sábado, 12 de setembro de 2009

Quem Desdenha Quer Sabotar

Certa vez li a respeito de um estudo conduzido por um pesquisador de uma universidade americana. O pesquisador convocava casais de voluntários, sobre os quais ele não tinha nenhuma informação prévia, e lhes pedia que conversassem durante alguns minutos sobre um assunto do qual eles divergissem. Após uma rápida observação, o pesquisador era capaz de prever com espantosa precisão se o casal permaneceria unido ou se iria se separar nos próximos cinco anos. Ao explicar seu método, o pesquisador disse que analisava uma série de aspectos na forma como o marido e a mulher falavam um com o outro. O aspecto principal, contudo, era o desdém. Segundo o pesquisador, se um dos cônjuges demonstrasse a tendência de dirigir-se ao outro em tom desdenhoso, então a separação era praticamente certa.
Com base em minha experiência no mundo dos negócios, eu diria que o desdém não é fatal apenas para os relacionamentos amorosos. Ele também é fatal para as relações profissionais. O desdém pode se manifestar de diversas formas: como ironia, como um falso elogio, como um quê de desprezo embutido em um comentário aparentemente inocente... Seja como for, o fato é que o desdém é um golpe baixo desferido com o objetivo de minar a auto-estima e a autoconfiança do outro. O subtexto da mensagem desdenhosa é sempre o mesmo: eu sei que você não é capaz, eu sei que você não vai conseguir e eu não acredito em você. Não é sem razão que nenhum relacionamento sobrevive quando nele é injetado o pernicioso veneno do desdém. E se por acaso sobreviver, dificilmente será uma relação saudável.

Opção Ou Obrigação?

Você já percebeu como a lista de coisas que você tem que fazer parece crescer cada vez mais? E que muitas delas nunca são feitas? De acordo com Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Les Hewitt, os autores do livro O Poder do Foco (editora Best Seller), o problema é o modo de pensar que costuma estar por trás da expressão “tenho que”. Na vida, dizem eles, você não tem que fazer coisa nenhuma. Tudo é uma questão de opção. “Espere um pouco”, você pode pensar. “Então quer dizer que eu não tenho que fazer nada? Nem trabalhar?” Ocorre que cada opção traz junto suas conseqüências. Você não “tem que” trabalhar. Você opta por trabalhar por causa dos resultados que isso lhe trará.
Ao propor a substituição do “tenho que” pelo “resolvo que”, os autores propõem, também, uma mudança de mentalidade. Essa mudança implica deixar de lado a claustrofóbica e contraproducente sensação de que as coisas lhe são impostas contra a sua vontade e assumir que você as faz por opção. É claro que isso não é fácil. Às vezes nos sentimos tão pressionados por determinadas situações que chegamos a acreditar que não temos escolha. No entanto, sempre há escolha. É tudo uma questão de estarmos dispostos a lidar com as conseqüências dessas escolhas.

O Termômetro do Sucesso

Em nossa busca pelo sucesso, pelo reconhecimento e pela realização profissional, corremos o risco de nos apegarmos de tal forma a essas coisas que elas passam a ser medida pela qual julgamos a nós mesmos e aos outros. Dependemos do sucesso assim como dependemos do ar que respiramos. E se às vezes as coisas não dão certo, ou não correm conforme o esperado, somos assolados pela sensação de que nosso mundo está ruindo e que nossa auto-estima está em frangalhos.
Para escapar dessa armadilha é preciso mudar o foco. O sucesso não é medido apenas pelo reconhecimento externo e pelos aplausos que recebemos. Cada vez que você cair e se reerguer, que errar e aprender, que não conseguir, mas tentar de novo, congratule-se! Perceba a enorme realização que isso representa e não faça do “tapinha nas costas” e dos elogios os únicos termômetros do seu sucesso pessoal.

Visionários – Invista Neles

Por incrível que pareça, ainda tem gente que acha que o visionário é uma criatura um tanto exótica, que pode causar problemas à empresa por sua maneira pouco ortodoxa de pensar e que, por isso, é melhor manter à distância funcionários com esse perfil. Pois bem, essas pessoas perderam o trem da história – e nem se deram conta disso. O visionário é aquele que possuí a rara habilidade de aliar a visão à competência. Ele não enxerga apenas o presente: enxerga também o futuro. É capaz de prever tendências e de antecipar mudanças, em vez de ser simplesmente atropelado por elas.
Um profissional assim é extremamente valioso para qualquer negócio. Tanto que as empresas à frente de seu tempo já têm até um nome para ele: CVO – Chief Visionary Officer.
O primeiro CVO – e criador do título -, foi Adam Jacknow, da Husky Express. Jacknow criou o título como uma posição superior a do CEO e com o objetivo de ressaltar a importância do visionário na formulação de políticas e estratégias capazes de indicar caminhos e manter a empresa sempre no topo. Entre os profissionais que ostentam esse título estão Steve Jobs, da Apple Computer, Tom Groth, da Sun Microsystems, e Judy Estrin, da Cisco.
Quer colocar sua empresa no século 21? Então trate de incentivar os funcionários que demonstram iniciativa e ousadia, que buscam soluções originais e inovadoras e que parecem estar sempre um passo à frente dos demais. Eles são o capital mais precioso de sua empresa. E serão, também, os novos CVOs do futuro.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Prazer e Responsabilidade

Fazer o que se gosta sempre faz parte da receita para fazer alguma coisa bem feita. O problema é que nem sempre fazemos o que gostamos. Às vezes nos submetemos a um trabalho que não nos satisfaz por causa da pressão financeira. Outras vezes, permanecemos numa parceria que não está dando certo à espera do momento e das condições adequadas para dissolvê-la. Seja qual for o motivo, há ocasiões em que a motivação acaba e, com ela, a satisfação, o prazer e o gosto por determinado trabalho.
É preciso ter muito cuidado com esses momentos. Continuar dando o melhor de si enquanto se busca uma saída é fundamental. O que está em jogo é a sua reputação. Mesmo que a satisfação tenha acabado, a responsabilidade continua. E é sua responsabilidade terminar de forma honrada, honesta e competente o que você próprio começou.

O Plano Perfeito

Como diz a canção, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”. Cuidado com os planos que demoram demais para sair do papel. Se a atenção aos detalhes é importante, o preciosismo é um sério entrave à execução de uma idéia. Por melhor que seja o seu plano de negócios, é impossível cobrir, com a teoria, todos os desdobramentos que podem ocorrer na hora em que o plano é posto em prática. Há coisas que só sabemos quando fazemos, e isso requer uma perspicácia e um jogo de cintura que plano nenhum pode nos dar. Existem planos bem-feitos. Mas planos perfeitos, esses ainda não foram inventados, se é que um dia serão. Por isso, confie no seu taco e não perca o timing.

domingo, 30 de agosto de 2009

A Grande Missão

Muita gente se angustia com pensamentos como: qual é minha missão na vida? Será que estou desperdiçando meu potencial? Qual é minha verdadeira vocação? O que devo fazer para encontrá-la e segui-la? A todas essas pessoas, que compartilham o que é, talvez, a mais humana das preocupações, o que posso dizer é: não fiquem sentadas à espera de que uma grande revelação de repente surja do nada. A grande revelação que buscamos já está aqui, bem na nossa frente. É tudo uma questão de abrir os olhos, o coração e a mente para enxergá-la.
Cada vez que você faz um trabalho bem feito, que se empenha para resolver um conflito, que aprende algo novo, que deixa o egoísmo de lado e se preocupa com os interesses dos que estão à sua volta, você já está cumprindo a mais importante das missões: a de um ser humano buscando valorizar a máximo a dádiva da vida. Seja qual for sua situação nesse momento, o caminho para realizar essa missão já lhe foi dado. O caminho é a fé e a honestidade com que você se posiciona diante dos desafios, dos dilemas e das decisões do dia-a-dia.

Revertendo a Lei de Murphy

Todo mundo já deve ter ouvido falar na lei de Murphy. Para os que não se lembram, aqui vai: “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”. A frase, atribuída ao engenheiro norte-americano Edward A. Murphy, deu origem ao livro “A Lei de Murphy e outros motivos porque tudo dá errado”, de Artur Block (Editora Record), e a várias outras obras.
Na contramão desses livros que, embora divertidos, fazem uma apologia ao pessimismo, estão “A Nova Lei de Murphy”, de Emmet Murphy Jr. (editora Sextante) e “Desmistificando a Lei de Murphy”, de Suzanne Segerstrom (editora BestSeller). Os autores revêem a célebre “lei” sob um ponto de vista bem mais encorajador. E afirmam: se alguma coisa pode dar errada, então faça com que dê certo. Eis aí duas leituras estimulantes.

Mudando de dentro para fora

Gandhi dizia: seja você mesmo a mudança que você quer ver no mundo. Suas sábias palavras nos lembram que as verdadeiras mudanças devem começar de dentro para fora. Pense nisso na hora de planejar as mudanças que você deseja implantar em sua vida profissional. Se os seus planos incluem trocar de emprego, ganhar mais, obter uma promoção, iniciar seu próprio negócio ou expandir o que você já tem, comece refletindo a respeito do que você deveria mudar em suas atitudes, comportamento e maneira de pensar para que esses planos possam produzir resultados eficazes. Afinal, não adianta apenas desenvolver estratégias brilhantes. É preciso, também, estar preparado para executá-las.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Errar é Humano, Perdoar é Divino

Quando se fala em perdão, normalmente pensamos em assuntos relativos à nossa vida pessoal. O que nos vem à mente é que precisamos aprender a perdoar o marido que nos magoou, a esposa que fez sei lá o que, os pais, os filhos, a sogra, aquele amigo ingrato... Já no ambiente profissional, a coisa muda de figura. É como se fossem mundos completamente a parte. Dificilmente pensamos em perdoar o sócio que tentou tirar vantagem de nós, o patrão que abusa de nossa boa vontade, o colega que nos puxa o tapete e tantas outras figuras que, vez por outra, surgem para colocar nossa paciência à prova.
É como se perdoar parentes e amigos fosse um gesto de magnanimidade, enquanto que perdoar pessoas ligadas ao trabalho fosse apenas estupidez. Se perdôo meu pai ou minha esposa, é porque sou equilibrado e sensato. Se perdôo meu chefe ou meu sócio, é porque sou burro. Afinal, quando o assunto é trabalho, perdoar é sinal de fraqueza, certo? Errado. Ao perdoar alguém, você está evitando que suas energias, que deveriam ser empregadas em coisas mais úteis, sejam drenadas pelo ressentimento, pelo desejo de vingança e outras mesquinharias. E isso vale tanto para o ambiente familiar quanto o profissional.
Além disso, perdoar não é o mesmo que voltar a confiar cegamente na pessoa que o prejudicou. Ao conceder o perdão, você fica livre para seguir seu próprio caminho – sem o rancor obsessivo que nos congela e paralisa. Quanto à confiança, quem a perdeu é que deve tratar de recuperá-la.

O Segredo Que Não é Segredo

Todo mundo quer saber qual é o segredo do sucesso. Isso pode ser ensinado? Existe alguma fórmula? O que fazer para chegar lá? O segredo já não é mais nenhum segredo. Ele nos foi ensinado pelos gregos, há alguns milhares de anos, e já cansamos de ouvi-lo. Trata-se da célebre frase inscrita no portal do antigo templo de Delfos: “Conhece a ti mesmo”. Posso imaginar a cara de decepção que muitos vão fazer. “Só isso?” Calma. Pense outra vez. Será que é tão pouco assim?
Conhecer a si mesmo significa, entre outras coisas, descobrir seus pontos fortes e seus pontos fracos. Saber o que o move e o que desperta sua paixão. Entender como você funciona e tirar disso o melhor proveito possível. Quando lemos as biografias de pessoas bem-sucedidas, encontramos uma longa lista de características que elas compartilham. Contudo, o que realmente faz a diferença é o toque pessoal e único que elas adicionam a essas características. E esse toque pessoal vem do conhecimento que elas têm delas mesmas.
Daí porque temos a sensação de que sempre falta alguma coisa nas listas de fatores para se chegar ao sucesso. Falta mesmo. Há que se somar a elas aquilo que faz de cada um de nós indivíduos únicos. E isso ninguém pode nos dizer – cabe a nós descobrir. Quem descobre não procura um caminho a seguir. Em vez disso, constrói o seu próprio caminho.

Dicas para usar o Twitter como ferramenta favorável à sua empresa

A rede social Twitter foi criada há mais de três anos, mas somente em 2009 ela se transformou em um serviço relevante entre os usuários da Web. O fenômeno logo chamou a atenção de muitas empresas, que passaram a tentar explorar o serviço para benefício de seus negócios. Mas qual é a influência que a rede social tem nos negócios das corporações?
Para responder à pergunta, o instituto Forrester Research elaborou um estudo que avalia a importância e os benefícios da rede social. E para realizar essa análise, a organização estudou alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.
O primeiro dado que surpreende é a faixa etária dos usuários. Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter são pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior são usuários entre 25 e 34 anos: 20% do total. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.
O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem o faz voluntariamente e está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.
Mas apesar da informalidade que marca a rede, é necessário planejamento para utilizá-la. Antes de iniciar a empreitada, o Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia. Veja como lidar com cada um deles.

Pessoas »
Para analisar se os clientes estão usando Twitter e como a ferramenta os influencia, é essencial realizar uma pesquisa de mercado. O próprio mecanismo de busca do site auxilia na tarefa. Procure o nome da sua marca e outros termos associados para identificar os usuários.

Objetivos »
Para cada ação, a empresa deve ter objetivos claros. Com o Twitter não é diferente, mas eles devem ser compatíveis com o escopo da rede social. Os objetivos mais comuns são reforço da marca, ações de relações públicas, vendas e alternativas para canal de serviço ao consumidor.

Estratégia »
O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia »
Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para implementar as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial. A Salesforce.com, por exemplo, integrou o Twitter à sua aplicação de CRM. A Omniture, companhia de análise Web, também colocou o Twitter em suas soluções.

Quais são os principais ganhos »
Além de indicar diretrizes para que as empresas atuem no Twitter, o estudo da Forrester apresenta os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas.
Confira os principais ganhos das empresas:

• Inteligência do marketing »
É comum ver casos de empresas que usam o Twitter para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou negativo.

• Proximidade com o consumidor »
Algumas empresas interceptam mensagens de consumidores na rede social para responder a questões postadas por clientes. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.


• Estímulo aos entusiastas da marca »
Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.
Reforço nas vendas » No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.

domingo, 23 de agosto de 2009

Sintomas mostram a hora de ir ao médico

Todo mundo sabe que uma dor no peito ou uma dor abdominal aguda são motivos para ir correndo ao pronto-socorro. Mas outros sintomas menos óbvios deixam dúvida sobre a necessidade de procurar ajuda.
Baseada em uma lista elaborada pela Clínica Mayo, nos EUA, com dez sinais que precisam de cuidados médicos, a Folha ouviu especialistas para saber o que cada um pode indicar e que atitude é preciso tomar.
David Lewi, clínico-geral e infectologista do hospital Albert Einstein e professor da Unifesp, afirma que alguns dos sintomas listados são mais importantes do que outros. "Mas cada um tem razão de ser."
Alfredo Salim, clínico-geral e médico de família do Hospital Sírio-Libanês, acrescenta outros sinais que demandam atenção, como tontura, sensação de queda de pressão, inchaço súbito e sede intensa.
Para Arnaldo Lichtenstein, clínico-geral do Hospital das Clínicas de São Paulo e professor da USP, outro sintoma importante é um inchaço progressivo na perna ou no rosto, que indica problemas de fígado, rim ou coração.

1 » Dor de cabeça forte repentina
É caso de urgência: a pessoa deve ser encaminhada imediatamente a um hospital. "Em quem não tem enxaqueca, o grande medo é um sangramento na cabeça, o derrame ou AVC hemorrágico", afirma Arnaldo Lichtenstein. Alfredo Salim define o sintoma como "uma explosão de dor de cabeça" e lembra que é uma das causas de morte súbita. Diferentemente do que reza o senso comum, o problema atinge pessoas de todas as idades. "Jovens podem ter um aneurisma [rompimento de vasos] que leva ao AVC hemorrágico, e os pacientes hipertensos podem sofrer ruptura de vasos cerebrais", explica. Outras possibilidades são meningite -com dor de cabeça e rigidez do pescoço- e encefalite.

2 » Perda de peso sem explicação
Uma perda involuntária de peso nos últimos três a seis meses pode ter inúmeras causas e deve ser investigada. Como parâmetro, os médicos consideram 10% do peso total, mas, no caso dos obesos, o simples fato de parar de engordar sem motivo pode ser indicativo de hipertireoidismo, depressão, doenças do fígado e câncer. Para David Lewi, do Einstein, doença oncológica é a principal suspeita quando a perda de peso ocorre sem outros sintomas. Acompanhada de febre, pode ser tuberculose. Outras doenças, como lúpus eritrematoso sistêmico, artrite reumatoide e outras doenças autoimunes costumam causar, também, febre, dor articular e manchas pelo corpo. O hipertiroidismo, por sua vez, pode provocar sudorese e mão trêmula. "Se a pessoa continua comendo, eu pensaria em problema na tireoide, diabetes e causas endrocrinológicas. Em idoso, a maior causa é a depressão", afirma Arnaldo Lichtenstein, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Segundo ele, em jovens o emagrecimento injustificado pode ser sinal de anorexia nervosa, bulimia e problemas psiquiátricos, além de hipertireoidismo e diabetes.

3 » Fraqueza, perda de visão ou da fala súbita
Se você tem esses sintomas, minutos contam, alerta a equipe da Clínica Mayo. Eles são sinais de um AVC ou de um "ataque isquêmico transitório", chamado também de mini-AVC. Procure atendimento logo se tem fraqueza súbita ou paralisia em um dos lados do corpo, perda, diminuição da visão ou visão borrada repentinamente, perda da fala ou problemas para entender os outros, vertigem inexplicável ou perda de equilíbrio. "Trata-se da perda súbita do fluxo cerebral por conta de algum problema na artéria, como um coágulo de sangue ou uma doença arterial que causa obstrução", afirma Lewi. O médico ressalta a importância de socorro rápido. "Hoje, se for atendido em três 3 horas, a pessoa pode se recuperar e ficar sem sequelas." Nada de perder tempo, portanto.

4 » Ver flashes de luz
O mais específico dos sintomas pode sinalizar um rasgo na retina que, se não for tratado com urgência, pode levar ao descolamento da retina e à perda parcial ou total da visão. "O primeiro sintoma é um relâmpago, como se estivessem tirando fotos com flash. Depois, o sinal do descolamento são manchas escuras no campo visual, como se fechassem a cortina", afirma a oftalmologista Nilva Moraes, do Instituto da Visão da Unifesp. Segundo ela, o melhor a fazer é convocar um oftalmologista de confiança e partir para o pronto-socorro. Em pessoas saudáveis, os fatores de risco são trauma ocular, miopia superior a seis graus e idade superior a 50 anos. Na opinião de Lichtenstein, esse sintoma não deveria estar na lista. "É muito específico e, geralmente, ocorre em um olho só", justifica.

5 » Delírios
Mudanças em comportamento ou pensamento podem ser causadas por muitos problemas, incluindo infecção, condições psiquiátricas ou medicamentos, especialmente aqueles que começaram a ser administrados recentemente. O paciente pode apresentar uma confusão severa ou uma mudança rápida no estado mental, como da letargia para a agitação. "Na primeira manifestação é urgente", afirma Salim. Os delírios podem sinalizar um AVC, um tumor e também uma doença infecciosa viral, a encefalite. "Nesse caso, o tempo que leva para procurar o médico define como o problema vai evoluir e se a pessoa vai sair sem sequelas ou mesmo sobreviver", afirma Lewi. Os delírios podem vir acompanhados de dor de cabeça súbita e mudança de personalidade. Salim menciona ainda os problemas psiquiátricos. "Surto psicótico agudo começa com delírio", diz. Já nos idosos as causas podem ser variadas. "Qualquer problema sistêmico pode dar delírios, como desidratação e infecção", pondera Lichtenstein.

6 » Sentir-se saciado após comer pouco
Sentir-se satisfeito antes que o normal ou depois de comer menos do que o costume não em uma refeição, mas por mais de uma semana, é razão suficiente para procurar um médico clínico ou um gastroenterologista. Frequentemente, pode vir acompanhada de outros sintomas, como náuseas, vômitos, inchaço, febre e perda ou ganho de peso. "Enquanto a alteração do hábito intestinal está ligado ao intestino, a saciedade tem relação com o estômago. É uma queixa comum de gastrite e úlcera -não precisa nem ter queimação- e pode até ser câncer", afirma Arnaldo. Para Salim, o problema pode ter outras origens, como fígado, vesícula e esôfago. "E também pode indicar problemas cardiológicos, como insuficiência cardíaca e obstrução de coronária direita, mas não é comum", ressalva.

7 » Febre alta ou persistente
Febre superior a 37,8ºC, com duração acima de quatro dias, precisa ser investigada. Segundo Lewi, 60% das febres de origem indeterminada são de natureza infecciosa, entre elas as bacterianas, como infecção do trato urinário e meningite. O restante pode ser causado por tumores, alguns medicamentos de uso crônico (anticonvulsivante) e doenças reumatológicas, como lúpus e artrite reumatoide. "É um quadro que implica tratamento rápido, porque sem antibiótico a pessoa pode evoluir mal e até morrer", afirma o médico. Alfredo Salim Helito, do Sírio-Libanês, concorda. "Quando vem associada a mal-estar, tosse, queda do estado geral, transpiração ou confusão mental, deve-se procurar um atendimento de emergência", afirma. Se a pessoa sentir tremores, também, pois é indício de infecção bacteriana.

8 » Fôlego curto
Se a pessoa apresenta uma dificuldade súbita de respirar ou está arfando em busca de ar, não há dúvida de que se trata de uma emergência hospitalar. "É um sintoma que merece ser visto rapidamente, porque pode ser algo banal ou problemas sérios, como embolia pulmonar, infarto e insuficiência cardíaca descompensada", afirma Helito. Se a falta de ar vem se agravando há meses, pode ser um sintoma de doenças pulmonares ou cardíacas. "Se tem menos de uma semana, pode ser asma, pneumonia ou embolia, e a pessoa precisa ir ao pronto-atendimento. O infarto, em algumas pessoas, pode vir só com falta de ar, sem dor", diz Arnaldo Lichtenstein, do HC. Já a embolia pulmonar, outro quadro grave que exige socorro imediato, vem sempre associada a trombose em um dos membros, principalmente os inferiores, que incham repentinamente.

9 » Mudanças inexplicáveis dos hábitos intestinais
Para Lichtenstein, uma pessoa que tem hábito intestinal diário, passa três ou quatro dias constipada e depois tem uma diarreia deve ligar o sinal de alerta. Segundo Lewi, fezes com sangue, diarreia com duração de uma semana e constipação que dura mais de três semanas podem sinalizar infecção bacteriana, viral ou infestação por parasitas. "Não pode ter esses sintomas e deixar de ir ao médico. Se houver um único sangramento vivo, em grande quantidade, é melhor ir ao pronto-atendimento", afirma ele, para quem câncer de cólon e doenças intestinais inflamatórias -como retocolite ulcerativa, uma inflamação de natureza autoimune, e doença de Khron- podem provocar esses sintomas. Depressão, ansiedade, problemas inflamatórios intestinais ou na tireoide também não podem ser descartados. "O intestino é um órgão de choque de muitos problemas que não são intestinais. O indicado é procurar um clínico ou ir direto a um gastroenterologista", diz.

10 » Juntas quentes, vermelhas ou inflamadas
Esse é o campo dos reumatologistas. A exceção são os casos em que somente uma das juntas está inchada ou inflamada, o que pode sinalizar uma infecção e geralmente tem febre associada. "A artrite séptica é causada por bactérias e pode ser identificada quando uma junta única fica quente, muito inchada e extremamente dolorida. É urgentíssimo, porque precisa drenar a articulação e tirar o pus", afirma Salim. Se atinge mais de uma junta, pode ser um episódio de gota, artrite reumatoide, lúpus, febre reumática. Arnaldo Lichtenstein menciona ainda doenças sistêmicas, como leucemias, anemia falciforme e problemas endocrinológicos, como possíveis causas dos sintomas.

Fonte: Folha On Line

Chatômetro: Aprenda a Usar

Todos sabemos – ou deveríamos saber – que cultivar uma boa imagem é um fator fundamental para o sucesso. É, também, uma das ferramentas básicas do marketing pessoal. Quanto mais aspectos positivos estiverem associados à sua imagem, maiores serão as suas chances de expandir sua rede de contatos, cultivar relacionamentos, ser lembrado, ouvido e respeitado. Contudo, há uma forma insidiosa de prejudicar nossa imagem. Levados pelas pressões do dia-a-dia, corremos o risco de nos tornarmos chatos sem nos darmos conta disso. É muito fácil identificar um chato – às vezes até à distância. Só que a coisa muda de figura quando o chato somos nós. Em geral, somos os últimos a perceber, se é que percebemos.
Pode parecer tolice, mas essa tolice tem um preço. A maioria dos seres humanos reage da mesma forma ao se ver diante de um chato: tenta evitá-lo ou, se não der sorte, tenta fugir dele o mais rápido possível. E, assim, o chato vai perdendo convites, oportunidades, informações e amigos. Se quiser descobrir em que nível você está na escala humana da chatice, leia as frases abaixo e reflita honestamente sobre como você se situa em relação a elas. E lembre-se: chatice tem cura.
Você se torna chato quando:
1 » Reclama muito e pouco faz
2 » Fala mais do que ouve
3 » Critica mais do que ajuda
4 » Procura se exibir em vez de se educar
5 » Repete-se em vez de se renovar
6 » Força a intimidade em vez de cultivá-la
7 » Impõe sua presença em vez de conquistar seu espaço
8 » Inveja mais do que admira
9 » Está sempre de mau-humor
10 » Acha-se muito engraçado – mas é o único que ri de suas próprias piadas

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ao Sair, Encoste a Porta

Algumas de nossas principais preocupações parecem ser sempre as mesmas. Como obter um emprego ou uma promoção, como atrair um novo sócio ou investidor, como contratar aquela pessoa que parece ser capaz de fazer a diferença... Mas não é com freqüência que damos a devida atenção às situações opostas: como deixar um emprego, recusar uma promoção, desfazer uma sociedade ou dispensar um funcionário. Esse é um erro que pode ser fatal.
Saber finalizar algo é tão importante quanto saber começar. Agir com transparência e honestidade é fundamental. E usar o tato e a diplomacia para aparar possíveis arestas também é. Contenha o impulso de dar vazão à raiva e de “dizer umas poucas e boas”. Não caia no equívoco de pensar: “Eu estou saindo mesmo, que mal isso pode fazer?” O mundo dá muitas voltas, e não é de todo impossível que, um dia, as pessoas que se sentiram feridas, traídas ou humilhadas por nós se encontrem numa posição na qual poderão nos prejudicar.
Chutar o pau da barraca pode conceder um efêmero consolo ao seu ego. Mas seu único efeito prático é nutrir o ressentimento e o desejo de vingança dos que foram alvos de sua ira. Procure ater-se aos aspectos profissionais e mantenha a elegância. No mundo dos negócios, é muito mais sábio e prudente encostar a porta ao sair em vez de batê-la.

Receita Contra a Crise

Crises são inevitáveis. Não há ninguém que não passe por elas. Às vezes as crises são pessoais. Às vezes são familiares, existenciais, profissionais... ou tudo isso ao mesmo tempo. Até Madre Teresa de Calcutá passou por sérias crises de fé. Por incrível que pareça, a religiosa que era tida como exemplo de fé inabalável revelou em suas cartas, recentemente compiladas em livro, que muitas vezes era assolada pelos tormentos da dúvida e do desânimo. Contudo, mesmo em meio a essas dificuldades, jamais deixou de se dedicar aos seus objetivos, à sua missão de vida.
Talvez possamos extrair daí uma poderosa receita para sobreviver à crise: não se deixar paralisar. Você pode precisar de uma pausa para colocar as idéias no lugar, mas isso nada tem a ver com paralisia. Se você está pondo as idéias no lugar, então não está paralisado. É claro que isso não é fácil, ainda mais quando a crise nos deixa com a sensação de que não estamos chegando a lugar algum, que nossas opções parecem ter se esgotado e que não há nenhuma saída à vista. Porém, é nesses momentos que nossa resistência é posta à prova. Como tudo na vida, mais dia, menos dia, a crise vai passar. Resta-nos o consolo de saber que depende nós sairmos dela mais fortalecidos e preparados para futuros desafios.

Doar é Ganhar

Madre Teresa dedicou sua vida a ajudar seus semelhantes. Isso explica, em parte, a força que a fez prosseguir mesmo quando se achava sem forças.
Quando passamos por uma crise, nossa tendência é nos concentrarmos em nós mesmos e em nossos problemas. Viramos o centro do universo. Nada é mais importante do que nossos infortúnios. Contudo, se olharmos um pouco além de nosso próprio umbigo, veremos que há muita gente por aí em situação igual ou até pior. “E eu com isso?”, poderá perguntar você. “Saber que outros também sofrem não resolve o meu problema”.
Não resolve mesmo. Mas poderá ajudá-lo a ver as coisas sob outra perspectiva. Há uma série de palavras que associamos ao sucesso pessoal e profissional: ganhar, acumular, vencer, conquistar, triunfar... O que nem sempre colocamos nessa lista é o verbo doar. Isso acaba gerando um desequilíbrio. Ganhos e conquistas são passageiros. A qualquer momento, uma crise pode chegar e transformá-los em perdas e fracassos. A doação, por outro lado, nunca se esgota: quanto mais você doa, mais você recebe.
Doar não é apenas enviar um cheque para uma instituição de caridade ou colocar algumas moedas na cestinha da igreja. Doar é, também, dar um pouco do seu tempo e de sua atenção. É se interessar pelos empregados mais humildes e conhecer um pouco de suas vidas, dirigir palavras de conforto a quem está sofrendo, ser atencioso com quem se sente só, infeliz e abandonado... E a recompensa virá. A cada obrigado que recebemos, a cada olhar de gratidão, a cada lágrima que se transforma em sorriso, nos sentimos mais fortalecidos e motivados para enfrentarmos nossas próprias crises.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

As coisas como elas são

É claro que nem sempre as coisas acontecem como queríamos que acontecessem. Existem momentos em que sentimos que estamos buscando algo que não está reservado para nós, dando murros em portas que não se abrem, esperando milagres que não se manifestam.
Ainda bem que as coisas são assim - se tudo andasse como a gente quer, em breve não íamos ter mais assunto para escrever o roteiro dos nossos dias. Este roteiro é feito de nossos sonhos como alimento, mas de nossa luta como energia. Há momentos em que é melhor relaxar, e acreditar que o Universo continua trabalhando por nós em segredo, mesmo que não possamos compreender.
Deixemos, portanto, que Alma do Mundo cumpra sua missão, e quando não podemos ajudá-la, a melhor maneira de colaborar com ela é prestar atenção às coisas simples da vida - no pôr do sol, nas pessoas que passam na rua, na leitura de um livro.
Entretanto, em muitos casos o tempo continua passando, e nada de excepcional acontece. Mas o importante é acreditar. Assim como as crianças acreditam.
Porque crê em milagres, os milagres começam a acontecer.
Porque tem certeza que seu pensamento pode mudar sua vida, sua vida começa a mudar.
Porque está certo que irá encontrar o amor, este amor aparece.
De vez em quando, se decepciona. Às vezes, se machuca.
E então escuta os comentários: "como é ingênuo!"
Mas devemos entender que vale o preço. Para cada derrota, tem duas conquistas a seu favor.
Em um interessante e minúsculo livro, “O Breviário da Cavalaria Medieval”, há um texto que deve ser lembrado nestes momentos de espera:
"A energia espiritual do Caminho utiliza a justiça e a paciência para preparar teu espírito.”
“Este é o Caminho do Cavaleiro. Um caminho fácil e ao mesmo tempo difícil, porque obriga a deixar de lado as coisas inúteis, e as amizades relativas. Por isso, no começo, sente-se tanta hesitação em segui-lo."
"Eis o primeiro ensinamento da Cavalaria: tu irás apagar o que até então tinhas escrito no caderno de tua vida: inquietação, insegurança, mentira. E iras escrever, no lugar disto tudo, a palavra coragem. Começando a jornada com esta palavra, e seguindo com a fé em Deus, chegarás onde precisas."

Mesmo assim, às vezes continuamos esperando – com paciência, resignação, coragem – e as coisas a nossa volta não se movem. Mas como foi esta a estrada que escolhemos, é impossível que as bênçãos da vida não estejam trabalhando a nosso favor. Cabe, portanto, uma profunda reflexão sobre aquilo que chamamos de “resultados”: nosso destino está se manifestando de uma maneira que não chegamos a compreender totalmente – mas está se manifestando! Jorge Luís Borges tem um conto magistral a este respeito.
Descreve o nascimento de um tigre que passa grande parte de sua vida na selva africana, mas termina sendo capturado e levado para um zoológico na Itália. A partir dali, o animal pensa que sua vida perdeu o sentido, e nada mais resta que esperar o dia de sua morte.
Uma bela manhã, o poeta Dante Alighieri passa por aquele zoológico, olha o tigre, e o animal inspira um verso - no meio de milhares de versos - da "Divina Comédia".
"Toda a luta pela sobrevivência que aquele tigre travou, foi para que pudesse estar aquela manhã no zoológico, e inspirar um verso imortal", diz Borges.
Assim como este tigre, todos nós temos uma razão - uma razão muito importante - para estarmos aqui, neste momento.

Relaxe, portanto. E preste atenção.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Tempo: Sabendo Usar Não Vai Faltar

Boa parte do stress e da pressão a que somos submetidos em nosso cotidiano profissional vem da má administração do tempo. São os três os principais fatores que nos levam a administrar mal o nosso tempo. Identificá-los e corrigi-los poderá mudar sua vida e dar aquele impulso que faltava à sua carreira.

1 » Procrastinação
» é o hábito de empurrar com a barriga, de deixar para amanhã o que deveria ter sido feito ontem. São muitas as desculpas que usamos para procrastinar: estamos cansados e merecemos uma folga, se não pararmos um pouco nosso trabalho não vai render, o chefe está nos explorando... Tudo isso pode ser verdade, mas não é adiando as coisas que iremos resolver o problema.
2 » Desperdício
» o ócio, no momento errado, é uma forma de desperdiçar o tempo.Todo mundo precisa se descontrair e relaxar de vez em quando. O importante é saber quando fazê-lo. Reuniões de trabalho não são a hora certa para jogar conversa fora, assim como o horário do expediente não é a hora certa para discutir problemas pessoais com os colegas. Outra forma de desperdiçar o tempo está ligado à falta de visão estratégica. Decisões equivocadas e estratégias ineficientes fazem com que você desperdice o seu tempo e o de seus colaboradores.
3 » Dificuldade em estabelecer prioridades
» uma regra fundamental para aproveitar bem o tempo é fazer primeiro as coisas mais importantes. Só que, para isso, é preciso saber identificar quais são as coisas mais importantes. Às vezes nos enredamos em uma série de detalhes secundários e, quando nos damos conta, o prazo está se esgotando e parece que quase nada foi feito. Lembre-se: para ser competente, é preciso ser objetivo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

20 dicas infalíveis para sua empresa ter sucesso no Twitter

Entidade que representa o setor de internet, no Reino Unido, divulga manual de utilização do serviço de microblog. Confira as recomendações.
A cada dia o Twitter é mais usado por empresas e marcas. Mas você sabe o que fazer e como utilizar o serviço de microblog?
As respostas estão em um manual com 20 dicas preparado pelo Internet Advertising Bureau (IAB) do Reino Unido, entidade que representa a indústria digital. Confira.

1 » Pare e pense: por que usar o Twitter? É por que é a coisa a fazer ou por que vai acrescentar valor à sua estratégia de comunicação?
2 » Quais são os seus objetivos ao usar o microblog? Seja claro na sua estratégia a cada passo que der na rede.
3 » Não seja "sequestrado" no Twitter. Um consumidor apressado já pode estar usando uma conta com o seu nome ou de sua empresa. Reclame o seu espaço.
4 » Assegure que a comunicação seja correta, decente, honesta e confiável.
5 » Não exagere na quantidade de mensagens. As tradicionais regras para engajar o consumidor também se aplicam à rede.
6 » Dedique os recursos apropriados. O Twitter não é um trabalho para ser feito em apenas cinco minutos.
7 » Estabeleça o tom apropriado para a comunicação do seu produto e para a audiência. É a sua marca conversando com pessoas reais.
8 » Pense como vai medir o sucesso. O número de seguidores de sua marca será suficiente mesmo se os usuários não estiverem engajados na conversa?
9 » Seja rápido. O Twitter é imediato. Faça atualizações relevantes.
10 » Não aposte suas fichas nos tópicos populares.
11 » Se você quiser aumentar as vendas, deixe as coisas fáceis. Dê aos consumidores vouchers online e códigos de descontos.
12 » Se você tiver um produto, serviço ou incentivo específico que pretenda promover, crie uma conta separada.
13 » Tente responder as mensagens diretas, especialmente aquelas enviadas por usuários interessados em saber mais sobre você.

14 » Pergunte aos seus seguidores. Encoraje a interação.
15 » Abrace o "retweet". Se você encontrar um post que vai interessar aos seus seguidores, por que não recomendá-lo?
16 » Não tenha medo das críticas. Por que não contatar um tweeter infeliz diretamente e tentar resolver a questão?
17 » Monitore o que as pessoas dizem sobre você. Use ferramentas como o Tweetdeck ou Monniter regularmente.
18 » Encoraja interações offline.
19 » Promova a sua conta. Não espere que as pessoas o encontrem. Divulgue o fato de usar o Twitter.
20 » Sempre inove. Ter 100 seguidores é suficiente? Use sua imaginação para aumentar a lista.

Fonte: IDG Now
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