquer pessoa sadia, necessito também de solidão, de momentos de reflexão.
Mas não posso me viciar nisso.
A independência emocional não leva a absolutamente lugar nenhum – exceto a uma pretensa fortaleza, cujo único e inútil objetivo é impressionar os outros.
A dependência emocional, por sua vez, é como uma fogueira que acendemos.
No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo é necessário conformar-se com a fumaça desagradável - que torna a respiração difícil, e arranca lágrimas do rosto. Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor – espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso que torna uma relação interessante, não é verdade?
Vou terminar citando o professor Albert Schweitzer, médico e missionário, que recebeu o mesmo prêmio Nobel em 1952.
"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!”
"A única maneira de prevenir-se contra esta doença é entendendo que a alma sofre, e sofre muito, quando a obrigamos a viver superficialmente. A alma gosta de coisas belas e profundas”.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Universo Conspira... E Você Trabalha

Você já deve ter lido ou ouvido frases do tipo: “peça e o universo lhe dará”, ou “o universo conspira a seu favor” e outras do gênero. Basta ver as listas de livros mais vendidos para perceber que essas “teorias”, se é que se pode chamar assim, estão na moda. Contudo, acredito que devemos ter certa cautela em relação ao pensamento mágico, que induz à idéia de que o trabalho não é assim tão importante: o que importa é “acreditar”.
Calma lá. Acreditar é importante, sim, mas você deve acreditar no seu trabalho. Se você se empenhar com honestidade, competência, energia e convicção, muitas portas vão se abrir – não por um passe de mágica, mas como resultado de suas ações. É daí que vem a sensação de que o universo conspira a seu favor.

Pausa Para Respirar

Você anda com a sensação de que seus esforços não estão dando resultados? De que, por mais que se empenhe, não consegue atingir seus objetivos? Então talvez seja a hora de parar um pouco, relaxar e, depois, rever suas estratégias. Mas a coisa deve ser feita nessa ordem, começando com o “parar e relaxar”. Pode parecer impensável fazer isso num momento em que os problemas e a pressão parecem se acumular. “Como é que vou relaxar com tantas coisas na cabeça?” - é a primeira pergunta que ocorre.
Acontece que, como dizia, Einstein, nenhum problema pode ser resolvido no mesmo estado de espírito em que foi criado. Uma pausa para respirar é essencial para que possamos recuperar as energias, desanuviar a mente e ver as coisas por outros ângulos. E, depois, lembre-se: insistir não é o mesmo que persistir. Se parar de insistir por algum tempo, você não estará, necessariamente, deixando de persistir em seus ideais. Estará apenas reorganizando suas forças.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mantenha a Mente Aberta

Como nascem as idéias? Não sei de onde vêm as idéias e a inspiração, mas sei como chegam até nós. Tornamo-nos receptivos a elas quando estamos em sintonia com nossa intuição e mantemos a mente aberta para o novo.
Um exemplo foi a idéia de trazer a Elite Models para o Brasil quando foi lida uma matéria em uma revista francesa, a Photo Magazine. Quantas pessoas leram aquela mesma matéria, naquela mesma revista, e nem por isso pensaram em abrir uma agência de modelos? Ou quantas pensaram, mas acharam que seria muito difícil e nem sequer tentaram? Quem tem a mente aberta e confia em sua intuição está mais propenso a dar aquele passo a mais que faz de uma idéia um negócio de sucesso.

"Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo."
Frank Capra

terça-feira, 23 de junho de 2009

Educação Empreendedora

Se você tem filhos ou pretende ter, há um aspecto da formação da criança que deve ser pensado desde cedo. Estou falando da educação empreendedora. Muitos pais acham que não há razão para se preocupar com isso. “Quando as crianças virarem adultos e começarem a trabalhar, vão aprender por si só”, acreditam eles. Só que não é bem assim. Quanto antes os pequenos tiverem contato com noções de empreendedorismo, mais preparados estarão para lidar com os desafios que virão.
E como é que se ensina empreendedorismo para as crianças? Um bom começo consiste em fazê-las perceber o valor do dinheiro. Elas precisam entender que nada cai do céu. Que tudo o que ganham e desfrutam lhes chega por meio do suor e do trabalho dos pais. Que devem aprender a controlar e poupar suas mesadas para poderem adquirir determinados bens. E, acima de tudo, devem ter como referência o exemplo dos pais. É assim que começamos a formar nossos futuros empreendedores.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O preço do ódio e do perdão

O desconhecido místico Kenan Rifai diz que quando as pessoas nos elogiarem, devemos ficar de olho em nosso comportamento. Porque isso significa que escondemos muito bem nossos defeitos. No final, terminamos por acreditar que somos melhores do que pensamos, e o próximo passo é deixar-se dominar por um falso sentimento de segurança, que terminará nos cercando de muito perigo.
Como prestar atenção às oportunidades que a vida nos dá?
Se você tiver duas oportunidades apenas, saiba transformá-las em doze. Quando tiver doze, elas se multiplicarão automaticamente. Por isso Jesus diz: “Aquele que muito tem, mais lhe será dado. Aquele que pouco tem, o pouco que tem lhe será tirado".
É uma das frases mais duras do evangelho. Mas tenho reparado, no decorrer da vida, que é absoluta verdade. Entretanto, como vou poder identificar as oportunidades?
Preste atenção a todos os momentos, porque a oportunidade, o “instante mágico”, está ao nosso alcance, embora sempre o deixemos, passar, por causa do sentimento de culpa. Portanto, evite gastar seu tempo culpando a si mesmo: o universo se encarregará de corrigí-lo, se você não for digno do que está fazendo.
E como o universo vai me corrigir?
Não será através de tragédias; estas acontecem porque são parte da vida, e não devem ser encaradas como punição. Geralmente, o universo nos indica que estamos errados, quando nos tira o que temos de mais importante: nossos amigos.
Kenan Rifai foi um homem que ajudou muita gente a encontrar-se consigo mesmo, e a conseguir uma relação harmoniosa com a vida. Mesmo assim, algumas destas pessoas se mostraram ingratas, e jamais voltaram a cabeça para dizer ao menos ‘obrigado’. Só retornavam a ele quando de novo suas existências se encontravam em completa confusão. Rifai tornava a ajudá-las, sem fazer qualquer referência ao passado: ele era um homem de muitos amigos, e os ingratos sempre terminavam sozinhos.
São belas palavras, mas não sei se sou capaz de perdoar a ingratidão com tanta facilidade.
É muito difícil. Mas não há escolha: se você não perdoar, irá pensar na dor que lhe causaram, e esta dor não passará nunca.
Eu não estou dizendo que você deva gostar de quem lhe fez mal. Não estou dizendo que volte a conviver com essa pessoa. Não estou sugerindo que passe a vê-la como um anjo, ou como alguém que agiu insensatamente, sem intenção de ferir. Estou apenas afirmando que a energia do ódio não irá levá-lo a lugar nenhum; mas a energia do perdão, que se manifesta através do amor, conseguirá transformar positivamente sua vida.
Fui ferido muitas vezes.
Não conseguiu afastar as cicatrizes de algumas injustiças que cometeram com você durante sua vida? Mas o que isso lhe acrescenta de bom?
Nada. Absolutamente nada. Apenas um constante desejo de ter piedade de si mesmo, porque foi vítima dos que eram mais fortes. Ou então, vestir-se como um vingador pronto para ferir mais ainda aquele que o machucou. Você não acha que está perdendo seu tempo com isso?
Acho que é humano.
Realmente é humano. Mas não é nem inteligente, nem razoável. Respeite seu tempo nesta Terra, saiba que Deus sempre o perdoou, e perdoe também.
Você entenderá melhor o ser humano ferido que foi um dia. Faça mentalmente uma lista de todos que você julga odiar, porque te feriram. Perdoe um a um, e sua alma estará mais leve, e sua vida mudará para muito melhor.

Lutando Por Uma Boa Idéia

Hoje em dia já não há mais quem duvide da importância que o capital intelectual tem para as empresas. Na era da informação, o talento e o conhecimento de cada membro da organização – bem como a forma pela qual isso é incentivado e utilizado – são os diferenciais que distinguem os que assumem a liderança dos que simplesmente vão ficando para trás.
Logo, não é pouco o interesse despertado pelas questões que envolvem o gerenciamento do capital intelectual. Minha contribuição para esse debate parte de um ponto de vista peculiar, o de um dealmaker que construiu sua trajetória profissional nutrindo, desenvolvendo e viabilizando idéias, até transformá-las em negócios de sucesso – caso, por exemplo, da filial nacional da agência de modelos Elite Models, da versão brasileira da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda. Essas e outras iniciativas de sucesso nasceram de idéias, do empenho para viabilizá-las e das parcerias estabelecidas para concretizá-las. Esse background me leva a ressaltar o que, a meu ver, constitui um aspecto crucial do capital intelectual: é da mente das pessoas que nascem as boas idéias, e são das boas idéias corretamente implementadas que nasce todo o resto.
Uma boa idéia é uma das principais contribuições que um funcionário pode dar à empresa na qual trabalha. É assim que ele deixa de ser um funcionário para se tornar um intra-empreendedor. E é assim que o capital intelectual se traduz em iniciativas concretas, capazes de aumentar o crescimento e alçar a empresa a novos vôos. Todas as pessoas têm idéias - umas mais do que outras, claro. Contudo, a maioria não se sente motivada a participar, a contribuir com sugestões, a melhorar o dia-a-dia da empresa onde trabalha sem limitar essas participações a determinados departamentos.
Quando as empresas enfrentam alguma crise ou precisam resolver algum problema, geralmente contratam consultores externos em vez de buscar soluções dentro da própria companhia. As empresas estão cheias de pessoas com excelentes idéias, só que essas idéias não são aproveitadas na prática por diversos motivos. Pode ser que a idéia seja fantástica, mas seu criador talvez não tenha atitude, não tenha coragem de mostrá-la, ou talvez a idéia seja de um funcionário que é rejeitado pelos demais, que é excluído dentro da própria organização, pelas mais diferentes razões.
Às vezes, por outro lado, a idéia é ótima, mas quem a tem não sabe apresentá-la no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa. Entretanto, na maioria dos casos, o principal problema está exatamente na pessoa que recebe a nova idéia. É comum que os gerentes não busquem nem aprovem novas idéias simplesmente porque elas são capazes de mudar todo o procedimento e a maneira de executar determinadas atividades. Afinal, uma mudança geralmente implica a criação de novas regras, novas condutas, novos mecanismos, novas ações internas e externas e tudo isso dá trabalho – quando não resulta na mudança de posições, cargos ou mesmo em demissões.
Muitos diretores e gerentes não querem ter mais trabalho nem correr o risco de assumir a responsabilidade por uma mudança, mesmo que seja para facilitar sua própria vida, eliminar entraves, motivar as pessoas do departamento, aumentar a produtividade da empresa, ampliar sua visibilidade e contribuir para que ele cresça na organização. Cuidado: esses funcionários estão com o freio de mão puxado e também estão puxando o freio da empresa.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Frase

"A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil; e o escrever dá-lhe precisão."
Francis Bacon

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aparências

Se vivêssemos em um mundo perfeito, as pessoas não dariam tanto valor à aparência. Mas, infelizmente, as coisas não são assim. Em seu livro Blink, o jornalista americano Malcolm Gladwell se refere a uma experiência na qual músicos candidatos a vagas em uma orquestra fizeram seus testes por detrás de uma cortina, sem que as pessoas encarregadas da seleção pudessem vê-los tocar. O resultado é que foram selecionadas pessoas que teriam sido rapidamente descartadas, caso os selecionadores tivessem tido a chance de avaliá-las, primeiro, com base em sua aparência – e não apenas em seus dotes musicais.
Queiramos ou não, estamos constantemente sujeitos a esse tipo de pré-julgamento. Assim, é uma questão de bom senso tentar virar o jogo a seu favor. Não é preciso ser um especialista em moda e estilo para saber que suas roupas transmitem uma mensagem a seu respeito e que, ao decidir como vestir-se, você também estará decidindo a mensagem que deseja transmitir.

A segunda chance

As Sibilas, feiticeiras capazes de prever o futuro, viviam na antiga Roma. Um belo dia, uma delas apareceu no palácio do imperador Tibério com nove livros; disse que ali estava o futuro do Império, e pediu dez talentos de ouro pelos textos. Tibério achou caríssimo e não quis comprar.
A sibila saiu, queimou três livros, e voltou com os seis restantes. "São dez talentos de ouro", disse. Tibério riu, e mandou-a embora; como tinha coragem de vender seis livros pelo mesmo preço de nove?
A sibila queimou mais três livros e voltou para Tibério com os únicos três volumes que restavam: " custam os mesmos dez talentos de ouro". Intrigado, Tibério terminou comprando os três volumes, e só pode ler uma pequena parte do futuro.

Sempre há uma segunda chance na vida. Mas não desperdice a primeira.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

30 dicas para escrever bem

1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria. Ninguém merece isso, mesmo que pareça maneiro, valeu?
9. Nunca use palavras de baixo calão, porra! Elas podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! O seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade – e esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo!
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá agüentar, já que é insuportável o mesmo final escutar o tempo todo sem parar.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Borboletas

"Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"
Mário Quintana

Libertando-se dos Condicionamentos

Quanto mais nos tornamos dependentes de hábitos e condicionamentos, mais dificuldades temos para perceber as coisas que não podem ser vistas de imediato. O que não pode ser visto de imediato é o que está além das aparências: a raiz de um problema, as verdadeiras motivações das pessoas (bem como as nossas), as soluções que nem sempre são óbvias, as intenções ocultas em palavras e atitudes, as possíveis armadilhas de um negócio que parece ter tudo para dar certo e as oportunidades que se apresentam sob a forma de desafios. Não há como perceber tudo isso se nossa percepção estiver limitada por padrões repetitivos e mecânicos.
Para saber se alguma coisa tem ou não importância, é preciso, primeiro, percebê-la como ela Por mais que isso pareça evidente, quantas vezes deixamos de fazer? Quantas vezes descartamos ou negligenciamos algo, movidos não por uma observação criteriosa, mas por uma opinião preconcebida? E quantas vezes percebemos, às vezes tarde demais, que aquele mesmo detalhe era, na verdade, algo fundamental para o sucesso de nosso empreendimento?

• Os sete pecados capitais: Preguiça

Os sete pecados capitais: Preguiça

Definição do dicionário: substantivo feminino, do Latim Prigritia. Aversão ao trabalho; negligência; indolência.

Para a Igreja Católica: todos os seres vivos que se movem devem ganhar o pão com o suor do seu rosto, e não estar sempre pensando em resultados seguros e imediatos. A preguiça é uma falta de esforço físico ou espiritual, que degenera a alma e leva à tristeza e à depressão.

Uma história da tradição oral: Assim que morreu, Juan encontrou-se num belíssimo lugar, rodeado pelo conforto e beleza que sonhava. Um sujeito vestido de branco aproximou-se: “você tem direito ao que quiser: qualquer alimento, prazer, diversão”, disse.
Encantado, Juan fez tudo que sonhou fazer durante a vida. Depois de muitos anos de prazeres, procurou o sujeito de branco:
“Já experimentei o que tinha vontade”, disse. “Preciso agora de um trabalho, para me sentir útil”.
“Sinto muito”, disse o sujeito de branco, “mas esta é a única coisa que não posso conseguir. Aqui não há trabalho”.
“Passar a eternidade morrendo de tédio? Preferia mil vezes estar no inferno!”.
O homem de branco aproximou-se, e disse em voz baixa:
“E onde o senhor pensa que está?”

Segundo Winnie Albert: como é que uma sociedade pode sobreviver se está cada vez mais concentrada em alimentos congelados, fotos instantâneas, purê de batatas, e leitura dinâmica, e calculadoras eletrônicas?

Sociologia da preguiça: tanto aquele que trabalha em excesso, como aqueles que se recusam a trabalhar, estão reagindo da mesma maneira – procurando afastar-se dos problemas naturais de qualquer ser humano, evitando pensar na realidade próxima e nas responsabilidades inerentes a uma vida normal (Fonte: O trabalhador compulsivo, Oxford, 2001)

Segundo o budismo: tradicionalmente, a preguiça é um dos principais obstáculos ao despertar da alma. Ela se manifesta de três maneiras: a preguiça do conforto, que nos faz permanecer sempre no mesmo lugar. A preguiça do coração, quando nos sentimos desencorajados e desestimulados. Finalmente, a preguiça da amargura, quando nada mais nos importa, e já não somos parte deste mundo ( Fonte: Pema Shodron in Shambala Sun, Novembro 1998)

Comentário do Tao Te King: Um homem no caminho adapta-se ao Caminho. Um homem na virtude adapta-se à Virtude. Um homem que perde alguma coisa conforma-se à Perda. Aquele que se conforma com o Caminho é alegremente aceito por ele. Aquele que é virtuoso é aceito pela virtude. Aquele que se conforma com a perda é aceito pela Perda.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

• Os sete pecados capitais: Inveja

Os sete pecados capitais: Inveja

Segundo o dicionário: s.f., do Latim Invidia. Misto de pena e de raiva; sentimento de desgosto pela prosperidade ou alegria de outrem; desejo de possuir aquilo que os outros possuem.

Para a Igreja Católica: Se opõe ao Décimo Mandamento (Não cobiçar as coisas alheias). Aparece pela primeira vez no Genesis, na história de Caim e seu irmão Abel.

Em uma história judaica: Um discípulo questionou os rabinos a respeito da passagem no Genesis: “Agradou-se o Senhor de Abel e sua oferta, ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, e descaiu-lhe o semblante. Então lhe disse o Senhor: por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? “
Responderam os rabinos:
" Deus deve ter perguntado a Caim: por que andas irado? Foi porque não aceitei tua oferenda, ou porque aceitei a oferenda de teu irmão?"

Para o jornalista Zuenir Ventura: Os verbos associados a ela (inveja) são corrosão, destruição. Ao mesmo tempo, é preciso encarar a inveja como uma reação humana. Todos os teóricos da inveja acham que a melhor maneira de lutar contra ela é assumir que todo mundo a tem, em graus diferentes.

Para o escritor Giovanni Papini: A melhor vingança contra aqueles que me pretendem rebaixar consiste em ensaiar um vôo para um cume mais elevado. Talvez não subisse tanto sem o impulso de quem me queria por terra. O indivíduo verdadeiramente sagaz faz mais: serve-se da própria difamação para retocar melhor o seu retrato e suprimir as sombras que lhe afetam a luz. O invejoso torna-se, sem querer, o colaborador da sua perfeição.

A inveja e a ética: Para o cientista e pesquisador Dr. William M. Shelton, a inveja é uma reação provocada por pessoas fracassadas, que buscam evadir-se da realidade escondendo-se por detrás de uma cruzada visando restabelecer “valores morais”, “ideais nobres”, e “justiça social”. A situação ganha uma dimensão perigosa quando o sistema escolar começa a desenvolver no aluno o condicionamento para desprezar todos aqueles que conseguem ser bem-sucedidos, atribuindo sempre qualquer êxito à corrupção, manipulação, e degradação moral. Como a busca do sucesso é algo inerente à condição humana, os estudantes terminam em um processo esquizofrênico de odiar justamente aquilo que os levaria à felicidade, aumentando desta maneira as crises de ansiedade, e diminuindo a capacidade de inovar e melhorar a sociedade.

Satã e os demônios: Os demônios vieram reclamar com o Príncipe das Trevas. Há dois anos tentavam determinado monge que vive no deserto. “Já lhe oferecemos dinheiro, mulheres, tudo o que temos em nosso repertório, e nada funcionou.”
- Vocês não conhecem direito o trabalho – respondeu Satanás. – Venham ver como se deve agir em um caso desses.
Voaram todos até a caverna onde o monge santo vivia. Ali, Satanás sussurrou no seu ouvido:
- Seu amigo Macário acaba de ser promovido a bispo de Alexandria.
Imediatamente o homem blasfemou contra os céus, e perdeu sua alma.

Comentário do Tao Te King: Os sábios perfeitos da Antigüidade eram misteriosos, sobrenaturais, penetrantes, profundos demais para serem compreendidos pelos homens.
Eram atentos como o homem que cruza o tormentoso rio em pleno degelo depois do inverno. Prudentes como aquele que é hóspede de alguém muito cerimonioso. Evanescentes como o gelo ao derreter. Despretensiosos como a madeira bruta que não recebeu qualquer forma das mãos humanas.
Quem pode, pela serenidade, purificar, pouco a pouco, o que é impuro? Quem pode tornar-se calmo e assim para sempre permanecer? Aquele que segue o Caminho Perfeito não deseja estar cheio de coisa alguma.

(a seguir: Preguiça)

Os Limites de Cada Um

A mensagem de hoje é especialmente destinada aos "workaholics", ou os viciados em trabalho. Certa vez o publicitário Washington Olivetto disse em uma entrevista que trabalhar em excesso a ponto de perder os fins de semana e todo o seu tempo livre não é exatamente um mérito, mas um sinal de incompetência. É preciso saber distinguir se você está trabalhando demais porque precisa, porque não está conseguindo organizar seu tempo de forma adequada ou porque está assumindo mais compromissos do que é capaz de cumprir.
Se o descanso não é uma de suas prioridades, deveria ser. Quem nunca tem tempo de relaxar e dedicar-se a algum hobby ou interesse pessoal não consegue recarregar as baterias e encontrar a energia e a criatividade necessárias para lidar com os desafios do dia-a-dia de forma produtiva. E acaba se tornando prisioneiro de um círculo vicioso: trabalha demais porque não consegue dar conta de tudo e não consegue dar conta de tudo porque trabalha demais.

Lidando Com o Sadim

Você já tentou conversar com alguém que, em vez de prestar atenção no que você diz, fica o tempo todo preocupado com o que ele vai dizer? Que o interrompe a cada segundo e fala sem parar? Então cuidado: essa pessoa pode ser um Sadim. Sadim significa Midas ao contrário. É aquela pessoa que, em vez de transformar em ouro tudo o que toca, tem o dom de arruinar as coisas nas quais põe a mão.
Conversar com o Sadim não costuma ser muito agradável. Sua maior preocupação é mostrar o quanto ele é inteligente e brilhante. Como não possui nenhum “desconfiômetro”, ele nem se dá conta do quanto está sendo chato. Só tem um jeito de fazê-lo ficar quieto: experimente fazer com que o Sadim assuma alguma responsabilidade. Nessa hora, ele vira um ator de primeira: sabe como ninguém fingir-se de morto.
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