domingo, 16 de agosto de 2009

Reclamar ou Agir?

Gostaria de propor um exercício. Toda vez que você se pegar reclamando de alguma coisa – verbal ou mentalmente -, abra sua agenda e marque um x no dia correspondente. Um x para cada reclamação. Faça isso durante uma semana e, depois, verifique quantos sinais de x você acumulou. A quantidade poderá surpreendê-lo. Quanto maior for a quantidade de sinais, maior é o tempo que você está perdendo com sentimentos e atitudes contraproducentes.
Todo mundo precisa desabafar uma vez ou outra. Mas é preciso ter cuidado para não fazer da reclamação um hábito constante. Se não prestarmos atenção nisso, corremos o risco de virarmos aquele tipo de pessoa que parece estar reclamando – ou pior, se lamuriando – até mesmo quando não está. Transformamos a nós mesmos numa espécie de caricatura, como aquele personagem de um antigo desenho animado que estava sempre dizendo: “Oh, vida! Oh, dor!”
O problema é que o lamuriento acaba passando uma imagem de desânimo e de insegurança emocional tão poderosa que é capaz de obscurecer suas outras qualidades. “Se ele é assim tão capaz, porque reclama tanto em vez de agir?” – é o que os outros vão pensar. Restam ao lamuriento duas escolhas: dizer que ninguém o compreende e continuar como está, ou redirecionar a energia que perde ao se lamentar para atitudes mais úteis e produtivas.

Conversar é Mais do Que Falar

Para se sair bem na arte de conversar, você não precisa se preocupar só com o que vai falar. Precisa, sim, se preocupar em ouvir. Imagine-se na seguinte situação: você está diante de uma pessoa que poderá ser crucial para os seus negócios ou para a sua carreira. Ela, então, começa a falar sobre um assunto a respeito do qual você não tem o menor conhecimento – um hobby, um esporte que ela pratica ou algo que seja do interesse dela. O que fazer? Em vez de preocupar-se em fazer comentários inteligentes sobre temas que você não domina, preocupe-se apenas em ouvir com atenção. Demonstre interesse, faça perguntas, deixe que a pessoa fale à vontade. Ao sentir que cativou sua atenção, seu interlocutor se sentirá prestigiado. E poderá até dizer que adorou conversar com você – mesmo que você mal tenha falado.

sábado, 15 de agosto de 2009

À medida que se multiplicam os benefícios da Aspirina, especialistas alertam sobre os riscos

A barata e ubíqua Aspirina há muito é conhecida por seus benefícios à saúde, do alívio básico da dor à prevenção de ataques cardíacos. Mas após um novo estudo nesta semana fornecer evidências estimulantes sugerindo que a Aspirina pode aumentar as chances de sobrevivência de pacientes de câncer colorretal, os especialistas foram rápidos em alertar que a droga, um item comum nos armários de remédios, também apresenta riscos.
"Se eu estivesse em uma ilha deserta, uma das drogas que escolheria ter comigo, sem dúvida, talvez a Nº1, seria a Aspirina", disse o Dr. John A. Baron, um professor de Medicina da Escola de Medicina de Dartmouth. "É uma ótima droga, fascinante, maravilhosa. Mas é uma droga e possui efeitos colaterais."
Baron e outros especialistas alertaram contra o início de um regime diário de Aspirina sem consultar um médico, devido aos riscos de sangramento gastrintestinal e o risco potencial de derrames hemorrágicos, ou sangramento no cérebro.
"A Aspirina é uma droga que está conosco há pouco mais de 100 anos e continuamos aprendendo coisas impressionantes e importantes sobre seus benefícios potenciais", disse o Dr. Otis Brawley, diretor médico da Sociedade Americana do Câncer. "Mas ela é uma faca de dois gumes."
O estudo mostrou que pacientes com câncer colorretal, que eram usuários regulares de Aspirina, tinham uma chance muito melhor de sobrevivência do que os não-usuários, com uma probabilidade de cerca de um terço de morrer da doença, enquanto aqueles que começaram a usar Aspirina após o diagnóstico reduziram seu risco de morrer quase pela metade.
Estudos anteriores mostraram que pessoas que tomavam Aspirina regularmente tinham menor probabilidade de desenvolver tumores no cólon, mas o novo estudo, publicado no "The Journal of the American Medical Association", é o primeiro a descobrir que pacientes que tinham câncer colorretal e tomaram Aspirina sobreviveram por mais tempo.
Um especialista em câncer de cólon que comentou o recente estudo o chamou de "notável" e "revolucionário". Mas então seus pacientes começaram a buscar orientação e ele se tornou mais circunspecto.
"Uma coisa é falar filosoficamente", disse o especialista, o Dr. Alfred I. Neugut, um oncologista da Faculdade de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Colúmbia, que escreveu um editorial entusiástico sobre o estudo no "The Journal of the American Medical Association" desta semana. "Mas este é apenas um estudo. Para saber se é verdade, ele precisa ser repetido. Todo experimento precisa ser repetido uma vez."
O novo estudo não foi um teste clínico controlado, onde os pacientes são divididos aleatoriamente para receber um tratamento específico ou um placebo. Esse tipo de estudo é considerado o padrão ouro para determinar recomendações clínicas de medicamentos, mas também é bem mais caro e desajeitado. Estudos por observação, como este novo, podem ser mais fracos ou enganadores.
Um teste clínico está em andamento na Ásia, onde o Centro Nacional de Câncer de Cingapura está inscrevendo 2.660 pacientes com doença sem metástase em Hong Kong, Índia, Indonésia e Cingapura, que darão continuidade a seu tratamento e serão selecionados aleatoriamente para receber diariamente Aspirina ou um placebo por até três anos, segundo o site do Instituto Nacional do Câncer.
A maioria dos tumores de câncer colorretal é positivo para ciclooxigenase-2, ou COX-2, uma enzima que não está expressa em um cólon saudável, mas é ativada sob certas circunstâncias. A enzima parece estar envolvida na alimentação do crescimento celular anormal e contribui tanto para o desenvolvimento quanto para a disseminação do câncer, disse o Dr. Andrew T. Chan, o autor do novo estudo.
Acredita-se que a propriedade anticâncer da Aspirina esteja ligada à sua ação como inibidora do COX-2.
Um teste clínico envolvendo outro inibidor do COX-2, o celecoxib, cujo nome de marca é Celebrex, está em estágio de planejamento e começará a inscrever pacientes no início do próximo ano, disse Chan. Apesar de mais ser conhecido sobre os efeitos da Aspirina na prevenção de pólipos colorretais e tumores do que outros cânceres, alguns estudos também insinuaram que a Aspirina pode reduzir o risco de desenvolvimento de cânceres de mama, pulmão e próstata, que também estão associados à inflamação, disse Brawley.
"Parece que há - e ainda estamos falando teoricamente em alguns desses casos - um relacionamento entre inflamação e câncer em certos tumores", disse Brawley. "E essas drogas parecem ser benéficas porque são anti-inflamatórias e inibem a inflamação inibindo a COX-1 e COX-2."
O novo estudo de câncer colorretal apontou não apenas que os pacientes que tomaram Aspirina regularmente após o diagnóstico de câncer colorretal tinham melhor chance de sobrevivência do que aqueles que não tomaram, mas também que aqueles que tinham tumores que expressavam em excesso a enzima COX-2 respondiam particularmente bem à Aspirina.
A Dra. Joann E. Manson, chefe de medicina preventiva do Brigham and Women's Hospital, que é afiliado à Escola de Medicina de Harvard, alertou sobre os riscos de usar até mesmo pequenas doses de Aspirina diariamente, dizendo que em um grande estudo sobre a saúde das mulheres, meias-doses de Aspirina para bebês estava associada a um aumento de 40% de sangramentos gastrintestinais sérios que exigiam transfusões.
Mas, ela reconheceu, pacientes que já estão diagnosticados com câncer colorretal podem sentir que não dispõem do luxo de esperar por resultados adicionais.
"Eu não acho que todos devem sair correndo e começar a tomar Aspirina", ela disse. "Mas há alguns pacientes que poderiam se beneficiar com isso a esta altura, e se conversarem com seus médicos, eles poderão descobrir se são candidatos razoáveis, já que alguns deles podem não estar em posição de esperar."

Aspirina
O ácido acetilsalicílico (em latim acidum acetylsalicylicum) é um fármaco do grupo dos anti-inflamatórios não-esteroides (AINE), utilizado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico e também como antiplaquetar. É, em estado puro, um pó de cristalino branco ou cristais incolores, pouco solúvel na água, facilmente solúvel no álcool e solúvel no éter. A origem do nome Aspirina: o A vem de acetil. Spir se refere a Spiraea ulmaria (planta que fornece o ácido salicílico). E o in era um sufixo utilizado na época.
Aspirina, em alguns países, é ainda nome comercial registrado, propriedade dos laboratórios farmacêuticos da Bayer para o composto ácido acetilsalicílico. No entanto, é igualmente reconhecido como nome genérico do princípio activo, e é por esse nome que é habitualmente referida na literatura farmacológica e médica.
É o medicamento mais conhecido e consumido em todo o mundo. Em 1999 a Aspirina completou 100 anos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Os Três Crivos de Sócrates

Somos responsáveis não apenas por nossos atos, mas também por nossas palavras. Parece evidente, mas o fato é que nem sempre damos a devida atenção ao que parece evidente. Envolver-se em fofocas, repassar informações sem conferi-las e dar corda a boatos é uma tentação a qual todos estamos expostos. Só que não há nada de inocente nisso. É assim que comprometemos a reputação dos outros e também a nossa. Uma boa forma de evitar essa armadilha é refletir sobre as palavras de Sócrates. O grande filósofo grego tinha um método imbatível para não se deixar envolver pelo perigo das redes de intrigas.

Um dia, quando Sócrates conversava com seus discípulos em Atenas, um homem aproximou-se e, puxando-o pelo braço, lhe disse:
- Precisamos conversar em particular. Tenho uma coisa urgente para lhe contar.
Sócrates respondeu:
- Espere um pouco. Você já passou isso que vai me dizer pelos três crivos?
- Como assim? Que crivos? – Espantou-se o homem.
- O primeiro é o crivo da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é verdade?
- Certeza não tenho, mas muita gente está falando, então...
- Bem, se não passou pelo crivo da verdade, deve ter passado pelo da bondade. O que você está prestes a me dizer é algo bom, não?
O homem hesitou.
- Bom não é. Muito pelo contrário.
- Se talvez não seja verdade, e com certeza não é bom, resta o terceiro crivo. Há alguma utilidade no que você quer me contar?
O homem pensou um pouco.
- Não sei bem, acho que não...
- Neste caso, se sua história não é verdadeira, nem boa, nem útil, não perca seu tempo contando-a, pois nenhum proveito pode-se tirar dela - disse o filósofo, encerrando a conversa.

Esperando a Mudança

Sabe aqueles planos de mudanças grandiosas que nunca são colocados em prática? Muitas vezes o problema está no fato de sonharmos com mudanças radicais, mas sem tomarmos a iniciativa de dar aqueles pequenos passos fundamentais que podem tornar essas mudanças possíveis. Suponha que você queira mudar de emprego ou partir para um ramo de atividade totalmente diferente. Você tem duas escolhas: ou fica sentado esperando que uma oportunidade surja de repente, ou começa a cavar suas próprias oportunidades, abrindo caminho para as mudanças. Como? Expandido sua rede de contatos, buscando se enfronhar na nova área na qual você deseja ingressar e juntando dinheiro para poder bancar um eventual período de transição. É claro que você pode optar por não fazer nada disso e apenas esperar que um dia a mudança aconteça. Sempre é possível receber um convite inesperado. Sempre é possível ganhar na loteria. Mas você apostaria seu futuro nisso?

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Os novos empreendedores

Pamela Hartigan, diretora da Fundação Schwab, desenvolveu uma lista de dez pontos comuns entre as pessoas que, insatisfeitas com o mundo a sua volta, resolveram criar seu próprio trabalho. Penso que a lista de Pamela vai mais além do empreendimento social (como é chamado esta novo mecanismo), e pode ser aplicada a muitas coisas que fazemos na nossa vida diária:
» Impaciência » quem busca seu sonho não fica esperando as coisas acontecerem: vê os problemas de ontem como as oportunidades de hoje. Por causa da sua impaciência, é freqüentemente obrigado a mudar de rumo, mas é essa adaptação que o amadurece.
» Consciência » quem busca seu sonho sabe que não está sozinho neste mundo, e cada gesto seu tem uma conseqüência. O trabalho que está fazendo pode de transformar o ambiente ao seu redor. Entendendo este poder, ele passa a ser um elemento ativo da sociedade, e isso o deixa em paz com a vida.
» Inovação » quem busca seu sonho acredita que tudo pode ser diferente do que é, mas é preciso buscar um caminho que ainda não foi percorrido. Embora esteja sempre cercado da velha burocracia, dos comentários alheios, e das dificuldades de penetrar em uma floresta ainda não desbravada, ele descobre maneiras alternativas de se fazer ouvir.
» Pragmatismo » quem busca seu sonho não fica esperando os recursos ideais para começar seu trabalho - arregaça as mangas e coloca mãos à obra. Cada progresso, por menor que seja, aumenta sua confiança e a confiança daqueles que estão ao seu redor, e os recursos terminam por aparecer.
» Aprendizado » quem busca seu sonho é geralmente alguém que tem um grande interesse em determinada área, e cuja observação detalhada faz com que encontre novas soluções para problemas antigos. Mas este aprendizado só pode ser atingido através da prática, e da constante renovação.
» Sedução » ninguém consegue sobreviver isolado em um mundo competitivo: consciente disso, quem busca seu sonho consegue fazer com que outras pessoas se interessem por suas idéias. E essas pessoas se interessam porque sabem que estão diante de algo criativo, comprometido com a sociedade, e que - além do mais - pode ser lucrativo economicamente.
» Flexibilidade » quem busca seu sonho tem uma idéia na cabeça, e um plano para transforma-la em realidade. Entretanto, a medida que caminha, vai se dando conta de que precisa adaptar-se as realidades do mundo a sua volta, e é a partir daí que sua responsabilidade social passa a ser um fator importante na transformação do meio-ambiente. Um exemplo: para diminuir a mortandade infantil de uma determinada cidade, não basta cuidar da saúde das crianças - é preciso modificar a estrutura sanitária, o sistema de alimentação, etc.
» Teimosia » quem busca seu sonho pode ser flexível no seu caminho, mas está ao mesmo tempo concentrado em seu objetivo. Por causa de suas idéias inovadoras, e por estar sempre movendo-se em terreno não conhecido, jamais diz: "tentei, mas não deu resultado." Ao contrário, sempre busca todas as alternativas possíveis, e por causa disso os resultados terminam aparecendo.
» Alegria » quem busca seu sonho tem momentos difíceis, mas está contente com o que faz. Suas eventuais confusões e erros nada tem a ver com sua incapacidade, e ele é capaz de sorrir quando dá um passo em falso - porque sabe que poderá corrigir seu movimento mais adiante.
» Contágio » quem busca seu sonho tem a capacidade única de fazer com que as pessoas a sua volta percebam que vale a pena seguir seu exemplo e fazer a mesma coisa. Por causa disso jamais irá sentir-se sozinho, mesmo que vez por outra sinta-se incompreendido.

Pamela Hartigan termina seu estudo dando como exemplo um brasileiro, Fabio Rosa, que desenvolveu um sistema de uso de energia solar, depois de ver que sua comunidade que gastava parte importante dos ganhos na compra de combustível não-renovável. O trabalho de Fábio, que contém os dez pontos de seu estudo, é hoje é conhecido no mundo inteiro, "contagiou" grandes empresas, e em pouco tempo poderá beneficiar milhões de pessoas, além de contribuir para a preservação do meio-ambiente.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Da importância dos outros

Preocupadíssimo, o rato viu que o dono da fazenda havia comprado uma ratoeira: estava decidido a mata-lo!
Começou a alertar todos os outros animais:
- Cuidado com a ratoeira! Cuidado com a ratoeira!
A galinha, ouvindo os gritos, pediu que ficasse calado:
- Meu caro rato, sei que isso é um problema para você, mas não me afetará de maneira nenhuma – portanto não faça tanto escândalo!
O rato foi conversar com o porco, que sentiu-se incomodado por ter seu sono interrompido.
- Há uma ratoeira na casa!
- Entendo sua preocupação, e estou solidário com você – respondeu o porco. – Portanto, garanto que você estará presente nas minhas preces esta noite; não posso fazer nada além disso.
Mais solitário que nunca, o rato foi pedir ajuda à vaca.
- Meu caro rato, e o que eu tenho a ver com isso? Você já viu alguma vez uma vaca ser morta por uma ratoeira?
Vendo que não conseguia a solidariedade de ninguém, o rato voltou até a casa da fazenda, escondeu-se no seu buraco, e passou a noite inteira acordado, com medo que lhe acontecesse uma tragédia.
Durante a madrugada, ouviu-se um barulho: a ratoeira acabava de pegar alguma coisa!
A mulher do fazendeiro desceu para ver se o rato tinha sido morto. Como estava escuro, não percebeu que a armadilha tinha prendido apenas a cauda de uma serpente venenosa: quando se aproximou, foi mordida.
O fazendeiro, escutando os gritos da mulher, acordou e levou-a imediatamente ao hospital. Ela foi tratada como devia, e voltou para casa.
Mas continuava com febre. Sabendo que não existe melhor remédio para os doentes que uma boa canja, o fazendeiro matou a galinha.
A mulher começou a se recuperar, e como os dois eram muito queridos na região, os vizinhos vieram visita-los. Agradecido por tal demonstração de carinho, o fazendeiro matou o porco para poder servir aos seus amigos.
Finalmente, a mulher se recuperou, mas os custos com o tratamento foram muito altos. O fazendeiro enviou sua vaca ao matadouro, e usou o dinheiro arrecadado com a venda da carne para pagar todas as despesas.
O rato assistiu aquilo tudo, sempre pensando:
“Bem que eu avisei. Não teria sido muito melhor se a galinha, o porco e a vaca tivessem entendido que o problema de um de nós coloca todo mundo em risco?”

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Os Sete Pecados do Mundo Empresarial

No mundo dos negócios, certas atitudes e mentalidades são fatais. Elas não apenas solapam sua carreira ou o seu empreendimento como também danificam a sua imagem – tanto do ponto de vista profissional quanto pessoal. As conseqüências de tais atitudes são tão nocivas que eu as classificaria como “os sete pecados capitais do universo empresarial”. São eles:
1 » Não aprender com os erros.
2 » Não compartilhar os ganhos e vitórias.
3 » Não assumir a responsabilidade sobre suas escolhas.
4 » Não investir em seus colaboradores.
5 » Não se atualizar.
6 » Não agir com ética.
7 » Não enxergar o ser humano que existe em cada funcionário, cliente e parceiro.

Carreira e Família

Já dizia uma antiga propaganda de TV que não basta ser pai, é preciso participar. Parafraseando esse comercial, eu diria que, para ser pai, não basta pagar. É preciso estar emocionalmente presente. Conciliar carreira e família é uma das principais preocupações – se não for a principal – de praticamente todo o mundo que trabalha. Muitos tentam desculpar-se de suas ausências e da falta de tempo para a família dizendo a si mesmos: “Mas eu trabalho para minha esposa e para meus filhos, compro tudo o que eles precisam...”. Esse é, sem dúvida, um esforço louvável.
Mas, e quanto às coisas que o dinheiro não pode comprar? Seu filho poderá vibrar quando você lhe der um brinquedo caro, mas também poderá se esquecer desse brinquedo um mês depois de tê-lo ganhado. Por outro lado, a lembrança do pai ou da mãe aplaudindo-o durante um campeonato na escola, brincando juntos ou apoiando-o num momento difícil é algo que ele jamais esquecerá. E é isso – e não os brinquedos e roupas caras – que o ajudarão a se tornar um adulto mais seguro e confiante.

Esforço Correto

O esforço e a dedicação são qualidades sempre lembradas quando o assunto é chegar ao sucesso. “Esforce-se e você vai chegar lá” é uma frase que ouvimos com freqüência. O que dizer então daqueles que se esforçam até demais, mas sentem que não estão chegando a lugar algum? Será que essa história de esforço não passa de conversa fiada? De algo que às vezes funciona, às vezes não, dependendo da “sorte” de cada um?
Se temos essa impressão é porque a frase está incompleta. O que se deveria dizer é: “Esforce-se corretamente e você chegará lá”. O esforço incorreto – ou seja, inconsciente e mal direcionado – não passa de um tremendo desperdício de energia. É o que nos faz ficar numa situação semelhante à de Alice no País das Maravilhas, naquela passagem na qual, depois de muito correr, ela percebe que se encontra exatamente no mesmo lugar.
Talvez possamos entender melhor o que é o esforço correto se observarmos o princípio budista que tem o mesmo nome. O esforço é correto quando é dirigido da forma certa, para os objetivos certos. E como se chega a isso? Um bom caminho consiste em observar os demais princípios. Se pensar bem, você verá que todos estão interligados e que nenhum pode funcionar adequadamente sem o outro. Esse conjunto de oito princípios é chamado pelos budistas de Senda Óctupla. Mas não é preciso vê-lo dentro de um contexto religioso. Seja qual for sua religião, ou mesmo que você não tenha nenhuma, um pouco de bom senso em nosso dia-a-dia nunca é demais. Além do esforço correto, os outros princípios são:
» Palavra correta » ser responsável pelo que você diz, evitar palavras que instigam reações negativas.
» Ação correta » ser ético e agir de acordo com o que você pensa.
» Meio de vida correto » ganhar seu sustento de forma honesta, sem explorar seus semelhantes.
» Atenção correta » saber discernir o que é realmente importante.
» Concentração correta » manter o foco e não se dispersar.
» Pensamento correto » usar sua mente a favor, e não contra você.
» Compreensão correta » desenvolver uma visão ampla e sem preconceitos de si mesmo, dos outros e do mundo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

10 Maneiras de mudar sua vida em 59 segundos

O novo livro “59 Seconds: Think a Little. Change a Lot” (“59 Segundos: Pense um Pouco. Mude Muito”, ainda não lançado no Brasil) esmiuça provas de estudos empíricos em uma variedade de publicações cientifícias em pequenos pedaços de conselhos capazes de mudar vidas.

1 » Na próxima vez que você for a uma reunião importante, obtenha uma fácil e rápida vantagem psicológica sentando-se no meio do grupo.
2 » Durante um encontro, comece indiferente e depois torne-se mais positivo; foque em coisas que ambos desgostem e imite a linguagem corporal de seu par.
3 » Para proporcionar um aumento significativo em sua felicidade, force seu rosto a sorrir e segure essa expressão por 20 segundos.
4 » A melhor maneira de conseguir que alguém goste de você não é fazendo um favor, mas fazendo com que essa pessoa faça um pequeno favor para você.
5 » Para diminuir com a bebida e a comida, use copos estreitos, coloque um espelho em sua cozinha e mantenha um diário alimentar.
6 » Compre experiências e não bens. Vá a um show, filme, lugar diferente ou um restaurante estranho: qualquer coisa que forneça uma oportunidade de fazer algo com outras pessoas ou de contar aos outros depois.
7 » Ajude a atingir seus objetivos contando-os a amigos, familiares e colegas.
8 » Para ajudar a manter um relacionamento vivo, lembre-se de balancear cada comentário negativo com cinco positivos.
9 » Quando for procurar um emprego, aumente sua credibilidade mencionando qualquer fraqueza óbvia no começo da entrevista.
10 » Vá atrás de mudanças “intencionais” começando um novo hobby, filiando-se a uma organização, aprendendo uma habilidade, iniciando um projeto ou conhecendo novas pessoas.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

É Preciso Ter Mais do que Talento

No mundo competitivo em que vivemos, quem quiser se destacar da multidão precisa ter um pouco mais do que talento. Precisa ter visão para elevar seu talento acima da massa de profissionais talentosos, porém pouco ousados e inovadores. Os dicionários definem talento como uma aptidão natural ou uma habilidade adquirida. Ou, também, como uma inteligência excepcional. Mas para usar isso com o melhor proveito possível nos negócios, há que se somar ao talento uma boa dose de ousadia. E para que a ousadia conduza a novos caminhos, à superação de limites, a soluções criativas e à inovação, ela não pode estar separada da visão, pois é da visão que vem o discernimento.
Talento sem ousadia é mediocridade. Ousadia sem visão é inconseqüência. Há uma máxima que diz: “talento é acertar um alvo que ninguém consegue acertar. Genialidade é acertar um alvo que ninguém consegue enxergar”. Confie em seu talento, mas certifique-se de que você o está combinado às qualidades certas, capazes de potencializá-lo e de fazê-lo render ainda mais. Só assim você conseguirá se destacar.

O arco, a flecha e o alvo

Todos nós somos arqueiros da vontade Divina. E portanto, é indispensável saber que instrumentos temos à nossa disposição.

O arco
O arco é a vida: dele vem toda a energia.
A flecha irá partir um dia. O alvo está longe.
Mas sua vida permanecerá sempre com você, e é preciso saber cuida-la.
Precisa de períodos de inação – um arco que sempre está armado, em estado de tensão, perde sua potência. Portanto, aceite o repouso para recuperar sua firmeza: assim, quando você esticar a corda, estará com sua força intacta.
O arco não tem consciência: ele é um prolongamento da mão e do desejo do arqueiro. Serve para matar ou para meditar. Portanto, seja sempre claro em suas intenções.
Um arco tem flexibilidade, mas também tem um limite. Um esforço além da sua capacidade irá quebra-lo, ou deixar exausta a mão que o segura. Da mesma maneira, não exija mais do seu corpo do que ele pode lhe dar. E entenda que um dia a velhice chegará – e isso é uma benção, e não uma maldição.
Para manter com elegância o arco aberto, faça com que cada parte dê apenas o necessário, e não disperse suas energias. Assim, você poderá disparar muitas flechas sem se cansar.

A flecha
A flecha é a sua intenção. É o que une a força do arco com o centro do alvo.
A intenção do ser humano tem que ser cristalina, reta, bem equilibrada.
Uma vez que ela parte, não voltará, então é melhor interromper um processo – porque os movimentos que o levaram até ele não estavam precisos e corretos – do que agir de qualquer maneira, só porque o arco já estava retesado e o alvo estava esperando.
Mas jamais deixe de manifestar sua intenção se a única coisa que o paralisa é o medo de errar. Se fizer os movimentos corretos, abra sua mão e solte a corda, dê os passos necessários e enfrente seus desafios. Mesmo que não atinja o alvo, você saberá corrigir sua pontaria da próxima vez.
Se não arriscar, jamais saberá quais as mudanças que eram necessárias.

O alvo
O alvo é o objetivo a ser alcançado.
Foi escolhido por você. Nisso reside a beleza do caminho: você não pode jamais desculpar-se, dizendo que o adversário era mais forte. Porque foi você que escolheu seu alvo, e é responsável por ele.
Se olhar o alvo como inimigo, poderá até mesmo acertar o seu tiro, mas não conseguirá melhorar nada em você mesmo. Passará sua vida tentando colocar apenas uma flecha no centro de uma coisa de papel ou madeira, o que é absolutamente inútil. E quando estiver com outras pessoas, viverá reclamando que não faz nada de interessante.
Por isso, você precisa escolher seu objetivo, dar o melhor de si para atingi-lo, olhando-o com respeito e dignidade: precisa saber o que ele significa, quanto custou do seu esforço, do seu treinamento, da sua intuição.
Ao olhar o alvo, não se concentre apenas nele, mas em tudo que acontece ao seu redor: porque a flecha, ao ser disparada, irá encontrar-se com fatores que você não conta, como o vento, o peso, a distância.
O objetivo só existe na medida em que um homem é capaz de sonhar atingi-lo. O que justifica a sua existência é o desejo - ou ele seria uma coisa morta, um sonho distante, um devaneio.
Assim, da mesma maneira que a intenção busca seu objetivo, o objetivo também busca a intenção do homem, porque é ela que dá sentido a sua existência: já não é mais apenas uma idéia, mas o centro do mundo de um arqueiro.


A Seta e o Alvo

Eu falo de amor à vida, você de medo da morte
Eu falo da força do acaso e você, de azar ou sorte
Eu ando num labirinto e você, numa estrada em linha reta
Te chamo pra festa mas você só quer atingir sua meta

Sua meta é a seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Eu olho pro infinito e você, de óculos escuros
Eu digo: "Te amo" e você só acredita quando eu juro
Eu lanço minha alma no espaço, você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro e você só lamenta não ser o que era
E o que era ? Era a seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Eu grito por liberdade, você deixa a porta se fechar
Eu quero saber a verdade, e você se preocupa em não se machucar
Eu corro todos os riscos, você diz que não tem mais vontade
Eu me ofereço inteiro, e você se satisfaz com metade

É a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada ?

Sempre a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa não te espera

Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada...

Paulinho Moska

Intuição: Saiba Usá-la Para Chegar ao Sucesso

A intuição, o “faro” ou o “feeling” é o diferencial que distingue um empresário ou um profissional bom ou razoável de um que é brilhante; de alguém que acumula um ou outro sucesso de um verdadeiro vencedor. Nesse caso, cabe a pergunta: por que algumas pessoas parecem ser mais intuitivas do que outras? Por que certas pessoas se mostram tão hábeis em usar a intuição na vida profissional e pessoal, enquanto outras demonstram o oposto disso?
O fato é que, como qualquer instrumento, a intuição precisa ser afinada. Toda a vez que ouvimos um músico tocar um instrumento perfeitamente afinado é porque, antes de subir ao palco, ele se deu ao trabalho de afinar cuidadosamente o seu instrumento. Com a intuição ocorre a mesma coisa. O primeiro passo para afiná-la consiste em cultivar uma boa auto-estima. E o que é que a auto-estima tem a ver com a intuição? Tudo. Quanto mais baixa for a auto-estima, maior a tendência de duvidar de si mesmo e, por conseguinte, de sua intuição. Contudo, uma postura radicalmente oposta a essa também surte efeitos negativos. Se uma pessoa se tem em tão alta conta a ponto de considerar-se sempre “perfeita” e “infalível”, essa auto-imagem distorcida poderá distorcer também sua forma de lidar com a intuição. Em vez de ouvi-la, alguém assim tentará manipulá-la toda vez que ela contrariar seus desejos ou intenções. Essa pessoa não está seguindo sua intuição: está seguindo seus caprichos e vontades.
Portanto, afinar a intuição exige a postura equilibrada de não se deixar minar pela baixa auto-estima, nem se deixar cegar por uma imagem arrogante e fantasiosa de si mesmo. É claro que não é fácil chegar a esse equilíbrio – e eu estaria mentindo se dissesse que existe alguma fórmula mágica. A auto-estima, bem como sua ausência e seu excesso, está ligada à história de vida de cada um, e mexer com isso implica mergulhar em um processo de autoconhecimento. Porém, quem se dispor a fazê-lo poderá começar observando suas próprias atitudes e motivações, bem como sua relação com os aspectos intuitivos que envolvem suas decisões e escolhas.
Para apurar a intuição é preciso abrir o caminho a fim de que ela possa fluir livremente. Isso não envolve nenhum tipo de “técnica para-normal”, muito pelo contrário: é tudo uma questão de observar o seu cotidiano e adotar algumas medidas concretas para remover os obstáculos que dificultam ou impedem o fluxo da intuição. Aqui vão algumas dicas para ajudá-lo nessa tarefa:
» Tenha clareza quanto a seus objetivos » Às vezes, o que achamos que queremos não é o que realmente queremos. Esse descompasso pode fazer com que a mente consciente trabalhe para uma finalidade, enquanto o inconsciente trabalha para outra.
» Aprenda a relaxar » É preciso parar de vez em quando para poder ouvir a intuição. Práticas meditativas ajudam, mas quem não se sente inclinado a isso, pode, pelo menos, aprender a soltar-se e a relaxar.
» Alimente sua intuição » O matemático francês Henri Poincaré disse certa vez que “a inspiração só vem para a mente preparada”, e uma forma de preparar a mente é alimentando-a com informações, que podem vir das mais variadas fontes: leituras, conversas, estudos, cursos, seminários, filmes, programas de TV...
» Cultive relacionamentos » O contato, a interação e o interesse pelos demais nos tornam mais experientes e sensíveis no trato com outros seres humanos, o que estimula nossa intuição em relação às pessoas.

domingo, 2 de agosto de 2009

Não Basta Ser, É Preciso Parecer

Construir uma boa reputação é essencial para transformar idéias em negócios de sucesso. Acontece que a reputação não é feita pela imagem que temos de nós mesmos. Ela é construída pela imagem que os outros têm de nós. Por isso não basta ser honesto, ético e responsável. É preciso parecer honesto, ético e responsável. Isso exige trabalho dobrado.
Um chefe mal-humorado pode ser, no fundo, uma pessoa íntegra e generosa. Mas será sempre lembrado como o chefe rabugento. Uma pessoa brincalhona e irreverente demais até pode ser séria e responsável. Mas corre o risco de ganhar fama de inconseqüente e superficial. Não fique sentado esperando que os outros descubram quem você é no fundo. Em vez disso, faça de sua imagem um espelho do que você é por dentro.

sábado, 1 de agosto de 2009

Deixa Acontecer

Deixa Acontecer

Ah, não tente explicar
Nem se desculpar
Nem tente esconder.
Se vem do coração,
Não tem jeito, não,
Deixa acontecer.

O amor é essa força incontida,
Desarruma a cama e a vida,
Nos fere, maltrata e seduz.
É feito uma estrela cadente
Que risca o caminho da gente,
Nos enche de Força e de luz.

Vai debochar da dor
Sem nenhum pudor
Nem medo qualquer.
Ah, sendo por amor,
Seja como for
E o que Deus quiser.

Vinicius de Moraes/Toquinho

As três formas de amor

Os gregos possuíam três palavras para designar o amor: Eros, Philos e Ágape.
Eros é o amor saudável entre duas pessoas, que justifica a vida e perpetua a raça humana.
Philos é o sentimento que dedicamos aos nossos amigos.
Finalmente, Ágape, que contem Eros e Philos, vai muito mais longe do fato de “gostar” de alguém.
Ágape é o amor total, o amor que devora quem o experimenta.
Quem conhece e experimenta Ágape, vê que nada mais neste mundo tem importância, apenas amar.

Não Use Fórmulas, Use a Sensibilidade

Dizem que, certa vez, um homem se aproximou de Buda e perguntou-lhe se Deus existia. “Sim”, respondeu Buda. Mais tarde, outro homem chegou e lhe fez a mesma pergunta. Dessa vez, a resposta foi não. Por fim, mais um homem chegou e, ao repetir a pergunta, ouviu a seguinte resposta: “Você terá que descobrir”. Indignado, um de seus discípulos lhe disse: “Como o senhor pode dar três respostas diferentes para a mesma pergunta?”
Buda respondeu: “Por que as pessoas são diferentes, e cada uma chegará à resposta por seu próprio caminho. A primeira acreditará em minha palavra. A segunda fará tudo para provar que estou errado. E a terceira só acredita naquilo que é capaz de provar”. Lembre-se disso na hora de negociar com alguém: o que funciona com uma pessoa, pode não funcionar com outra. Não use fórmulas, use sua sensibilidade.

Sonhar e Viabilizar

Para que uma idéia seja boa, ela tem que ser viável. Ser viável significa que existem meios de colocá-la em prática, de executá-la. Logo, quando você tem uma idéia realmente boa, ela já traz embutidos os meios de execução. Só que esses meios têm que ser desdobrados, expandidos, testados, aperfeiçoados e postos em ação... É aí que começa o trabalho duro. O fato é que muita gente acaba ficando no meio do caminho: tem a idéia, mas não tem visão suficiente para antever sua execução, ou, então, não tem a disposição necessária para vencer todos os obstáculos que surgem quando a idéia começa a ser executada. Assim, na maioria das vezes, a parte mais difícil acaba sendo a execução. Afinal, ter uma idéia não cansa. Colocá-la em prática, porém, exige um bocado de suor. Contudo, é essa habilidade prática que distingue o sonhador do realizador.

Prosperidade

É um equívoco muito comum achar que a prosperidade é um lugar ou uma posição a serem alcançados, ou a riqueza e os bens materiais acumulados. A prosperidade é um estado de espírito.Você não fica próspero, você é próspero quando descobre em si mesmo a capacidade de cultivar o equilíbrio interior e de gerar bem-estar e bens materiais quaisquer que sejam as condições. A riqueza vai e vem. Se estamos no topo da roda da fortuna, assim que essa roda se colocar em movimento, corremos o risco de ficar embaixo – afinal, não há fortuna, título, cargo ou posição que não possam ser perdidos de uma hora para outra.
A pessoa próspera, porém, nunca perde seu eixo. Mesmo que perca suas posses ou sua posição, ela é capaz de encontrar em si mesma tudo o que precisa para recuperar-se, e até vir a possuir mais do que tinha antes. Afinal, a prosperidade não é algo que vem de fora para dentro. Ao contrário: ela sempre vem de dentro para fora.
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