quinta-feira, 6 de agosto de 2009

10 Maneiras de mudar sua vida em 59 segundos

O novo livro “59 Seconds: Think a Little. Change a Lot” (“59 Segundos: Pense um Pouco. Mude Muito”, ainda não lançado no Brasil) esmiuça provas de estudos empíricos em uma variedade de publicações cientifícias em pequenos pedaços de conselhos capazes de mudar vidas.

1 » Na próxima vez que você for a uma reunião importante, obtenha uma fácil e rápida vantagem psicológica sentando-se no meio do grupo.
2 » Durante um encontro, comece indiferente e depois torne-se mais positivo; foque em coisas que ambos desgostem e imite a linguagem corporal de seu par.
3 » Para proporcionar um aumento significativo em sua felicidade, force seu rosto a sorrir e segure essa expressão por 20 segundos.
4 » A melhor maneira de conseguir que alguém goste de você não é fazendo um favor, mas fazendo com que essa pessoa faça um pequeno favor para você.
5 » Para diminuir com a bebida e a comida, use copos estreitos, coloque um espelho em sua cozinha e mantenha um diário alimentar.
6 » Compre experiências e não bens. Vá a um show, filme, lugar diferente ou um restaurante estranho: qualquer coisa que forneça uma oportunidade de fazer algo com outras pessoas ou de contar aos outros depois.
7 » Ajude a atingir seus objetivos contando-os a amigos, familiares e colegas.
8 » Para ajudar a manter um relacionamento vivo, lembre-se de balancear cada comentário negativo com cinco positivos.
9 » Quando for procurar um emprego, aumente sua credibilidade mencionando qualquer fraqueza óbvia no começo da entrevista.
10 » Vá atrás de mudanças “intencionais” começando um novo hobby, filiando-se a uma organização, aprendendo uma habilidade, iniciando um projeto ou conhecendo novas pessoas.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

É Preciso Ter Mais do que Talento

No mundo competitivo em que vivemos, quem quiser se destacar da multidão precisa ter um pouco mais do que talento. Precisa ter visão para elevar seu talento acima da massa de profissionais talentosos, porém pouco ousados e inovadores. Os dicionários definem talento como uma aptidão natural ou uma habilidade adquirida. Ou, também, como uma inteligência excepcional. Mas para usar isso com o melhor proveito possível nos negócios, há que se somar ao talento uma boa dose de ousadia. E para que a ousadia conduza a novos caminhos, à superação de limites, a soluções criativas e à inovação, ela não pode estar separada da visão, pois é da visão que vem o discernimento.
Talento sem ousadia é mediocridade. Ousadia sem visão é inconseqüência. Há uma máxima que diz: “talento é acertar um alvo que ninguém consegue acertar. Genialidade é acertar um alvo que ninguém consegue enxergar”. Confie em seu talento, mas certifique-se de que você o está combinado às qualidades certas, capazes de potencializá-lo e de fazê-lo render ainda mais. Só assim você conseguirá se destacar.

O arco, a flecha e o alvo

Todos nós somos arqueiros da vontade Divina. E portanto, é indispensável saber que instrumentos temos à nossa disposição.

O arco
O arco é a vida: dele vem toda a energia.
A flecha irá partir um dia. O alvo está longe.
Mas sua vida permanecerá sempre com você, e é preciso saber cuida-la.
Precisa de períodos de inação – um arco que sempre está armado, em estado de tensão, perde sua potência. Portanto, aceite o repouso para recuperar sua firmeza: assim, quando você esticar a corda, estará com sua força intacta.
O arco não tem consciência: ele é um prolongamento da mão e do desejo do arqueiro. Serve para matar ou para meditar. Portanto, seja sempre claro em suas intenções.
Um arco tem flexibilidade, mas também tem um limite. Um esforço além da sua capacidade irá quebra-lo, ou deixar exausta a mão que o segura. Da mesma maneira, não exija mais do seu corpo do que ele pode lhe dar. E entenda que um dia a velhice chegará – e isso é uma benção, e não uma maldição.
Para manter com elegância o arco aberto, faça com que cada parte dê apenas o necessário, e não disperse suas energias. Assim, você poderá disparar muitas flechas sem se cansar.

A flecha
A flecha é a sua intenção. É o que une a força do arco com o centro do alvo.
A intenção do ser humano tem que ser cristalina, reta, bem equilibrada.
Uma vez que ela parte, não voltará, então é melhor interromper um processo – porque os movimentos que o levaram até ele não estavam precisos e corretos – do que agir de qualquer maneira, só porque o arco já estava retesado e o alvo estava esperando.
Mas jamais deixe de manifestar sua intenção se a única coisa que o paralisa é o medo de errar. Se fizer os movimentos corretos, abra sua mão e solte a corda, dê os passos necessários e enfrente seus desafios. Mesmo que não atinja o alvo, você saberá corrigir sua pontaria da próxima vez.
Se não arriscar, jamais saberá quais as mudanças que eram necessárias.

O alvo
O alvo é o objetivo a ser alcançado.
Foi escolhido por você. Nisso reside a beleza do caminho: você não pode jamais desculpar-se, dizendo que o adversário era mais forte. Porque foi você que escolheu seu alvo, e é responsável por ele.
Se olhar o alvo como inimigo, poderá até mesmo acertar o seu tiro, mas não conseguirá melhorar nada em você mesmo. Passará sua vida tentando colocar apenas uma flecha no centro de uma coisa de papel ou madeira, o que é absolutamente inútil. E quando estiver com outras pessoas, viverá reclamando que não faz nada de interessante.
Por isso, você precisa escolher seu objetivo, dar o melhor de si para atingi-lo, olhando-o com respeito e dignidade: precisa saber o que ele significa, quanto custou do seu esforço, do seu treinamento, da sua intuição.
Ao olhar o alvo, não se concentre apenas nele, mas em tudo que acontece ao seu redor: porque a flecha, ao ser disparada, irá encontrar-se com fatores que você não conta, como o vento, o peso, a distância.
O objetivo só existe na medida em que um homem é capaz de sonhar atingi-lo. O que justifica a sua existência é o desejo - ou ele seria uma coisa morta, um sonho distante, um devaneio.
Assim, da mesma maneira que a intenção busca seu objetivo, o objetivo também busca a intenção do homem, porque é ela que dá sentido a sua existência: já não é mais apenas uma idéia, mas o centro do mundo de um arqueiro.


A Seta e o Alvo

Eu falo de amor à vida, você de medo da morte
Eu falo da força do acaso e você, de azar ou sorte
Eu ando num labirinto e você, numa estrada em linha reta
Te chamo pra festa mas você só quer atingir sua meta

Sua meta é a seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Eu olho pro infinito e você, de óculos escuros
Eu digo: "Te amo" e você só acredita quando eu juro
Eu lanço minha alma no espaço, você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro e você só lamenta não ser o que era
E o que era ? Era a seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Eu grito por liberdade, você deixa a porta se fechar
Eu quero saber a verdade, e você se preocupa em não se machucar
Eu corro todos os riscos, você diz que não tem mais vontade
Eu me ofereço inteiro, e você se satisfaz com metade

É a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada ?

Sempre a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada...

Paulinho Moska

Intuição: Saiba Usá-la Para Chegar ao Sucesso

A intuição, o “faro” ou o “feeling” é o diferencial que distingue um empresário ou um profissional bom ou razoável de um que é brilhante; de alguém que acumula um ou outro sucesso de um verdadeiro vencedor. Nesse caso, cabe a pergunta: por que algumas pessoas parecem ser mais intuitivas do que outras? Por que certas pessoas se mostram tão hábeis em usar a intuição na vida profissional e pessoal, enquanto outras demonstram o oposto disso?
O fato é que, como qualquer instrumento, a intuição precisa ser afinada. Toda a vez que ouvimos um músico tocar um instrumento perfeitamente afinado é porque, antes de subir ao palco, ele se deu ao trabalho de afinar cuidadosamente o seu instrumento. Com a intuição ocorre a mesma coisa. O primeiro passo para afiná-la consiste em cultivar uma boa auto-estima. E o que é que a auto-estima tem a ver com a intuição? Tudo. Quanto mais baixa for a auto-estima, maior a tendência de duvidar de si mesmo e, por conseguinte, de sua intuição. Contudo, uma postura radicalmente oposta a essa também surte efeitos negativos. Se uma pessoa se tem em tão alta conta a ponto de considerar-se sempre “perfeita” e “infalível”, essa auto-imagem distorcida poderá distorcer também sua forma de lidar com a intuição. Em vez de ouvi-la, alguém assim tentará manipulá-la toda vez que ela contrariar seus desejos ou intenções. Essa pessoa não está seguindo sua intuição: está seguindo seus caprichos e vontades.
Portanto, afinar a intuição exige a postura equilibrada de não se deixar minar pela baixa auto-estima, nem se deixar cegar por uma imagem arrogante e fantasiosa de si mesmo. É claro que não é fácil chegar a esse equilíbrio – e eu estaria mentindo se dissesse que existe alguma fórmula mágica. A auto-estima, bem como sua ausência e seu excesso, está ligada à história de vida de cada um, e mexer com isso implica mergulhar em um processo de autoconhecimento. Porém, quem se dispor a fazê-lo poderá começar observando suas próprias atitudes e motivações, bem como sua relação com os aspectos intuitivos que envolvem suas decisões e escolhas.
Para apurar a intuição é preciso abrir o caminho a fim de que ela possa fluir livremente. Isso não envolve nenhum tipo de “técnica para-normal”, muito pelo contrário: é tudo uma questão de observar o seu cotidiano e adotar algumas medidas concretas para remover os obstáculos que dificultam ou impedem o fluxo da intuição. Aqui vão algumas dicas para ajudá-lo nessa tarefa:
» Tenha clareza quanto a seus objetivos » Às vezes, o que achamos que queremos não é o que realmente queremos. Esse descompasso pode fazer com que a mente consciente trabalhe para uma finalidade, enquanto o inconsciente trabalha para outra.
» Aprenda a relaxar » É preciso parar de vez em quando para poder ouvir a intuição. Práticas meditativas ajudam, mas quem não se sente inclinado a isso, pode, pelo menos, aprender a soltar-se e a relaxar.
» Alimente sua intuição » O matemático francês Henri Poincaré disse certa vez que “a inspiração só vem para a mente preparada”, e uma forma de preparar a mente é alimentando-a com informações, que podem vir das mais variadas fontes: leituras, conversas, estudos, cursos, seminários, filmes, programas de TV...
» Cultive relacionamentos » O contato, a interação e o interesse pelos demais nos tornam mais experientes e sensíveis no trato com outros seres humanos, o que estimula nossa intuição em relação às pessoas.

domingo, 2 de agosto de 2009

Não Basta Ser, É Preciso Parecer

Construir uma boa reputação é essencial para transformar idéias em negócios de sucesso. Acontece que a reputação não é feita pela imagem que temos de nós mesmos. Ela é construída pela imagem que os outros têm de nós. Por isso não basta ser honesto, ético e responsável. É preciso parecer honesto, ético e responsável. Isso exige trabalho dobrado.
Um chefe mal-humorado pode ser, no fundo, uma pessoa íntegra e generosa. Mas será sempre lembrado como o chefe rabugento. Uma pessoa brincalhona e irreverente demais até pode ser séria e responsável. Mas corre o risco de ganhar fama de inconseqüente e superficial. Não fique sentado esperando que os outros descubram quem você é no fundo. Em vez disso, faça de sua imagem um espelho do que você é por dentro.

sábado, 1 de agosto de 2009

Deixa Acontecer

Deixa Acontecer

Ah, não tente explicar
Nem se desculpar
Nem tente esconder.
Se vem do coração,
Não tem jeito, não,
Deixa acontecer.

O amor é essa força incontida,
Desarruma a cama e a vida,
Nos fere, maltrata e seduz.
É feito uma estrela cadente
Que risca o caminho da gente,
Nos enche de Força e de luz.

Vai debochar da dor
Sem nenhum pudor
Nem medo qualquer.
Ah, sendo por amor,
Seja como for
E o que Deus quiser.

Vinicius de Moraes/Toquinho

As três formas de amor

Os gregos possuíam três palavras para designar o amor: Eros, Philos e Ágape.
Eros é o amor saudável entre duas pessoas, que justifica a vida e perpetua a raça humana.
Philos é o sentimento que dedicamos aos nossos amigos.
Finalmente, Ágape, que contem Eros e Philos, vai muito mais longe do fato de “gostar” de alguém.
Ágape é o amor total, o amor que devora quem o experimenta.
Quem conhece e experimenta Ágape, vê que nada mais neste mundo tem importância, apenas amar.

Não Use Fórmulas, Use a Sensibilidade

Dizem que, certa vez, um homem se aproximou de Buda e perguntou-lhe se Deus existia. “Sim”, respondeu Buda. Mais tarde, outro homem chegou e lhe fez a mesma pergunta. Dessa vez, a resposta foi não. Por fim, mais um homem chegou e, ao repetir a pergunta, ouviu a seguinte resposta: “Você terá que descobrir”. Indignado, um de seus discípulos lhe disse: “Como o senhor pode dar três respostas diferentes para a mesma pergunta?”
Buda respondeu: “Por que as pessoas são diferentes, e cada uma chegará à resposta por seu próprio caminho. A primeira acreditará em minha palavra. A segunda fará tudo para provar que estou errado. E a terceira só acredita naquilo que é capaz de provar”. Lembre-se disso na hora de negociar com alguém: o que funciona com uma pessoa, pode não funcionar com outra. Não use fórmulas, use sua sensibilidade.

Sonhar e Viabilizar

Para que uma idéia seja boa, ela tem que ser viável. Ser viável significa que existem meios de colocá-la em prática, de executá-la. Logo, quando você tem uma idéia realmente boa, ela já traz embutidos os meios de execução. Só que esses meios têm que ser desdobrados, expandidos, testados, aperfeiçoados e postos em ação... É aí que começa o trabalho duro. O fato é que muita gente acaba ficando no meio do caminho: tem a idéia, mas não tem visão suficiente para antever sua execução, ou, então, não tem a disposição necessária para vencer todos os obstáculos que surgem quando a idéia começa a ser executada. Assim, na maioria das vezes, a parte mais difícil acaba sendo a execução. Afinal, ter uma idéia não cansa. Colocá-la em prática, porém, exige um bocado de suor. Contudo, é essa habilidade prática que distingue o sonhador do realizador.

Prosperidade

É um equívoco muito comum achar que a prosperidade é um lugar ou uma posição a serem alcançados, ou a riqueza e os bens materiais acumulados. A prosperidade é um estado de espírito.Você não fica próspero, você é próspero quando descobre em si mesmo a capacidade de cultivar o equilíbrio interior e de gerar bem-estar e bens materiais quaisquer que sejam as condições. A riqueza vai e vem. Se estamos no topo da roda da fortuna, assim que essa roda se colocar em movimento, corremos o risco de ficar embaixo – afinal, não há fortuna, título, cargo ou posição que não possam ser perdidos de uma hora para outra.
A pessoa próspera, porém, nunca perde seu eixo. Mesmo que perca suas posses ou sua posição, ela é capaz de encontrar em si mesma tudo o que precisa para recuperar-se, e até vir a possuir mais do que tinha antes. Afinal, a prosperidade não é algo que vem de fora para dentro. Ao contrário: ela sempre vem de dentro para fora.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Renove-se

O que você vai fazer hoje no trabalho? O mesmo de sempre? Que tal parar para pensar no que você poderia fazer de diferente? Se você tem a sensação de que sua rotina está muito cômoda e confortável, então está na hora de mudá-la. A acomodação não é um sinal de que tudo está bem. É um sinal de que você parou de tentar tornar as coisas melhores.
O grande problema é que esse conforto é ilusório. Nesse exato momento, uma legião de profissionais talentosos e competentes está usando toda sua energia para obter um novo emprego ou conseguir uma promoção. Se você não achar nada que possa ser melhorado em sua rotina, eles com certeza acharão. Não espere o chefe dizer que a empresa precisa de sangue novo. Renove-se enquanto é tempo.

Conciliando Trabalho e Família

Conciliar trabalho e família é uma missão que desafia a todos nós. Hoje em dia, fala-se muito no “tempo qualitativo”: não importa que você passe pouco tempo com sua família, o que importa é que esse tempo seja bem aproveitado. Sinto dizer que não é bem assim. O ideal é passarmos muito tempo com a família, e que todo esse tempo seja bem aproveitado. Mas, se isso não for possível, resta-nos fazer bom uso do pouco tempo de que dispomos. Fazer bom uso implica dedicação total. Se hoje você conseguiu passar duas horas com seus filhos, mas durante esse período ficou pensando em negócios, problemas profissionais, reuniões e projetos, então você não passou duas horas com seus filhos. Não se engane com o consolo de que você faz isso pelo bem de seus entes queridos. Suprir as necessidades materiais da família é apenas uma parte de nossa função. O verdadeiro desafio é suprir, também, as necessidades emocionais e afetivas.

Segredos de um Vendedor de Sucesso

John Johnson é um desses empreendedores cuja trajetória nos enche de espanto e admiração. Neto de escravos, teve uma infância paupérrima. Começou sua vida profissional como corretor de seguros e... tornou-se sócio da empresa. Mas não parou por aí. Tornou-se, também o fundador de um império na área editorial, o que fez dele o maior empresário afro-americano dos Estados Unidos. Com base em sua experiência, ele resumiu em três princípios os segredos de um vendedor de sucesso:
1 » Capte a atenção do cliente nos primeiros dois ou três segundos.
2 » Encontre o ponto vulnerável. Todo mundo tem alguma coisa que o fará dizer sim.
3 » Encontre e cultive pontos em comum. Você e o cliente podem discordar a respeito de várias coisas, mas você não está lá para falar do que os separa. Você está lá para enfatizar os valores, as esperanças e as aspirações que unem vocês dois.

Liderar Ou Pressionar?

Muito se tem falado no papel do líder e nas características da boa liderança. É um belo discurso, sem dúvida. Mas na vida real, a coisa nem sempre é assim. Quando a pressão por resultados aumenta – e ela sempre aumenta – não é fácil transformar a teoria em prática. Nessa hora, são raros os que conseguem evitar a tentação de recorrer a um velho método, execrado por todos os cursos, livros e cartilhas de liderança: repassar a pressão para os funcionários e colaboradores. E haja intimidação, coação, ameaças e demonstrações de autoritarismo.
Para evitar isso, o autocontrole é fundamental. Uma coisa é dividir responsabilidades. Outra, muito diferente, é impor aos demais a pressão que você próprio está sentindo. Tentar aliviar-se estressando os outros só vai fazer com que toda essa pressão retorne a você. E em dobro.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As quatro fases da TPM

Fases da TPM qualquer semelhança é mera coincidência

Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:

Fase 1 » Fase Meiguinha
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal?
Talvez, se não fosse mais do que o normal.
Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.

Fase 2 » Fase Sensível
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

Fase 3 » Fase Explosiva
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.
Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...
Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara.
Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo.'. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.
Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo!
Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!
Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás,vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

Fase 4 » Fase da Cólica
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
Pelo menos até daqui a 20 dias...

Por Que Não?

Para ser bem-sucedido, muitas vezes é necessário ter a ousadia de transpor convenções e preconceitos. E, na maioria dos casos, tudo o que se precisa para dar esse salto é manter a mente aberta. Quando pensamos: “isso é impossível”, nos colocamos diante de uma muralha. Quando pensamos: “por que não?”, nos colocamos diante de um trampolim.
Perguntar-se “por que não?” pode ser uma forma salutar de expandir os horizontes e de enxergar além das convenções – desde que esse princípio não seja aplicado ao campo da ética. Quando o que está em jogo são questões que envolvem a integridade e a honestidade, o que deve existir é apenas o sim e o não.

Algumas pessoas olham para o passado e perguntam "por quê?"
Prefiro olhar para o futuro e perguntar "por quê não?"

Dicas para implementar a função de planejamento na sua agência

Segue abaixo a tradução de um texto fantástico do Leon Phang, planner da filial sueca da Jung Von Matt. São dicas preciosas não só para agências sem planejamento, mas também para aquelas em que a função não está bem estabelecida.

Como implementar um planejamento que funciona

Aqui vão algumas dicas para agências que ainda não possuem a função de planejamento, mas gostariam de ter – talvez uma agência pequena ou média com alguma ambição.
Obviamente, não há razão para convencer outros planners dos milagres do planejamento. Portanto, este post é para o restante de vocês.

Tenho total consciência de que profissionais de atendimento e de criação são capazes de fazer um planejamento satisfatório. No entanto, acredito fortemente que a especialização conduz à excelência. Em resumo, um planner full-time tem mais possibilidades de envolvimento comparado a profissionais que dividem a função de planejar e atender. Essa perspectiva, entretanto, diz respeito à função de planejamento em tempo integral.

Na Jung Von Matt da Suécia, eu cheguei como primeiro planejador. Nove meses depois, com a função de planejamento bem estabelecida, a maneira como a agência trabalha parece bem diferente. Portanto, com base na minha experiência, seguem 3 passos para criar esta 3ª disciplina:

1 » Defina um propósito
Planejamento não é trabalho terapêutico. Ou pelo menos não deveria ser. A gestão da agência deve saber claramente porque precisa de planejamento.
Visão gerencial. O planejamento como recurso precisa estar alinhado à visão da agência. O que o planejamento pretende alcançar em termos de criatividade, eficiência operacional, inspiração, inovação, pensamento estratégico, efetividade de campanha?
Compromisso e apoio. A função do planejamento não pode ser um projeto de curto prazo, pois mudanças organizacionais levam tempo para serem implementadas e os benefícios levam tempo para cristalizar. A gestão deve estar compromissada a testar novos formatos organizacionais, ser paciente com o valor agregado e apoiar a função de planejamento com recursos tais como tempo, pessoas, dinheiro e treinamento, para fazê-la funcionar.

2 » Assuma uma posição
Segundo um famoso planner disse: o planejador é a pessoa mais dispensável na agência. Eu concordo plenamente com isso, e, qualquer planner que pensa assim terá a seguinte responsabilidade para com a sua equipe:
Credibilidade. O planejador deve, por definição, conquistar a confiança e o respeito do pessoal do atendimento e da equipe de criação. Sem isso, o planner será, provavelmente, colocado de lado. Ser esperto e demonstrar inteligência é um requisito básico. Falar a mesma língua dos criativos e do atendimento (mas não ser um deles) ajuda. Tornar a vida deles mais fácil é uma boa alternativa.
Um papel claro. Planejamento não é somente teoria ou a aplicação dela, mas um papel que deve ser definido em uma equipe formada pelo diretor de atendimento/estrategista, diretor de criação e equipe de criação. Sem um papel claro, o planner ficará confuso. Um bom ponto de partida é estreitar o papel do planejamento, que pode ser definido como mais estratégico ou mais criativo.

3 » Crie espaço
O planner precisa de um palco permanente para fazer a agência crescer e se desenvolver. A única maneira de estabelecer este palco é mudando a maneira como a agência trabalha em termos de:
Processos. O planejamento deve ser integrado à rotina de processos. Dependendo de quem estará no “recebimento final”, o fluxo de trabalho da agência será um processo de 2 ou 3 passos, geralmente definido pela fase da pesquisa/análise > estratégia/conceito > criação/desenvolvimento da idéia ou equivalente. O ponto é não criar rótulos ou tornar as coisas complicadas, mas ter certeza de que o planner tenha tempo suficiente e o resto da equipe faça as coisas com o mínimo de sobreposição (o processo todo).
Rotina. Quando o planejamento é usado esporadicamente, sua qualidade cai. O modelo mental da agência deve ser de utilizar sempre o planejamento, e, quando não for necessário, optar pelo não uso. E não o contrário.

Por ultimo, planejamento é como qualquer outro trabalho. Tem a ver com personalidade, competência, etc.

Fonte da Informação: chmkt

Competência e Caráter

A personalidade das pessoas que trabalham em uma empresa é tão importante quanto suas qualificações profissionais. Que o diga quem já teve o prazer de trabalhar com alguém talentoso, mas egocêntrico, competente, mas emocionalmente instável, inteligente, mas desonesto. Nesses casos, o efeito costuma ser sempre o mesmo: os conflitos são inevitáveis e os resultados são comprometidos.
Pesquisas realizadas nos anos 80 nos Estados Unidos com gerentes demitidos constataram que todos os que participaram dos estudos possuíam qualificações profissionais impecáveis. Porém, na maioria dos casos, o que provocou sua demissão não foi a falta de competência, mas certos traços de personalidade que dificultavam – ou até impossibilitavam – sua convivência com os demais. Conclusão: não se fie apenas no seu talento. Procure aprimorar, também, o seu caráter.

domingo, 12 de julho de 2009

10 dicas para gerar grandes ideias

A ex-diretora de planejamento da JWT London e da Chiat Day New York, a Merry Baskin – atualmente na Baskin Shark, da qual é fundadora – tem um texto muito interessante no site do The Account Planning Group do Reino Unido com dicas excelentes para conduzir reuniões de Brainstorming.
Segundo ela, 9 em cada 10 pessoas nas empresas concordam que inovação e criatividade são vitais para o crescimento, mas o problema é que 9 em cada 10 pessoas que admitem isso não sabem como colocar esses conceitos em prática. Uma maneira fácil de fazer isso – muito utilizada nas agências – é a “tempestade de idéias”.
No entanto, as reuniões de Brainstorming devem ser mais desejadas e acessíveis no dia-a-dia dos escritórios. A grande ironia, diz ela, é que não basta chamar algumas pessoas para uma sala com um flipchart e começar a dizer o que quiser – se você quiser um output bom, é claro.
De acordo com Baskin, as sessões de Brainstorming precisam ser facilitadas, com a criação de um ambiente que conduz ao pensamento criativo, à tomada de risco, à experimentação e que deixe a mente correr solta. Para isso, ela dá algumas dicas excelentes.

1 » Prepare-se: Mesmo que seja um encontro de 1 hora durante o horário de almoço. O tempo gasto de antemão será recompensado pelo rumo que a reunião tomará.

Portanto, pense nos seguintes pontos:

2 » Defina o problema com cuidado, clareza e objetividade. Assegure-se de que tem o problema “certo”. Nunca use o Brainstorming para estabelecer uma disputa. Se possível, encontre um “dono” do problema, deixando você com a função de facilitar o direcionamento à solução.

3 » Pense muito bem na seleção das pessoas. Evite pessoas que não ajudem, que sejam céticas, hierárquicas e tipos que podem acabar com o bom humor do encontro.

4 » Tenha uma “programação”. Não se esqueça de incluir intervalos, que são cruciais, pois tornam as sessões mais estimulantes e ditam a mudança. Uma ideia é mandar o pessoal para uma breve caminhada, de preferência na rua, e dar uma tarefa totalmente desvinculada do escopo – com isso eles levarão seus cérebros para dar uma volta também. Geralmente, quando você para de pensar em algo, é quando a ideia aparece.

5 » Pense nos acompanhamentos. Alguns tipos de comida como espinafre e nozes, ricos em Omega 3, ajudam na memória e concentração. Cafeína e álcool antes ou depois podem deixar a sessão horrível.

6 » Escreva uma caixa de ideias. Há diversas técnicas e jogos que você pode utilizar. Quanto mais você tiver em mãos, mais confiante, criativo e flexível você ficará durante a reunião. Meus favoritos são:
• In-out listening: Deixa sua mente vagar para dentro e para fora quanto o problema vai sendo definido, e você escreve qualquer coisa que vir à sua cabeça – mesmo se for algo bobo. Use tais palavras para desencadear associações, faça conexões e transforme-as em possíveis soluções.
• Esvaziamento cerebral: Todo mundo tem algo em mente – seja um preconceito, uma ideia ou um compromisso. Tire isso deles antes de começar e, assim, poderá seguir adiante.
• Modelo dos Seis Chapéus do Edward De Bono: Um sistema que encoraja as pessoas a fazer um tipo de coisa por vez: seja racional, emocional, julgamental, positivista, etc. Cada um representa um diferente modelo e sinaliza ao grupo que foquem nessa área e evitem confusão.
• Excursões: Existem inúmeras opções, mas uma fácil é fazer com que as pessoas finjam ser algum tipo de animal, descrevam como é sua vida e sugiram como aquele animal ou suas características poderiam ajudar a resolver o problema.
• Colagens ou recortes de fotos: Faça com que as pessoas pensem visualmente em termos de imagens e associações, ao invés de apenas utilizar palavras.
• Leve o físico em consideração: Não importa se é um exercício coletivo ou atuando, é importante fazer com que as pessoas se mexam. Isso as deixa acordadas e estimula os lados direito e esquerdo do cérebro simultaneamente.

7 » Não se esqueça de construir. Raramente uma ideia já vem totalmente formada. Portanto, deixe as outras pessoas a levem adiante e veja quando seguir adiante.

8 » Pratique a escrita legível. Ou então deixe alguém para anotar e acompanhar tudo. Se você não conseguir ler o que escreveu nos seus flipcharts e nem lembrar o que foi dito, desperdiçou o tempo de todo mundo.

9 » Divirta-se. A risada é um grande desinibidor e torna o ambiente propício à criatividade.

10 » Leia alguns livros para se iniciar no assunto:
• ?What If!:How to start a Creative Revolution at Work - Dave Allan, Matt Kingdon, Kris Murrin e Daz Rudkin.
• The Innovators Handbook - Vincent Nolan
• Six Thinking Hats - Edward De Bono

Fonte da Informação: chmkt

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Concentre-se na Solução, Não no Problema

Talvez um dos melhores conselhos que já ouvi para lidar com as preocupações é o seguinte: concentre-se nas soluções, não nos problemas. É claro que, para encontrar as melhores soluções, você deve entender a fundo o problema. Ocorre que entendê-lo não significa remoê-lo. Trata-se de uma diferença de abordagem. Remoer é pensar de forma repetitiva, obsessiva até, e sempre com uma forte carga emocional. Essa distorção pode acabar transformando o problema num agente catalizador de tudo o que anda mal em nossa vida – até de coisas que nada tem a ver com o problema.
É o que acontece quando você começa a pensar: “Se eu conseguisse resolver determinada situação com meu chefe, minha carreira deslancharia e eu receberia uma promoção. Com a promoção, eu teria mais dinheiro, minha mulher pararia de reclamar e nossa vida conjugal iria melhorar. E sem tantas preocupações na cabeça, eu poderia dar mais atenção aos meus filhos e estreitar nosso relacionamento. E com tudo isso minha angústia e minha insatisfação acabariam, e eu com certeza seria mais feliz”. Será?
Quando o problema recebe toda essa carga emocional, ele se torna avassalador e paralisante – a tal ponto que nem sequer conseguimos enxergar a solução, por mais óbvia que ela às vezes possa ser. A compreensão de um problema requer uma análise objetiva, feita com equilíbrio e com um certo distanciamento crítico. Exige que ele seja reduzido à sua essência, em vez de ser expandido em uma série de ramificações, frequentemente imaginárias. Só depois disso é que podemos nos concentrar nas soluções, e não nos problemas.
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