Como anda o seu nível de stress? Um pouco stress pode ser benéfico – e mesmo necessário – para que possamos responder as mais diversas situações. O stress surge quando nos vemos forçados a nos adaptar a determinadas condições, sejam elas internas ou externas. O chamado “stress positivo”, ou eustresse, libera a quantidade certa de adrenalina para que o indivíduo possa enfrentar os problemas e reagir. Já o distresse, ou “stress negativo”, libera adrenalina em excesso e acaba provocando o colapso físico e emocional.
Sendo assim, é preciso ficar atento para não cruzar a linha que separa o “stress positivo” do “negativo”. Você sabe que está cruzando a linha quando:
» Reage de forma exagerada aos pequenos contratempos do cotidiano.
» Continua a reclamar furiosamente de um incidente ocorrido semanas atrás.
» Tem uma explosão de raiva quando alguém lhe diz que você está estressado.
» Fica tenso até mesmo quando está tentando relaxar.
» Acha que é normal viver irritado – não é você que perde o controle, são os outros que o irritam.
» Perde a paciência com tudo e com todos.
» Grita, usa palavras ofensivas e não vê nenhum problema nisso: quem mandou os outros serem tão estúpidos?
» Quando alguém lhe diz “Bom dia”, você responde: “Bom? Só se for para você!”
Ao perceber esses sinais, tenha muito cuidado. Você pode estar se transformando numa bomba-relógio ambulante. E, nesse caso, os maiores prejudicados serão sua carreira, seus relacionamentos e você mesmo.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Mitômanos e Visionários
Não confunda mitômano com visionário. O mitômano vive de quimeras, é um mentiroso que acredita na própria mentira. E as motivações dele não têm nada a ver com o possível potencial de suas idéias, mas sim com a fantasia que ele próprio cria na sua mente. O mitômano acredita nisso com tanta convicção que acaba atraindo um grupo de pessoas – bem intencionadas, porém ingênuas – para gravitar ao redor das ilusões que ele criou. Aos poucos, essas pessoas começam a perceber que nenhum negócio de sucesso jamais sairá dali e procuram seguir outros rumos. Mas o mitômano continua a acreditar em seus delírios – se as coisas não estão funcionando, a culpa é sempre dos outros.
O visionário também tem entusiasmo e convicção, mas as bases disso são mais concretas: eles nascem do esforço empreendido para planejar, viabilizar e executar suas idéias. O visionário não hesita em mudar de curso quando necessário e as pessoas que ele atrai não são seduzidas por uma ilusão, mas por uma visão. O mitômano vive com a mente no ar. Já o visionário tem a cabeça no céu, mas os pés na terra.
O visionário também tem entusiasmo e convicção, mas as bases disso são mais concretas: eles nascem do esforço empreendido para planejar, viabilizar e executar suas idéias. O visionário não hesita em mudar de curso quando necessário e as pessoas que ele atrai não são seduzidas por uma ilusão, mas por uma visão. O mitômano vive com a mente no ar. Já o visionário tem a cabeça no céu, mas os pés na terra.
Para Negociar é Preciso Ceder
A negociação é uma arte e, como tal, tem seus truques e segredos. Um deles, talvez um dos mais importantes, é saber quando, como e quanto ceder. Essa é a mais básica das lições de casa. Você já deve ter essas informações de antemão, para então usá-las em um momento estratégico. Embora você já esteja preparado para ceder, a pessoa com quem você está negociando se sentirá prestigiada ao achar que foi ela quem obteve essa concessão – e com isso a negociação fluirá com muito mais facilidade.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Saber Pedir
Muitas vezes oscilamos entre duas atitudes: ou exigimos em vez de pedir, ou simplesmente não pedimos, por acreditar que os outros devem simplesmente adivinhar o que queremos. No entanto, saber pedir algo, seja ao seu chefe, seja aos seus colaboradores, é um elemento fundamental da boa comunicação. Pense um pouco: será que você sabe como pedir ajuda, informações, esclarecimentos, orientações ou a execução de uma tarefa?
Com freqüência culpamos os outros por não fazer o que pedimos, mas raramente paramos para pensar se estamos pedindo da maneira certa. E qual seria a maneira certa? Com clareza, objetividade e educação, sem arrogância e sem hesitações. Afinal, é preciso saber pedir para receber o que se quer.
Com freqüência culpamos os outros por não fazer o que pedimos, mas raramente paramos para pensar se estamos pedindo da maneira certa. E qual seria a maneira certa? Com clareza, objetividade e educação, sem arrogância e sem hesitações. Afinal, é preciso saber pedir para receber o que se quer.
O Poder da Disciplina
Tem gente que não pode nem ouvir falar na palavra disciplina. Para eles, o termo está associado a uma série de coisas negativas, como autoritarismo, repressão e controle. Para essas pessoas, a disciplina não passa de uma forma de coibir a criatividade, de uma camisa de força que nos torna conformistas, meros escravos de padrões impostos pela sociedade. Só que as coisas não são bem assim. Se na infância e na adolescência a disciplina nos é imposta por pais, professores e pela sociedade em geral, na idade adulta ela se torna um instrumento muito valioso para nosso próprio crescimento pessoal.
Ser disciplinado não é o mesmo que ser conformista. Ao contrário. Até mesmo pessoas que conseguiram mudar o sistema, como Gandhi e Nelson Mandela, por exemplo, eram extremamente disciplinadas no que se refere ao uso de estratégias para atingir seus ideais. Não existe força de vontade sem disciplina. Na verdade, quando falamos em força de vontade, estamos nos referindo à autodisciplina que nos permite canalizar nossa vontade de modo a transformá-la numa energia transformadora. Se você admira pessoas que demonstram uma grande força de vontade, então discipline-se para que você próprio possa ser uma delas.
Ser disciplinado não é o mesmo que ser conformista. Ao contrário. Até mesmo pessoas que conseguiram mudar o sistema, como Gandhi e Nelson Mandela, por exemplo, eram extremamente disciplinadas no que se refere ao uso de estratégias para atingir seus ideais. Não existe força de vontade sem disciplina. Na verdade, quando falamos em força de vontade, estamos nos referindo à autodisciplina que nos permite canalizar nossa vontade de modo a transformá-la numa energia transformadora. Se você admira pessoas que demonstram uma grande força de vontade, então discipline-se para que você próprio possa ser uma delas.
Vale a Pena ser Insubstituível?
Um erro muito comum é achar que só você pode dar conta de tudo, que ninguém mais é capaz de fazer o seu trabalho. Muitas vezes as pessoas fazem isso na ilusão de que estão criando uma espécie de reserva particular de mercado. E pensam: “Se eu me tornar insubstituível, então nunca serei demitido”. Mas na prática não é bem assim. Seu chefe pode achar que você está tão “viciado” em um determinado modo de agir que não é mais capaz de buscar novos caminhos e soluções. E, se for assim, ele não hesitará em substituí-lo por alguém que represente uma promessa de renovação para a empresa.
Por outro lado, se você for mesmo considerado insubstituível, será que isso é realmente uma vantagem? Conheço uma pessoa a respeito da qual os superiores costumavam dizer: “Fulano é muito bom no que faz. Só ele pode dar conta desse serviço”. O problema é que ele passou anos e anos na mesma função, sem jamais ser promovido. Se o promovessem, como é que iriam arranjar alguém que pudesse fazer tão bem o que ele fazia?
A solução para esse dilema é não se acomodar e não agir com mesquinhez. Se você obtém bons resultados, trate de obter resultados excelentes. Compartilhe seu conhecimento com seus colaboradores e incentive-os a melhorar cada vez mais. Não se aferre apenas às características de um bom funcionário: em vez disso, trate de incorporar, também, as características de um líder. Essa é a melhor maneira de crescer profissionalmente. E de evitar a armadilha do “empregado insubstituível”.
Por outro lado, se você for mesmo considerado insubstituível, será que isso é realmente uma vantagem? Conheço uma pessoa a respeito da qual os superiores costumavam dizer: “Fulano é muito bom no que faz. Só ele pode dar conta desse serviço”. O problema é que ele passou anos e anos na mesma função, sem jamais ser promovido. Se o promovessem, como é que iriam arranjar alguém que pudesse fazer tão bem o que ele fazia?
A solução para esse dilema é não se acomodar e não agir com mesquinhez. Se você obtém bons resultados, trate de obter resultados excelentes. Compartilhe seu conhecimento com seus colaboradores e incentive-os a melhorar cada vez mais. Não se aferre apenas às características de um bom funcionário: em vez disso, trate de incorporar, também, as características de um líder. Essa é a melhor maneira de crescer profissionalmente. E de evitar a armadilha do “empregado insubstituível”.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Cabeça Fria
Não há nada mais contagioso do que o pessimismo. Abrir os jornais e deparar-se com uma enxurrada de notícias sobre a crise em diferentes países é suficiente para estragar o dia de qualquer um – a menos que você não permita. Antes de aderir ao baixo astral, trate de buscar informações concretas. Essas situações estão mesmo se refletindo negativamente nos seus negócios? De que forma? E, se estão, o que você pode fazer para se proteger? Mantenha a cabeça fria e não permita que suas energias sejam drenadas por especulações inúteis. Se houver mesmo uma crise a caminho, essa é a melhor forma de enfrentá-la.
Autoridade e Autoritarismo
Autoridade nada tem a ver com autoritarismo. Exercer sua autoridade significa assumir suas responsabilidades para consigo mesmo e para com os outros. E isso independe da posição ou do cargo que você ocupa. Por mais humilde que seja o seu emprego, há sempre uma responsabilidade inerente à função que cabe a você, e somente a você, assumir. E não há como assumi-la sem exercer a necessária autoridade. Se o porteiro de um edifício não agir com autoridade na hora de permitir o acesso ao prédio, acabará permitindo a entrada de intrusos e, como isso, não estará à altura de suas responsabilidades.
A verdadeira autoridade é exercida com educação, porém com firmeza. Já o autoritarismo é outra história. Quando ele entra em cena, o objetivo muda. Não se trata mais de assumir responsabilidades, mas de uma mera demonstração de poder. A educação é esquecida, assim como o bom senso. Quem exerce a autoridade de forma justa e equilibrada ajuda a criar as condições necessárias para que o trabalho seja realizado de forma eficaz. Quem exerce o autoritarismo faz o oposto disso.
A verdadeira autoridade é exercida com educação, porém com firmeza. Já o autoritarismo é outra história. Quando ele entra em cena, o objetivo muda. Não se trata mais de assumir responsabilidades, mas de uma mera demonstração de poder. A educação é esquecida, assim como o bom senso. Quem exerce a autoridade de forma justa e equilibrada ajuda a criar as condições necessárias para que o trabalho seja realizado de forma eficaz. Quem exerce o autoritarismo faz o oposto disso.
A Preguiça e Seus Disfarces
Hoje em dia virou chavão dizer que, no mundo moderno, tempo é dinheiro e, por isso, vivemos numa rotina insana na qual os compromissos se acumulam e nossa vida é ditada pelo relógio. Tudo isso pode ser verdade, mas, por mais paradoxal que possa parecer, mesmo em meio a esse corrido cotidiano, muita gente ainda encontra tempo para se dedicar à boa e velha preguiça. Em geral, isso é feito com um certo sentimento de culpa, razão pela qual tenta-se encobrir a preguiça pura e simples com os mais variados tipos de camuflagem. “Preciso relaxar um pouco”, “minha mente precisa de descanso”, “se continuar nesse ritmo minha produção vai ser afetada”, “meu patrão pensa que eu sou uma máquina” são alguns exemplos dessa camuflagem.
Naturalmente, todos esses argumentos podem ser válidos. No entanto, para lidar de forma eficaz com esse tipo de pressão sem que o seu trabalho e a sua produtividade sejam prejudicados, é preciso planejar criteriosamente seus momentos de lazer. Parar um pouco no momento certo, e pelo tempo certo, é um justo e necessário descanso ao qual todos temos direito. Mas parar quando bem entendemos, porque não temos mais “saco” para fazer isso ou aquilo, é a velha preguiça em ação. Preguiça não apenas de executar determinadas tarefas, mas de fazer o que for necessário para reencontramos o ânimo e a motivação.
Naturalmente, todos esses argumentos podem ser válidos. No entanto, para lidar de forma eficaz com esse tipo de pressão sem que o seu trabalho e a sua produtividade sejam prejudicados, é preciso planejar criteriosamente seus momentos de lazer. Parar um pouco no momento certo, e pelo tempo certo, é um justo e necessário descanso ao qual todos temos direito. Mas parar quando bem entendemos, porque não temos mais “saco” para fazer isso ou aquilo, é a velha preguiça em ação. Preguiça não apenas de executar determinadas tarefas, mas de fazer o que for necessário para reencontramos o ânimo e a motivação.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Saber Pressionar
Nem sempre a paciência é uma virtude. Há momentos em que as coisas não podem ser apressadas – pelo simples motivo de que não dependem de nós. Nesse caso, o bom senso recomenda uma boa dose de paciência como forma de evitar desgastes inúteis e resultados indesejados. Há ocasiões, porém, em que as coisas podem e devem ser apressadas – e fazer isso cabe inteiramente a nós. Ser paciente nessas situações não é uma vantagem. É apenas sinal de comodismo, de insegurança ou de ambos.
Suponha que você esteja negociando com um investidor que poderá alavancar o seu negócio. Talvez seja necessário ter paciência e lhe dar algum tempo para decidir sem pressão. Ou talvez seja necessário fazer o oposto: pressionar um pouco para que ele pare de enrolar e perceba que poderá perder um bom negócio. No grande jogo das negociações, a paciência tanto pode ser vital quanto fatal. Cabe ao bom negociador saber quando é hora de esperar e quando é hora de pressionar.
Suponha que você esteja negociando com um investidor que poderá alavancar o seu negócio. Talvez seja necessário ter paciência e lhe dar algum tempo para decidir sem pressão. Ou talvez seja necessário fazer o oposto: pressionar um pouco para que ele pare de enrolar e perceba que poderá perder um bom negócio. No grande jogo das negociações, a paciência tanto pode ser vital quanto fatal. Cabe ao bom negociador saber quando é hora de esperar e quando é hora de pressionar.
Segurança ou Ilusão?
A busca pela segurança financeira é uma motivação poderosa. Queremos ter certeza de que poderemos manter nosso padrão de vida e o de nossa família, e o medo da demissão, do desemprego e dos revezes nos negócios torna-se, para muitas pessoas, uma sombra quase que onipresente. O grande problema ocorre quando esse receio, que até certo ponto é natural, acaba se transformando num freio que impede o nosso crescimento.
Evitar a inovação, as iniciativas ousadas e originais e a busca de novos caminhos em nome de uma falsa sensação de segurança é um erro cujo preço é caro demais. Tudo na vida segue um curso natural de expansão, ápice e declínio. E, no mundo dos negócios, a única forma de retardar – ou até mesmo evitar – o declínio é antecipando-nos às mudanças quando ainda estamos no ápice. Mesmo que para isso tenhamos que lidar com nossas inseguranças.
Acreditar que, quanto mais imóvel você estiver, mais seguro você ficará em sua posição, não passa de uma ilusão. A verdadeira segurança não está em um lugar, em um cargo, em um emprego ou em uma empresa. Não está nem mesmo no dinheiro, que pode ser perdido de uma hora para outra. A verdadeira segurança está na confiança que você tem em sua capacidade de agir.
Evitar a inovação, as iniciativas ousadas e originais e a busca de novos caminhos em nome de uma falsa sensação de segurança é um erro cujo preço é caro demais. Tudo na vida segue um curso natural de expansão, ápice e declínio. E, no mundo dos negócios, a única forma de retardar – ou até mesmo evitar – o declínio é antecipando-nos às mudanças quando ainda estamos no ápice. Mesmo que para isso tenhamos que lidar com nossas inseguranças.
Acreditar que, quanto mais imóvel você estiver, mais seguro você ficará em sua posição, não passa de uma ilusão. A verdadeira segurança não está em um lugar, em um cargo, em um emprego ou em uma empresa. Não está nem mesmo no dinheiro, que pode ser perdido de uma hora para outra. A verdadeira segurança está na confiança que você tem em sua capacidade de agir.
Projeto de Vida
É incrível a quantidade de gente que se sente explorada no trabalho. Não faltam reclamações de horários puxados, atribuições além da conta, falta de reconhecimento e salários insuficientes. O problema é que, quando você diz a essas pessoas para lutar por condições mais dignas ou, então, procurar outro emprego, elas em geral se voltam contra você. “Falar é fácil”, dizem elas. “Quem é que vai pagar minhas contas no fim do mês?”
Bem, todo mundo tem contas para pagar no fim do mês. Mas, por mais importante que isso seja, é apenas parte de algo bem maior: o seu projeto de vida. Se você perder de vista o seu projeto de vida e resumir suas motivações à necessidade de pagar contas, estará se colocando num beco sem saída no qual você próprio se condena a sujeitar-se à exploração. Por outro lado, se tiver um projeto de vida como “realizar-me fazendo o que gosto e obter a remuneração e o reconhecimento que eu mereço”, você poderá contar com a força e a confiança que vem de uma motivação clara e determinada.
Isso funciona como uma bússola que o guiará mesmo nos momentos em que você se sente fora do seu caminho. Você pode se ver forçado a pegar um ou outro atalho, mas a bússola sempre lhe mostrará como retomar o seu caminho. O projeto de vida coloca você numa atitude ativa. Aceitar o papel de vítima o coloca numa atitude passiva. E perigosa. Afinal, o profissional que se vê permanentemente como uma vítima acaba atraindo patrões e colegas carrascos. Não dê a eles esse poder. Pense em termos de trabalho e realização, não de emprego. Pense em termos de projeto de vida.
Bem, todo mundo tem contas para pagar no fim do mês. Mas, por mais importante que isso seja, é apenas parte de algo bem maior: o seu projeto de vida. Se você perder de vista o seu projeto de vida e resumir suas motivações à necessidade de pagar contas, estará se colocando num beco sem saída no qual você próprio se condena a sujeitar-se à exploração. Por outro lado, se tiver um projeto de vida como “realizar-me fazendo o que gosto e obter a remuneração e o reconhecimento que eu mereço”, você poderá contar com a força e a confiança que vem de uma motivação clara e determinada.
Isso funciona como uma bússola que o guiará mesmo nos momentos em que você se sente fora do seu caminho. Você pode se ver forçado a pegar um ou outro atalho, mas a bússola sempre lhe mostrará como retomar o seu caminho. O projeto de vida coloca você numa atitude ativa. Aceitar o papel de vítima o coloca numa atitude passiva. E perigosa. Afinal, o profissional que se vê permanentemente como uma vítima acaba atraindo patrões e colegas carrascos. Não dê a eles esse poder. Pense em termos de trabalho e realização, não de emprego. Pense em termos de projeto de vida.
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