Fases da TPM qualquer semelhança é mera coincidência
Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:
Fase 1 » Fase Meiguinha
Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa, grudentinha. Bom sinal?
Talvez, se não fosse mais do que o normal.
Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para um temperamento um pouco mais depressivo.
Fase 2 » Fase Sensível
Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
- Você acha que eu estou gorda?
Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo 'estou' ao invés da combinação 'estou ficando', torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.
Fase 3 » Fase Explosiva
Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.
Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas...
Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: 'Tá tudo bem?' A resposta é um simples e seca: 'Ta' sem olhar na sua cara.
Não satisfeito, você emenda um 'Tem certeza?', que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso 'teenhoo.'. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que...
- Merda, viu!? - ela rosna de repente.
- Que foi?
A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.
Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
- Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo!
Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!
Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita! Aliás,vai embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.
Fase 4 » Fase da Cólica
No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado 'O que aconteceu?', você se pergunta. 'Tudo bem'. Você pensa: 'Acho que ela se livrou do encosto'. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
Pelo menos até daqui a 20 dias...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Por Que Não?
Para ser bem-sucedido, muitas vezes é necessário ter a ousadia de transpor convenções e preconceitos. E, na maioria dos casos, tudo o que se precisa para dar esse salto é manter a mente aberta. Quando pensamos: “isso é impossível”, nos colocamos diante de uma muralha. Quando pensamos: “por que não?”, nos colocamos diante de um trampolim.
Perguntar-se “por que não?” pode ser uma forma salutar de expandir os horizontes e de enxergar além das convenções – desde que esse princípio não seja aplicado ao campo da ética. Quando o que está em jogo são questões que envolvem a integridade e a honestidade, o que deve existir é apenas o sim e o não.
Algumas pessoas olham para o passado e perguntam "por quê?"
Prefiro olhar para o futuro e perguntar "por quê não?"
Perguntar-se “por que não?” pode ser uma forma salutar de expandir os horizontes e de enxergar além das convenções – desde que esse princípio não seja aplicado ao campo da ética. Quando o que está em jogo são questões que envolvem a integridade e a honestidade, o que deve existir é apenas o sim e o não.
Algumas pessoas olham para o passado e perguntam "por quê?"
Prefiro olhar para o futuro e perguntar "por quê não?"
Dicas para implementar a função de planejamento na sua agência
Segue abaixo a tradução de um texto fantástico do Leon Phang, planner da filial sueca da Jung Von Matt. São dicas preciosas não só para agências sem planejamento, mas também para aquelas em que a função não está bem estabelecida.
Como implementar um planejamento que funciona
Aqui vão algumas dicas para agências que ainda não possuem a função de planejamento, mas gostariam de ter – talvez uma agência pequena ou média com alguma ambição.
Obviamente, não há razão para convencer outros planners dos milagres do planejamento. Portanto, este post é para o restante de vocês.
Tenho total consciência de que profissionais de atendimento e de criação são capazes de fazer um planejamento satisfatório. No entanto, acredito fortemente que a especialização conduz à excelência. Em resumo, um planner full-time tem mais possibilidades de envolvimento comparado a profissionais que dividem a função de planejar e atender. Essa perspectiva, entretanto, diz respeito à função de planejamento em tempo integral.
Na Jung Von Matt da Suécia, eu cheguei como primeiro planejador. Nove meses depois, com a função de planejamento bem estabelecida, a maneira como a agência trabalha parece bem diferente. Portanto, com base na minha experiência, seguem 3 passos para criar esta 3ª disciplina:
1 » Defina um propósito
Planejamento não é trabalho terapêutico. Ou pelo menos não deveria ser. A gestão da agência deve saber claramente porque precisa de planejamento.
Visão gerencial. O planejamento como recurso precisa estar alinhado à visão da agência. O que o planejamento pretende alcançar em termos de criatividade, eficiência operacional, inspiração, inovação, pensamento estratégico, efetividade de campanha?
Compromisso e apoio. A função do planejamento não pode ser um projeto de curto prazo, pois mudanças organizacionais levam tempo para serem implementadas e os benefícios levam tempo para cristalizar. A gestão deve estar compromissada a testar novos formatos organizacionais, ser paciente com o valor agregado e apoiar a função de planejamento com recursos tais como tempo, pessoas, dinheiro e treinamento, para fazê-la funcionar.
2 » Assuma uma posição
Segundo um famoso planner disse: o planejador é a pessoa mais dispensável na agência. Eu concordo plenamente com isso, e, qualquer planner que pensa assim terá a seguinte responsabilidade para com a sua equipe:
Credibilidade. O planejador deve, por definição, conquistar a confiança e o respeito do pessoal do atendimento e da equipe de criação. Sem isso, o planner será, provavelmente, colocado de lado. Ser esperto e demonstrar inteligência é um requisito básico. Falar a mesma língua dos criativos e do atendimento (mas não ser um deles) ajuda. Tornar a vida deles mais fácil é uma boa alternativa.
Um papel claro. Planejamento não é somente teoria ou a aplicação dela, mas um papel que deve ser definido em uma equipe formada pelo diretor de atendimento/estrategista, diretor de criação e equipe de criação. Sem um papel claro, o planner ficará confuso. Um bom ponto de partida é estreitar o papel do planejamento, que pode ser definido como mais estratégico ou mais criativo.
3 » Crie espaço
O planner precisa de um palco permanente para fazer a agência crescer e se desenvolver. A única maneira de estabelecer este palco é mudando a maneira como a agência trabalha em termos de:
Processos. O planejamento deve ser integrado à rotina de processos. Dependendo de quem estará no “recebimento final”, o fluxo de trabalho da agência será um processo de 2 ou 3 passos, geralmente definido pela fase da pesquisa/análise > estratégia/conceito > criação/desenvolvimento da idéia ou equivalente. O ponto é não criar rótulos ou tornar as coisas complicadas, mas ter certeza de que o planner tenha tempo suficiente e o resto da equipe faça as coisas com o mínimo de sobreposição (o processo todo).
Rotina. Quando o planejamento é usado esporadicamente, sua qualidade cai. O modelo mental da agência deve ser de utilizar sempre o planejamento, e, quando não for necessário, optar pelo não uso. E não o contrário.
Por ultimo, planejamento é como qualquer outro trabalho. Tem a ver com personalidade, competência, etc.
Fonte da Informação: chmkt
Como implementar um planejamento que funciona
Aqui vão algumas dicas para agências que ainda não possuem a função de planejamento, mas gostariam de ter – talvez uma agência pequena ou média com alguma ambição.
Obviamente, não há razão para convencer outros planners dos milagres do planejamento. Portanto, este post é para o restante de vocês.
Tenho total consciência de que profissionais de atendimento e de criação são capazes de fazer um planejamento satisfatório. No entanto, acredito fortemente que a especialização conduz à excelência. Em resumo, um planner full-time tem mais possibilidades de envolvimento comparado a profissionais que dividem a função de planejar e atender. Essa perspectiva, entretanto, diz respeito à função de planejamento em tempo integral.
Na Jung Von Matt da Suécia, eu cheguei como primeiro planejador. Nove meses depois, com a função de planejamento bem estabelecida, a maneira como a agência trabalha parece bem diferente. Portanto, com base na minha experiência, seguem 3 passos para criar esta 3ª disciplina:
1 » Defina um propósito
Planejamento não é trabalho terapêutico. Ou pelo menos não deveria ser. A gestão da agência deve saber claramente porque precisa de planejamento.
Visão gerencial. O planejamento como recurso precisa estar alinhado à visão da agência. O que o planejamento pretende alcançar em termos de criatividade, eficiência operacional, inspiração, inovação, pensamento estratégico, efetividade de campanha?
Compromisso e apoio. A função do planejamento não pode ser um projeto de curto prazo, pois mudanças organizacionais levam tempo para serem implementadas e os benefícios levam tempo para cristalizar. A gestão deve estar compromissada a testar novos formatos organizacionais, ser paciente com o valor agregado e apoiar a função de planejamento com recursos tais como tempo, pessoas, dinheiro e treinamento, para fazê-la funcionar.
2 » Assuma uma posição
Segundo um famoso planner disse: o planejador é a pessoa mais dispensável na agência. Eu concordo plenamente com isso, e, qualquer planner que pensa assim terá a seguinte responsabilidade para com a sua equipe:
Credibilidade. O planejador deve, por definição, conquistar a confiança e o respeito do pessoal do atendimento e da equipe de criação. Sem isso, o planner será, provavelmente, colocado de lado. Ser esperto e demonstrar inteligência é um requisito básico. Falar a mesma língua dos criativos e do atendimento (mas não ser um deles) ajuda. Tornar a vida deles mais fácil é uma boa alternativa.
Um papel claro. Planejamento não é somente teoria ou a aplicação dela, mas um papel que deve ser definido em uma equipe formada pelo diretor de atendimento/estrategista, diretor de criação e equipe de criação. Sem um papel claro, o planner ficará confuso. Um bom ponto de partida é estreitar o papel do planejamento, que pode ser definido como mais estratégico ou mais criativo.
3 » Crie espaço
O planner precisa de um palco permanente para fazer a agência crescer e se desenvolver. A única maneira de estabelecer este palco é mudando a maneira como a agência trabalha em termos de:
Processos. O planejamento deve ser integrado à rotina de processos. Dependendo de quem estará no “recebimento final”, o fluxo de trabalho da agência será um processo de 2 ou 3 passos, geralmente definido pela fase da pesquisa/análise > estratégia/conceito > criação/desenvolvimento da idéia ou equivalente. O ponto é não criar rótulos ou tornar as coisas complicadas, mas ter certeza de que o planner tenha tempo suficiente e o resto da equipe faça as coisas com o mínimo de sobreposição (o processo todo).
Rotina. Quando o planejamento é usado esporadicamente, sua qualidade cai. O modelo mental da agência deve ser de utilizar sempre o planejamento, e, quando não for necessário, optar pelo não uso. E não o contrário.
Por ultimo, planejamento é como qualquer outro trabalho. Tem a ver com personalidade, competência, etc.
Fonte da Informação: chmkt
Competência e Caráter
A personalidade das pessoas que trabalham em uma empresa é tão importante quanto suas qualificações profissionais. Que o diga quem já teve o prazer de trabalhar com alguém talentoso, mas egocêntrico, competente, mas emocionalmente instável, inteligente, mas desonesto. Nesses casos, o efeito costuma ser sempre o mesmo: os conflitos são inevitáveis e os resultados são comprometidos.
Pesquisas realizadas nos anos 80 nos Estados Unidos com gerentes demitidos constataram que todos os que participaram dos estudos possuíam qualificações profissionais impecáveis. Porém, na maioria dos casos, o que provocou sua demissão não foi a falta de competência, mas certos traços de personalidade que dificultavam – ou até impossibilitavam – sua convivência com os demais. Conclusão: não se fie apenas no seu talento. Procure aprimorar, também, o seu caráter.
Pesquisas realizadas nos anos 80 nos Estados Unidos com gerentes demitidos constataram que todos os que participaram dos estudos possuíam qualificações profissionais impecáveis. Porém, na maioria dos casos, o que provocou sua demissão não foi a falta de competência, mas certos traços de personalidade que dificultavam – ou até impossibilitavam – sua convivência com os demais. Conclusão: não se fie apenas no seu talento. Procure aprimorar, também, o seu caráter.
domingo, 12 de julho de 2009
10 dicas para gerar grandes ideias
A ex-diretora de planejamento da JWT London e da Chiat Day New York, a Merry Baskin – atualmente na Baskin Shark, da qual é fundadora – tem um texto muito interessante no site do The Account Planning Group do Reino Unido com dicas excelentes para conduzir reuniões de Brainstorming.
Segundo ela, 9 em cada 10 pessoas nas empresas concordam que inovação e criatividade são vitais para o crescimento, mas o problema é que 9 em cada 10 pessoas que admitem isso não sabem como colocar esses conceitos em prática. Uma maneira fácil de fazer isso – muito utilizada nas agências – é a “tempestade de idéias”.
No entanto, as reuniões de Brainstorming devem ser mais desejadas e acessíveis no dia-a-dia dos escritórios. A grande ironia, diz ela, é que não basta chamar algumas pessoas para uma sala com um flipchart e começar a dizer o que quiser – se você quiser um output bom, é claro.
De acordo com Baskin, as sessões de Brainstorming precisam ser facilitadas, com a criação de um ambiente que conduz ao pensamento criativo, à tomada de risco, à experimentação e que deixe a mente correr solta. Para isso, ela dá algumas dicas excelentes.
1 » Prepare-se: Mesmo que seja um encontro de 1 hora durante o horário de almoço. O tempo gasto de antemão será recompensado pelo rumo que a reunião tomará.
Portanto, pense nos seguintes pontos:
2 » Defina o problema com cuidado, clareza e objetividade. Assegure-se de que tem o problema “certo”. Nunca use o Brainstorming para estabelecer uma disputa. Se possível, encontre um “dono” do problema, deixando você com a função de facilitar o direcionamento à solução.
3 » Pense muito bem na seleção das pessoas. Evite pessoas que não ajudem, que sejam céticas, hierárquicas e tipos que podem acabar com o bom humor do encontro.
4 » Tenha uma “programação”. Não se esqueça de incluir intervalos, que são cruciais, pois tornam as sessões mais estimulantes e ditam a mudança. Uma ideia é mandar o pessoal para uma breve caminhada, de preferência na rua, e dar uma tarefa totalmente desvinculada do escopo – com isso eles levarão seus cérebros para dar uma volta também. Geralmente, quando você para de pensar em algo, é quando a ideia aparece.
5 » Pense nos acompanhamentos. Alguns tipos de comida como espinafre e nozes, ricos em Omega 3, ajudam na memória e concentração. Cafeína e álcool antes ou depois podem deixar a sessão horrível.
6 » Escreva uma caixa de ideias. Há diversas técnicas e jogos que você pode utilizar. Quanto mais você tiver em mãos, mais confiante, criativo e flexível você ficará durante a reunião. Meus favoritos são:
• In-out listening: Deixa sua mente vagar para dentro e para fora quanto o problema vai sendo definido, e você escreve qualquer coisa que vir à sua cabeça – mesmo se for algo bobo. Use tais palavras para desencadear associações, faça conexões e transforme-as em possíveis soluções.
• Esvaziamento cerebral: Todo mundo tem algo em mente – seja um preconceito, uma ideia ou um compromisso. Tire isso deles antes de começar e, assim, poderá seguir adiante.
• Modelo dos Seis Chapéus do Edward De Bono: Um sistema que encoraja as pessoas a fazer um tipo de coisa por vez: seja racional, emocional, julgamental, positivista, etc. Cada um representa um diferente modelo e sinaliza ao grupo que foquem nessa área e evitem confusão.
• Excursões: Existem inúmeras opções, mas uma fácil é fazer com que as pessoas finjam ser algum tipo de animal, descrevam como é sua vida e sugiram como aquele animal ou suas características poderiam ajudar a resolver o problema.
• Colagens ou recortes de fotos: Faça com que as pessoas pensem visualmente em termos de imagens e associações, ao invés de apenas utilizar palavras.
• Leve o físico em consideração: Não importa se é um exercício coletivo ou atuando, é importante fazer com que as pessoas se mexam. Isso as deixa acordadas e estimula os lados direito e esquerdo do cérebro simultaneamente.
7 » Não se esqueça de construir. Raramente uma ideia já vem totalmente formada. Portanto, deixe as outras pessoas a levem adiante e veja quando seguir adiante.
8 » Pratique a escrita legível. Ou então deixe alguém para anotar e acompanhar tudo. Se você não conseguir ler o que escreveu nos seus flipcharts e nem lembrar o que foi dito, desperdiçou o tempo de todo mundo.
9 » Divirta-se. A risada é um grande desinibidor e torna o ambiente propício à criatividade.
10 » Leia alguns livros para se iniciar no assunto:
• ?What If!:How to start a Creative Revolution at Work - Dave Allan, Matt Kingdon, Kris Murrin e Daz Rudkin.
• The Innovators Handbook - Vincent Nolan
• Six Thinking Hats - Edward De Bono
Fonte da Informação: chmkt
Segundo ela, 9 em cada 10 pessoas nas empresas concordam que inovação e criatividade são vitais para o crescimento, mas o problema é que 9 em cada 10 pessoas que admitem isso não sabem como colocar esses conceitos em prática. Uma maneira fácil de fazer isso – muito utilizada nas agências – é a “tempestade de idéias”.
No entanto, as reuniões de Brainstorming devem ser mais desejadas e acessíveis no dia-a-dia dos escritórios. A grande ironia, diz ela, é que não basta chamar algumas pessoas para uma sala com um flipchart e começar a dizer o que quiser – se você quiser um output bom, é claro.
De acordo com Baskin, as sessões de Brainstorming precisam ser facilitadas, com a criação de um ambiente que conduz ao pensamento criativo, à tomada de risco, à experimentação e que deixe a mente correr solta. Para isso, ela dá algumas dicas excelentes.
1 » Prepare-se: Mesmo que seja um encontro de 1 hora durante o horário de almoço. O tempo gasto de antemão será recompensado pelo rumo que a reunião tomará.
Portanto, pense nos seguintes pontos:
2 » Defina o problema com cuidado, clareza e objetividade. Assegure-se de que tem o problema “certo”. Nunca use o Brainstorming para estabelecer uma disputa. Se possível, encontre um “dono” do problema, deixando você com a função de facilitar o direcionamento à solução.
3 » Pense muito bem na seleção das pessoas. Evite pessoas que não ajudem, que sejam céticas, hierárquicas e tipos que podem acabar com o bom humor do encontro.
4 » Tenha uma “programação”. Não se esqueça de incluir intervalos, que são cruciais, pois tornam as sessões mais estimulantes e ditam a mudança. Uma ideia é mandar o pessoal para uma breve caminhada, de preferência na rua, e dar uma tarefa totalmente desvinculada do escopo – com isso eles levarão seus cérebros para dar uma volta também. Geralmente, quando você para de pensar em algo, é quando a ideia aparece.
5 » Pense nos acompanhamentos. Alguns tipos de comida como espinafre e nozes, ricos em Omega 3, ajudam na memória e concentração. Cafeína e álcool antes ou depois podem deixar a sessão horrível.
6 » Escreva uma caixa de ideias. Há diversas técnicas e jogos que você pode utilizar. Quanto mais você tiver em mãos, mais confiante, criativo e flexível você ficará durante a reunião. Meus favoritos são:
• In-out listening: Deixa sua mente vagar para dentro e para fora quanto o problema vai sendo definido, e você escreve qualquer coisa que vir à sua cabeça – mesmo se for algo bobo. Use tais palavras para desencadear associações, faça conexões e transforme-as em possíveis soluções.
• Esvaziamento cerebral: Todo mundo tem algo em mente – seja um preconceito, uma ideia ou um compromisso. Tire isso deles antes de começar e, assim, poderá seguir adiante.
• Modelo dos Seis Chapéus do Edward De Bono: Um sistema que encoraja as pessoas a fazer um tipo de coisa por vez: seja racional, emocional, julgamental, positivista, etc. Cada um representa um diferente modelo e sinaliza ao grupo que foquem nessa área e evitem confusão.
• Excursões: Existem inúmeras opções, mas uma fácil é fazer com que as pessoas finjam ser algum tipo de animal, descrevam como é sua vida e sugiram como aquele animal ou suas características poderiam ajudar a resolver o problema.
• Colagens ou recortes de fotos: Faça com que as pessoas pensem visualmente em termos de imagens e associações, ao invés de apenas utilizar palavras.
• Leve o físico em consideração: Não importa se é um exercício coletivo ou atuando, é importante fazer com que as pessoas se mexam. Isso as deixa acordadas e estimula os lados direito e esquerdo do cérebro simultaneamente.
7 » Não se esqueça de construir. Raramente uma ideia já vem totalmente formada. Portanto, deixe as outras pessoas a levem adiante e veja quando seguir adiante.
8 » Pratique a escrita legível. Ou então deixe alguém para anotar e acompanhar tudo. Se você não conseguir ler o que escreveu nos seus flipcharts e nem lembrar o que foi dito, desperdiçou o tempo de todo mundo.
9 » Divirta-se. A risada é um grande desinibidor e torna o ambiente propício à criatividade.
10 » Leia alguns livros para se iniciar no assunto:
• ?What If!:How to start a Creative Revolution at Work - Dave Allan, Matt Kingdon, Kris Murrin e Daz Rudkin.
• The Innovators Handbook - Vincent Nolan
• Six Thinking Hats - Edward De Bono
Fonte da Informação: chmkt
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Concentre-se na Solução, Não no Problema
Talvez um dos melhores conselhos que já ouvi para lidar com as preocupações é o seguinte: concentre-se nas soluções, não nos problemas. É claro que, para encontrar as melhores soluções, você deve entender a fundo o problema. Ocorre que entendê-lo não significa remoê-lo. Trata-se de uma diferença de abordagem. Remoer é pensar de forma repetitiva, obsessiva até, e sempre com uma forte carga emocional. Essa distorção pode acabar transformando o problema num agente catalizador de tudo o que anda mal em nossa vida – até de coisas que nada tem a ver com o problema.
É o que acontece quando você começa a pensar: “Se eu conseguisse resolver determinada situação com meu chefe, minha carreira deslancharia e eu receberia uma promoção. Com a promoção, eu teria mais dinheiro, minha mulher pararia de reclamar e nossa vida conjugal iria melhorar. E sem tantas preocupações na cabeça, eu poderia dar mais atenção aos meus filhos e estreitar nosso relacionamento. E com tudo isso minha angústia e minha insatisfação acabariam, e eu com certeza seria mais feliz”. Será?
Quando o problema recebe toda essa carga emocional, ele se torna avassalador e paralisante – a tal ponto que nem sequer conseguimos enxergar a solução, por mais óbvia que ela às vezes possa ser. A compreensão de um problema requer uma análise objetiva, feita com equilíbrio e com um certo distanciamento crítico. Exige que ele seja reduzido à sua essência, em vez de ser expandido em uma série de ramificações, frequentemente imaginárias. Só depois disso é que podemos nos concentrar nas soluções, e não nos problemas.
É o que acontece quando você começa a pensar: “Se eu conseguisse resolver determinada situação com meu chefe, minha carreira deslancharia e eu receberia uma promoção. Com a promoção, eu teria mais dinheiro, minha mulher pararia de reclamar e nossa vida conjugal iria melhorar. E sem tantas preocupações na cabeça, eu poderia dar mais atenção aos meus filhos e estreitar nosso relacionamento. E com tudo isso minha angústia e minha insatisfação acabariam, e eu com certeza seria mais feliz”. Será?
Quando o problema recebe toda essa carga emocional, ele se torna avassalador e paralisante – a tal ponto que nem sequer conseguimos enxergar a solução, por mais óbvia que ela às vezes possa ser. A compreensão de um problema requer uma análise objetiva, feita com equilíbrio e com um certo distanciamento crítico. Exige que ele seja reduzido à sua essência, em vez de ser expandido em uma série de ramificações, frequentemente imaginárias. Só depois disso é que podemos nos concentrar nas soluções, e não nos problemas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Você Controla Seus Hábitos Ou Eles Controlam Você?
No livro O Poder do Foco, os autores Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Lês Hewitt afirmam que até 90% de nosso comportamento baseiam-se em hábitos – tanto bons quanto ruins. Seu horário de ir para cama é um hábito, o que você come no café da manhã é um hábito e até mesmo chegar atrasado ao trabalho é outro hábito. Isso para não falar na forma como você se relaciona com seus colegas, chefes e subordinados, em sua rotina de trabalho e em suas atividades em família.
A vantagem de ver as coisas por essa perspectiva é que ela nos leva a compreender que temos muito mais poder do que achamos que temos. Se acreditarmos que nossa vida é controlada por fatores externos, então há pouco ou quase nada a fazer. Mas se passarmos a ver nossa vida como conseqüência de nossos hábitos, perceberemos que de fato temos autonomia para modificar o que for preciso. Afinal, hábitos podem ser mudados. É tudo uma questão de foco e disciplina.
A vantagem de ver as coisas por essa perspectiva é que ela nos leva a compreender que temos muito mais poder do que achamos que temos. Se acreditarmos que nossa vida é controlada por fatores externos, então há pouco ou quase nada a fazer. Mas se passarmos a ver nossa vida como conseqüência de nossos hábitos, perceberemos que de fato temos autonomia para modificar o que for preciso. Afinal, hábitos podem ser mudados. É tudo uma questão de foco e disciplina.
Transformando o tempo
Stephan Rechtschaffen é um médico que fundou o bem sucedido Omega Institute em New York, em seu livro 'Timeshifting' (Reorientando o Tempo) faz algumas observações que listo abaixo (editadas).
O tempo não é uma medida » mas uma qualidade. Quando olhamos o passado, não estamos voltando uma fita, mas relembrando uma dádiva de nossa passagem sobre a terra. Não se mede o tempo como se mede uma estrada, já que damos saltos gigantescos para trás (lembranças) e para frente (projetos).
Gerenciar não é viver » “tempo é dinheiro” é uma bobagem. Precisamos ter consciência de cada minuto, saber aproveita-lo naquilo que estamos fazendo (com amor) ou apenas na contemplação da vida. O dia compreende 24 horas e uma infinidade de momentos. Se desaceleramos, tudo dura muito mais. Claro, pode durar mais a lavagem de pratos, mas por que não usar isso para pensar em coisas agradáveis, cantar, relaxar, alegrar-se com o fato de estar vivo?
Sintonia com a vida » Arthur Rubinstein (um dos maiores pianistas do século XX) foi certa vez abordado por uma ardente admiradora, que lhe perguntou: “Como pode usar as notas com tanta maestria”? O pianista respondeu: “Eu uso as notas do mesmo jeito que os outros, mas as pausas...ah! É ai que está a arte”. Meu processo de divórcio foi extremamente doloroso, e eu achei que ficando ocupado, conseguiria superar os momentos difíceis; mas não aconteceu como previsto, já que não conseguia olhar a dor em minha alma. A partir de determinado momento, passei a “usar as pausas” – sentar, deixar que a dor viesse, me atingisse, e passasse. Pouco a pouco fui reestruturando minha vida, entendendo melhor as razões da separação, e hoje minha ex-mulher trabalha comigo no Omega Institute – porque fui capaz de enfrentar a dor, e não apenas ocultá-la por detrás de muitas tarefas.
Lidar com as experiências usando mais profundidade » um estudo sobre os freqüentadores do Zoológico Nacional de Washington revelou que o tempo médio que as pessoas passam olhando qualquer exposição de animais não ultrapassa dez segundos. Por que ir ao zoológico, então? Melhor folhear um livro ilustrado, não é verdade? Um guia me explicou que as pessoas reclamam que os hipopótamos sempre estão submersos; na verdade, a média de submersão vai de 90 segundos a um máximo de cinco minutos – entretanto, a pressa de se ir adiante não deixa o visitante aproveitar o motivo da visita.
Saber quando refletir ou agir » uma paciente minha, com problemas de obesidade, disse que estava disposta a a fazer qualquer coisa para curar-se. Pedi que, sempre que tivesse vontade de comer, observasse o sentimento, e não agisse. “Mas eu sinto fome!” respondeu ela. “Exatamente”, foi meu comentário. Se conseguir conviver com seu sentimento, observar a fome, deixá-la vir com toda a sua intensidade, sofrer eventualmente – mas não agir – em breve conseguirá atenuar a ansiedade, e saberá ser dona de sua vontade, e não escrava de seus impulsos.
Atuando diante das emoções negativas » quando nos sentamos em um sofá, ligamos a televisão (que na verdade, é uma maneira de “desligar-se” do mundo). Ou então ficamos extremamente ansiosos, achamos que estamos perdendo tempo, que precisamos telefonar para alguém, fazer ginástica, arrumar a casa. Por que? Porque se ficarmos quietos, toda a onda de emoções reprimidas irá nos atacar, nos deprimir, nos deixar tristes ou culpados. Mas quanto mais nos “ocupamos”, mais estas emoções se acumulam, até que um dia corremos o risco de vê-las explodir sem controle.
Sim, todos nós temos nossos problemas, que precisam ser encarados – por que não fazer isso hoje? Parar. Pensar. Eventualmente sofrer um pouco. Mas no final, entender quem somos, o que sentimos, o que estamos fazendo aqui, neste momento – ao invés de querer ficar determinando a Agenda da Vida.
O tempo não é uma medida » mas uma qualidade. Quando olhamos o passado, não estamos voltando uma fita, mas relembrando uma dádiva de nossa passagem sobre a terra. Não se mede o tempo como se mede uma estrada, já que damos saltos gigantescos para trás (lembranças) e para frente (projetos).
Gerenciar não é viver » “tempo é dinheiro” é uma bobagem. Precisamos ter consciência de cada minuto, saber aproveita-lo naquilo que estamos fazendo (com amor) ou apenas na contemplação da vida. O dia compreende 24 horas e uma infinidade de momentos. Se desaceleramos, tudo dura muito mais. Claro, pode durar mais a lavagem de pratos, mas por que não usar isso para pensar em coisas agradáveis, cantar, relaxar, alegrar-se com o fato de estar vivo?
Sintonia com a vida » Arthur Rubinstein (um dos maiores pianistas do século XX) foi certa vez abordado por uma ardente admiradora, que lhe perguntou: “Como pode usar as notas com tanta maestria”? O pianista respondeu: “Eu uso as notas do mesmo jeito que os outros, mas as pausas...ah! É ai que está a arte”. Meu processo de divórcio foi extremamente doloroso, e eu achei que ficando ocupado, conseguiria superar os momentos difíceis; mas não aconteceu como previsto, já que não conseguia olhar a dor em minha alma. A partir de determinado momento, passei a “usar as pausas” – sentar, deixar que a dor viesse, me atingisse, e passasse. Pouco a pouco fui reestruturando minha vida, entendendo melhor as razões da separação, e hoje minha ex-mulher trabalha comigo no Omega Institute – porque fui capaz de enfrentar a dor, e não apenas ocultá-la por detrás de muitas tarefas.
Lidar com as experiências usando mais profundidade » um estudo sobre os freqüentadores do Zoológico Nacional de Washington revelou que o tempo médio que as pessoas passam olhando qualquer exposição de animais não ultrapassa dez segundos. Por que ir ao zoológico, então? Melhor folhear um livro ilustrado, não é verdade? Um guia me explicou que as pessoas reclamam que os hipopótamos sempre estão submersos; na verdade, a média de submersão vai de 90 segundos a um máximo de cinco minutos – entretanto, a pressa de se ir adiante não deixa o visitante aproveitar o motivo da visita.
Saber quando refletir ou agir » uma paciente minha, com problemas de obesidade, disse que estava disposta a a fazer qualquer coisa para curar-se. Pedi que, sempre que tivesse vontade de comer, observasse o sentimento, e não agisse. “Mas eu sinto fome!” respondeu ela. “Exatamente”, foi meu comentário. Se conseguir conviver com seu sentimento, observar a fome, deixá-la vir com toda a sua intensidade, sofrer eventualmente – mas não agir – em breve conseguirá atenuar a ansiedade, e saberá ser dona de sua vontade, e não escrava de seus impulsos.
Atuando diante das emoções negativas » quando nos sentamos em um sofá, ligamos a televisão (que na verdade, é uma maneira de “desligar-se” do mundo). Ou então ficamos extremamente ansiosos, achamos que estamos perdendo tempo, que precisamos telefonar para alguém, fazer ginástica, arrumar a casa. Por que? Porque se ficarmos quietos, toda a onda de emoções reprimidas irá nos atacar, nos deprimir, nos deixar tristes ou culpados. Mas quanto mais nos “ocupamos”, mais estas emoções se acumulam, até que um dia corremos o risco de vê-las explodir sem controle.
Sim, todos nós temos nossos problemas, que precisam ser encarados – por que não fazer isso hoje? Parar. Pensar. Eventualmente sofrer um pouco. Mas no final, entender quem somos, o que sentimos, o que estamos fazendo aqui, neste momento – ao invés de querer ficar determinando a Agenda da Vida.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
11 expressões usadas pelas mulheres e seus significados
1 » "Certo" » Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2 » "5 minutos" » Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 » "Nada" » Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 » "Você que sabe" » É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer e não diga que também não sabe!
5 » Suspiro ALTO » Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre o "Nada".
6 » "Tudo bem" » Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 » "Obrigada" » Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece".
8 » "Esquece" » É uma mulher dizendo "FODA-SE!!"
9 » "Deixa pra lá, EU resolvo" » Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 » "Precisamos conversar!" » Fooodeu!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 » "Sabe, eu estive pensando..." » Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse".
Fonte: Baseado em experiências com minha Ex-Mulher
2 » "5 minutos" » Se ela está se arrumando significa meia hora. "5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 » "Nada" » Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 » "Você que sabe" » É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer e não diga que também não sabe!
5 » Suspiro ALTO » Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre o "Nada".
6 » "Tudo bem" » Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 » "Obrigada" » Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece".
8 » "Esquece" » É uma mulher dizendo "FODA-SE!!"
9 » "Deixa pra lá, EU resolvo" » Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 » "Precisamos conversar!" » Fooodeu!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 » "Sabe, eu estive pensando..." » Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede "Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse".
Fonte: Baseado em experiências com minha Ex-Mulher
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Direcionando sua carreira: Como se tornar uma pessoa interessante
Em um texto fantástico publicado no seu blog, Russel Davies conta que o futuro nos negócios criativos está reservado às pessoas interessantes. Segundo ele, as pessoas empregarão e irão querer trabalhar com (e estar com) gente interessante. Diante disso, com a propriedade de quem já foi diretor de marca da Nike e diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, ele dá 10 dicas preciosas para quem quiser se enquadrar nesse contexto. Segundo o Russel, colocando-os em prática, você já se sentirá mais interessante em questão de semanas. Vale a pena.
Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:
» Para ser interessante é preciso ser interessado » Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.
» Pessoas interessantes são boas em compartilhar » Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.
Seguem as dicas:
1 » Tire pelo menos uma foto todo dia. Poste-a no Flickr.
Carregue sempre uma câmera. Se tem uma no telefone celular, já ajuda. O ato de levar sua câmera a todo lado e sempre manter os olhos abertos para possíveis fotos mudará a maneira como você vê o mundo. Isso faz com que você perceba mais coisas. Deixa você ligado em tudo ao seu redor. Além disso, postar suas fotos no Flickr (ou outros sites de compartilhamento de fotos) significa que você estará compartilhando. Fica público. Isso fará você pensar um pouco mais sobre o que irá fotografar e gerará diálogos sobre suas imagens.
2 » Monte um blog. Escreva nele pelo menos uma frase por semana.
È muito fácil. Além disso, vai ser impossível você se limitar a uma só frase. Você vai querer escrever mais. É fácil rotular blogs como uma forma de jornalismo banal, mas, de certa forma, isso é uma força a seu favor. Blogueiros não saem para investigar coisas (a maioria), não estão em lugares chiques, ninguém dá histórias a eles e, portanto, tem que construir com o conteúdo presente na própria vida. Isso fará você perceber as coisas que os outros não vêem. Ao sentir a necessidade de escrever sobre algo, fará você prestar mais atenção às coisas, sair e ver novidades, carregar um notebook – deixará você antenado no mundo.
3 » Mantenha um scrapbook
Todas as pessoas interessantes e criativas com quem trabalhei já tiveram scrapbooks. Eles são sempre estimuladores de ideais e o aspecto físico desses cadernos trazem benefícios para o processo. Além disso, conjunções inesperadas que você terá com a aleatoriedade dos scrapbooks podem te levar a algumas das suas melhores idéias.
4 » Toda semana, leia uma revista que nunca leu antes.
Pessoas interessantes são interessadas em todo tipo de coisa. Isso quer dizer que exploram todos os tipos de mundo, vão a lugares que não esperariam gostar, e buscam sempre o que há de bom e interessante lá. Uma ótima maneira de fazer isso é por meio das revistas. Revistas especializadas permitem que, da poltrona da sua casa, você explore o sistema solar das atividades humanas . Experimente. É fantástico.
5 » Uma vez por mês, entreviste alguém por 20 minutos e descubra como elas se tornaram interessantes. Faça podcasts das conversas.
Mais uma vez, ser interessante é ser interessado. Entrevistar é fazer que a outra pessoa se torne uma estrela. Poder ser qualquer um: um amigo, um colega, um estranho, qualquer um. Encontre o que há de interessante a respeito de cada um deles. Entrevistar fará você parar um pouco e te forçará a escutar. Uma boa coisa para praticar. Criar Podcasts é compartilhar. Compartilhar é algo com o qual você deve se acostumar.
6 » Colecione algo
Pode ser qualquer coisa. Mas prefira se tornar um especialista em algo inesperado e que poucos colecionem. Desenvolva uma paixão. Aprenda como comunicar isso a outras pessoas sem assustá-las. Encontre as outras poucas pessoas que dividem esse mesmo interesse. Aprenda a se tornar útil nessa comunidade.
7 » Uma vez por semana, sente-se em um café por uma hora e ouça a conversa dos outros. Faça anotações. Poste sobre esses assuntos no seu blog (com muito cuidado).
Passeie um pouco pela vida das pessoas. Ouça seus discursos padrões e suas preocupações. Coloque-as no papel. Mas não deixe que as pessoas o vejam – tente não apanhar. Também não aja de forma forçada, pulando de mesa em mesa para ouvir a melhor conversa. Apenas escute as que surgirem no seu caminho.
8 » Mensalmente, escreva 50 palavras sobre uma peça de arte visual, um texto, uma música e um trecho de filme. Se puder, faça o mesmo para outros tipos de arte. Poste-as no seu blog.
Se quiser trabalhar em negócios criativos (e logo todos serão assim), terá que se acostumar a ter um ponto de vista sobre coisas artísticas. Mesmo se não for tão ligado às artes, você terá que se sentir confortável em expressar uma opinião sobre coisas que não sabe como fazer ou criar, como música ou poesia. Com a prática, você melhorará cada vez mais. Compartilhando esses pensamentos, a evolução será ainda maior.
9 » Crie coisas
Faça alguma coisa manual. Crie algo do nada. Podem ser nós, lego, um bolo ou mesmo tricô. Tire um tempo para se desligar e sair um pouco do seu pensamento. O ideal é optar por algo que você não tem ideia de como fazer. Não ligue se tiver dificuldade no início. As pessoas adoram gente que cria coisas. Compartilhe essas criações no seu blog.
10 » Leia:
Desvendando os Quadrinhos: história, criação, desenho, animação, roteiro. (Understanding Comics) - Scott McCloud
The Mezzanine - Nicholson Baker
The Visual Display Of Quantitative Information - Edward Tufte
Todos esses livros são bons, cada um por um motivo diferente. O que importa, no entanto, é que são ótimos exemplos de pessoas que são realmente interessadas por coisas que os outros acham banais. Neles, elas explicam suas paixões de uma maneira que também acabamos nos apaixonando pelo assunto.
Fonte da Informação: chmkt
Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:
» Para ser interessante é preciso ser interessado » Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.
» Pessoas interessantes são boas em compartilhar » Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.
Seguem as dicas:
1 » Tire pelo menos uma foto todo dia. Poste-a no Flickr.
Carregue sempre uma câmera. Se tem uma no telefone celular, já ajuda. O ato de levar sua câmera a todo lado e sempre manter os olhos abertos para possíveis fotos mudará a maneira como você vê o mundo. Isso faz com que você perceba mais coisas. Deixa você ligado em tudo ao seu redor. Além disso, postar suas fotos no Flickr (ou outros sites de compartilhamento de fotos) significa que você estará compartilhando. Fica público. Isso fará você pensar um pouco mais sobre o que irá fotografar e gerará diálogos sobre suas imagens.
2 » Monte um blog. Escreva nele pelo menos uma frase por semana.
È muito fácil. Além disso, vai ser impossível você se limitar a uma só frase. Você vai querer escrever mais. É fácil rotular blogs como uma forma de jornalismo banal, mas, de certa forma, isso é uma força a seu favor. Blogueiros não saem para investigar coisas (a maioria), não estão em lugares chiques, ninguém dá histórias a eles e, portanto, tem que construir com o conteúdo presente na própria vida. Isso fará você perceber as coisas que os outros não vêem. Ao sentir a necessidade de escrever sobre algo, fará você prestar mais atenção às coisas, sair e ver novidades, carregar um notebook – deixará você antenado no mundo.
3 » Mantenha um scrapbook
Todas as pessoas interessantes e criativas com quem trabalhei já tiveram scrapbooks. Eles são sempre estimuladores de ideais e o aspecto físico desses cadernos trazem benefícios para o processo. Além disso, conjunções inesperadas que você terá com a aleatoriedade dos scrapbooks podem te levar a algumas das suas melhores idéias.
4 » Toda semana, leia uma revista que nunca leu antes.
Pessoas interessantes são interessadas em todo tipo de coisa. Isso quer dizer que exploram todos os tipos de mundo, vão a lugares que não esperariam gostar, e buscam sempre o que há de bom e interessante lá. Uma ótima maneira de fazer isso é por meio das revistas. Revistas especializadas permitem que, da poltrona da sua casa, você explore o sistema solar das atividades humanas . Experimente. É fantástico.
5 » Uma vez por mês, entreviste alguém por 20 minutos e descubra como elas se tornaram interessantes. Faça podcasts das conversas.
Mais uma vez, ser interessante é ser interessado. Entrevistar é fazer que a outra pessoa se torne uma estrela. Poder ser qualquer um: um amigo, um colega, um estranho, qualquer um. Encontre o que há de interessante a respeito de cada um deles. Entrevistar fará você parar um pouco e te forçará a escutar. Uma boa coisa para praticar. Criar Podcasts é compartilhar. Compartilhar é algo com o qual você deve se acostumar.
6 » Colecione algo
Pode ser qualquer coisa. Mas prefira se tornar um especialista em algo inesperado e que poucos colecionem. Desenvolva uma paixão. Aprenda como comunicar isso a outras pessoas sem assustá-las. Encontre as outras poucas pessoas que dividem esse mesmo interesse. Aprenda a se tornar útil nessa comunidade.
7 » Uma vez por semana, sente-se em um café por uma hora e ouça a conversa dos outros. Faça anotações. Poste sobre esses assuntos no seu blog (com muito cuidado).
Passeie um pouco pela vida das pessoas. Ouça seus discursos padrões e suas preocupações. Coloque-as no papel. Mas não deixe que as pessoas o vejam – tente não apanhar. Também não aja de forma forçada, pulando de mesa em mesa para ouvir a melhor conversa. Apenas escute as que surgirem no seu caminho.
8 » Mensalmente, escreva 50 palavras sobre uma peça de arte visual, um texto, uma música e um trecho de filme. Se puder, faça o mesmo para outros tipos de arte. Poste-as no seu blog.
Se quiser trabalhar em negócios criativos (e logo todos serão assim), terá que se acostumar a ter um ponto de vista sobre coisas artísticas. Mesmo se não for tão ligado às artes, você terá que se sentir confortável em expressar uma opinião sobre coisas que não sabe como fazer ou criar, como música ou poesia. Com a prática, você melhorará cada vez mais. Compartilhando esses pensamentos, a evolução será ainda maior.
9 » Crie coisas
Faça alguma coisa manual. Crie algo do nada. Podem ser nós, lego, um bolo ou mesmo tricô. Tire um tempo para se desligar e sair um pouco do seu pensamento. O ideal é optar por algo que você não tem ideia de como fazer. Não ligue se tiver dificuldade no início. As pessoas adoram gente que cria coisas. Compartilhe essas criações no seu blog.
10 » Leia:
Desvendando os Quadrinhos: história, criação, desenho, animação, roteiro. (Understanding Comics) - Scott McCloud
The Mezzanine - Nicholson Baker
The Visual Display Of Quantitative Information - Edward Tufte
Todos esses livros são bons, cada um por um motivo diferente. O que importa, no entanto, é que são ótimos exemplos de pessoas que são realmente interessadas por coisas que os outros acham banais. Neles, elas explicam suas paixões de uma maneira que também acabamos nos apaixonando pelo assunto.
Fonte da Informação: chmkt
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Os 7 pecados mortais do planejamento
1 » Viver com base em suposições antigas e incontestadas. Na busca por um discurso consistente para marcas, ficamos presos em fórmulas, guidelines, brand books e isso acaba nos limitando. Deixamos de explorar novos discursos. Não levamos em conta que, assim como pessoas, as marcas também podem mudar radicalmente se a cultura popular inspirar essa nova atitude. Portanto, desafie as (velhas) suposições.
2 » Nos importamos com os assuntos errados. Nossa busca eterna pelo insight perfeito - capaz de gerar conhecimento, atitude e imagem - é desnecessária. Nosso objetivo deve ser criar energia para que as marcas contagiem as pessoas - mais ou menos da maneira que uma banda de rock faz todo mundo sair do chão.
3 » Nosso desejo por simplicidade. Segundo Kay e Lewis, é um pecado a idéia é que, com a evolução do papel do planejador, fomos reduzindo tudo a um só problema, um só consumidor, um só conceito para uma marca, uma só forma simples de escrever um brief, uma coisa só para contar para a criação, só mundo a explorar. Isso nos faz muito simplistas e rasos. Eles fizeram, inclusive, uma analogia com a estrutura molecular. Quando você faz um experimento desses, vai surgindo um sistema cada vez mais complexo, maior e muito mais interessante. Ou seja, a complexidade no trabalho de planejamento (e não na forma como apresentamos) pode criar muito mais possibilidades.
4 » Qual a mensagem principal? Passamos o tempo todo tentando escrever a mensagem principal no brief - de forma criativa, clara, límpida, para a criação nos achar inteligentes quando o que mais importa é o território que queremos explorar, o porquê de explorar este território e o problema que originou o caminho que estamos definindo. A teoria do caos, afirmaram, é a inspiração para criar um processo mais criativo.
5 » Auto-importância. O que fazemos pouco importa para as pessoas. Ninguém fica louco para ver um comercial ou cai de amores pela sua marca. Há coisa muito mais importantes nas suas vidas. Portanto, para ter alguma chance, desenvolva uma missão social, mais do que uma simples proposta comercial. Seja humilde.
6 » Achar que as coisas grandes é que importam. Ficamos o tempo todo buscando inspiração em grandes coisas: macro tendências, exemplos de grandes marcas, grandes mudanças de categoria e consumo, entre outras. Isso nos faz esquecer que, no final, estamos falando com pessoas, que tem suas vidas, que fazem pequenas coisas que realmente são muito mais importantes - buscar o filho na escola, almoçar com a família, comer pipoca e dar risada de uma boa comédia, etc.
7 » Aprender e depois fazer. Eles dizem que devemos aprender e construir as idéias enquanto estamos fazendo as coisas, enquanto estamos junto com a criação avaliando a execução. Podemos ter uma idéia durante o processo de produção de um filme, por exemplo, e não necessariamente antes de todo mundo. O processo criativo sempre é orgânico e deve ser feito sem processos formatados.
Fonte da Informação: chmkt
2 » Nos importamos com os assuntos errados. Nossa busca eterna pelo insight perfeito - capaz de gerar conhecimento, atitude e imagem - é desnecessária. Nosso objetivo deve ser criar energia para que as marcas contagiem as pessoas - mais ou menos da maneira que uma banda de rock faz todo mundo sair do chão.
3 » Nosso desejo por simplicidade. Segundo Kay e Lewis, é um pecado a idéia é que, com a evolução do papel do planejador, fomos reduzindo tudo a um só problema, um só consumidor, um só conceito para uma marca, uma só forma simples de escrever um brief, uma coisa só para contar para a criação, só mundo a explorar. Isso nos faz muito simplistas e rasos. Eles fizeram, inclusive, uma analogia com a estrutura molecular. Quando você faz um experimento desses, vai surgindo um sistema cada vez mais complexo, maior e muito mais interessante. Ou seja, a complexidade no trabalho de planejamento (e não na forma como apresentamos) pode criar muito mais possibilidades.
4 » Qual a mensagem principal? Passamos o tempo todo tentando escrever a mensagem principal no brief - de forma criativa, clara, límpida, para a criação nos achar inteligentes quando o que mais importa é o território que queremos explorar, o porquê de explorar este território e o problema que originou o caminho que estamos definindo. A teoria do caos, afirmaram, é a inspiração para criar um processo mais criativo.
5 » Auto-importância. O que fazemos pouco importa para as pessoas. Ninguém fica louco para ver um comercial ou cai de amores pela sua marca. Há coisa muito mais importantes nas suas vidas. Portanto, para ter alguma chance, desenvolva uma missão social, mais do que uma simples proposta comercial. Seja humilde.
6 » Achar que as coisas grandes é que importam. Ficamos o tempo todo buscando inspiração em grandes coisas: macro tendências, exemplos de grandes marcas, grandes mudanças de categoria e consumo, entre outras. Isso nos faz esquecer que, no final, estamos falando com pessoas, que tem suas vidas, que fazem pequenas coisas que realmente são muito mais importantes - buscar o filho na escola, almoçar com a família, comer pipoca e dar risada de uma boa comédia, etc.
7 » Aprender e depois fazer. Eles dizem que devemos aprender e construir as idéias enquanto estamos fazendo as coisas, enquanto estamos junto com a criação avaliando a execução. Podemos ter uma idéia durante o processo de produção de um filme, por exemplo, e não necessariamente antes de todo mundo. O processo criativo sempre é orgânico e deve ser feito sem processos formatados.
Fonte da Informação: chmkt
terça-feira, 30 de junho de 2009
Independência emocional
“No início da nossa vida e de novo quando envelhecemos, precisamos da ajuda e a afeição dos outros. Infelizmente, entre estes dois períodos da nossa vida, quando somos fortes e capazes de cuidar de nós, negligenciamos o valor da afeição e da compaixão. Como a nossa própria vida começa e acaba com a necessidade da afeição, não seria melhor praticarmos a compaixão e o amor pelos outros enquanto somos fortes e capazes?”
As palavras acima são do atual Dalai Lama - prêmio Nobel da Paz sobre a importância das relações humanas. Realmente é muito curioso ver que nos orgulhamos de nossa independência emocional. Claro, não é bem assim: continuamos precisando dos outros nossa vida inteira, mas é uma “vergonha” demonstrar isso, então preferimos chorar escondidos. E quando alguém nos pede ajuda, esta pessoa é considerada fraca, incapaz de controlar seus sentimentos.
Existe uma regra não escrita, afirmando que “o mundo é dos fortes”, o que “sobrevive apenas o mais apto.” Se assim fosse, os seres humanos jamais existiriam, porque fazem parte de uma espécie que precisa ser protegida por um largo período de tempo (especialistas dizem que somos apenas capazes de sobreviver por nós mesmos depois dos nove anos de idade, enquanto uma girafa leva apenas de seis a oito meses, e uma abelha já é independente em menos de cinco minutos).
Estamos neste mundo. Eu, de minha parte, continuo - e continuarei sempre – dependendo dos outros. Dependo da minha família, meus amigos, meus clientes. Dependo até mesmo dos meus inimigos, que me ajudam a estar sempre atento.
Claro, existem momentos que este fogo sopra em outra direção, mas eu sempre me questiono: onde estão os outros? Será que me isolei demais? Como qualquer pessoa sadia, necessito também de solidão, de momentos de reflexão.
Mas não posso me viciar nisso.
A independência emocional não leva a absolutamente lugar nenhum – exceto a uma pretensa fortaleza, cujo único e inútil objetivo é impressionar os outros.
A dependência emocional, por sua vez, é como uma fogueira que acendemos.
No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo é necessário conformar-se com a fumaça desagradável - que torna a respiração difícil, e arranca lágrimas do rosto. Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor – espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso que torna uma relação interessante, não é verdade?
Vou terminar citando o professor Albert Schweitzer, médico e missionário, que recebeu o mesmo prêmio Nobel em 1952.
"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!”
"A única maneira de prevenir-se contra esta doença é entendendo que a alma sofre, e sofre muito, quando a obrigamos a viver superficialmente. A alma gosta de coisas belas e profundas”.
As palavras acima são do atual Dalai Lama - prêmio Nobel da Paz sobre a importância das relações humanas. Realmente é muito curioso ver que nos orgulhamos de nossa independência emocional. Claro, não é bem assim: continuamos precisando dos outros nossa vida inteira, mas é uma “vergonha” demonstrar isso, então preferimos chorar escondidos. E quando alguém nos pede ajuda, esta pessoa é considerada fraca, incapaz de controlar seus sentimentos.
Existe uma regra não escrita, afirmando que “o mundo é dos fortes”, o que “sobrevive apenas o mais apto.” Se assim fosse, os seres humanos jamais existiriam, porque fazem parte de uma espécie que precisa ser protegida por um largo período de tempo (especialistas dizem que somos apenas capazes de sobreviver por nós mesmos depois dos nove anos de idade, enquanto uma girafa leva apenas de seis a oito meses, e uma abelha já é independente em menos de cinco minutos).
Estamos neste mundo. Eu, de minha parte, continuo - e continuarei sempre – dependendo dos outros. Dependo da minha família, meus amigos, meus clientes. Dependo até mesmo dos meus inimigos, que me ajudam a estar sempre atento.
Claro, existem momentos que este fogo sopra em outra direção, mas eu sempre me questiono: onde estão os outros? Será que me isolei demais? Como qualquer pessoa sadia, necessito também de solidão, de momentos de reflexão.
Mas não posso me viciar nisso.
A independência emocional não leva a absolutamente lugar nenhum – exceto a uma pretensa fortaleza, cujo único e inútil objetivo é impressionar os outros.
A dependência emocional, por sua vez, é como uma fogueira que acendemos.
No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo é necessário conformar-se com a fumaça desagradável - que torna a respiração difícil, e arranca lágrimas do rosto. Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor – espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso que torna uma relação interessante, não é verdade?
Vou terminar citando o professor Albert Schweitzer, médico e missionário, que recebeu o mesmo prêmio Nobel em 1952.
"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!”
"A única maneira de prevenir-se contra esta doença é entendendo que a alma sofre, e sofre muito, quando a obrigamos a viver superficialmente. A alma gosta de coisas belas e profundas”.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
O Universo Conspira... E Você Trabalha
Você já deve ter lido ou ouvido frases do tipo: “peça e o universo lhe dará”, ou “o universo conspira a seu favor” e outras do gênero. Basta ver as listas de livros mais vendidos para perceber que essas “teorias”, se é que se pode chamar assim, estão na moda. Contudo, acredito que devemos ter certa cautela em relação ao pensamento mágico, que induz à idéia de que o trabalho não é assim tão importante: o que importa é “acreditar”.
Calma lá. Acreditar é importante, sim, mas você deve acreditar no seu trabalho. Se você se empenhar com honestidade, competência, energia e convicção, muitas portas vão se abrir – não por um passe de mágica, mas como resultado de suas ações. É daí que vem a sensação de que o universo conspira a seu favor.
Calma lá. Acreditar é importante, sim, mas você deve acreditar no seu trabalho. Se você se empenhar com honestidade, competência, energia e convicção, muitas portas vão se abrir – não por um passe de mágica, mas como resultado de suas ações. É daí que vem a sensação de que o universo conspira a seu favor.
Pausa Para Respirar
Você anda com a sensação de que seus esforços não estão dando resultados? De que, por mais que se empenhe, não consegue atingir seus objetivos? Então talvez seja a hora de parar um pouco, relaxar e, depois, rever suas estratégias. Mas a coisa deve ser feita nessa ordem, começando com o “parar e relaxar”. Pode parecer impensável fazer isso num momento em que os problemas e a pressão parecem se acumular. “Como é que vou relaxar com tantas coisas na cabeça?” - é a primeira pergunta que ocorre.
Acontece que, como dizia, Einstein, nenhum problema pode ser resolvido no mesmo estado de espírito em que foi criado. Uma pausa para respirar é essencial para que possamos recuperar as energias, desanuviar a mente e ver as coisas por outros ângulos. E, depois, lembre-se: insistir não é o mesmo que persistir. Se parar de insistir por algum tempo, você não estará, necessariamente, deixando de persistir em seus ideais. Estará apenas reorganizando suas forças.
Acontece que, como dizia, Einstein, nenhum problema pode ser resolvido no mesmo estado de espírito em que foi criado. Uma pausa para respirar é essencial para que possamos recuperar as energias, desanuviar a mente e ver as coisas por outros ângulos. E, depois, lembre-se: insistir não é o mesmo que persistir. Se parar de insistir por algum tempo, você não estará, necessariamente, deixando de persistir em seus ideais. Estará apenas reorganizando suas forças.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Mantenha a Mente Aberta
Como nascem as idéias? Não sei de onde vêm as idéias e a inspiração, mas sei como chegam até nós. Tornamo-nos receptivos a elas quando estamos em sintonia com nossa intuição e mantemos a mente aberta para o novo.
Um exemplo foi a idéia de trazer a Elite Models para o Brasil quando foi lida uma matéria em uma revista francesa, a Photo Magazine. Quantas pessoas leram aquela mesma matéria, naquela mesma revista, e nem por isso pensaram em abrir uma agência de modelos? Ou quantas pensaram, mas acharam que seria muito difícil e nem sequer tentaram? Quem tem a mente aberta e confia em sua intuição está mais propenso a dar aquele passo a mais que faz de uma idéia um negócio de sucesso.
"Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo."
Frank Capra
Um exemplo foi a idéia de trazer a Elite Models para o Brasil quando foi lida uma matéria em uma revista francesa, a Photo Magazine. Quantas pessoas leram aquela mesma matéria, naquela mesma revista, e nem por isso pensaram em abrir uma agência de modelos? Ou quantas pensaram, mas acharam que seria muito difícil e nem sequer tentaram? Quem tem a mente aberta e confia em sua intuição está mais propenso a dar aquele passo a mais que faz de uma idéia um negócio de sucesso.
"Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo."
Frank Capra
terça-feira, 23 de junho de 2009
Educação Empreendedora
Se você tem filhos ou pretende ter, há um aspecto da formação da criança que deve ser pensado desde cedo. Estou falando da educação empreendedora. Muitos pais acham que não há razão para se preocupar com isso. “Quando as crianças virarem adultos e começarem a trabalhar, vão aprender por si só”, acreditam eles. Só que não é bem assim. Quanto antes os pequenos tiverem contato com noções de empreendedorismo, mais preparados estarão para lidar com os desafios que virão.
E como é que se ensina empreendedorismo para as crianças? Um bom começo consiste em fazê-las perceber o valor do dinheiro. Elas precisam entender que nada cai do céu. Que tudo o que ganham e desfrutam lhes chega por meio do suor e do trabalho dos pais. Que devem aprender a controlar e poupar suas mesadas para poderem adquirir determinados bens. E, acima de tudo, devem ter como referência o exemplo dos pais. É assim que começamos a formar nossos futuros empreendedores.
E como é que se ensina empreendedorismo para as crianças? Um bom começo consiste em fazê-las perceber o valor do dinheiro. Elas precisam entender que nada cai do céu. Que tudo o que ganham e desfrutam lhes chega por meio do suor e do trabalho dos pais. Que devem aprender a controlar e poupar suas mesadas para poderem adquirir determinados bens. E, acima de tudo, devem ter como referência o exemplo dos pais. É assim que começamos a formar nossos futuros empreendedores.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
O preço do ódio e do perdão
O desconhecido místico Kenan Rifai diz que quando as pessoas nos elogiarem, devemos ficar de olho em nosso comportamento. Porque isso significa que escondemos muito bem nossos defeitos. No final, terminamos por acreditar que somos melhores do que pensamos, e o próximo passo é deixar-se dominar por um falso sentimento de segurança, que terminará nos cercando de muito perigo.
Como prestar atenção às oportunidades que a vida nos dá?
Se você tiver duas oportunidades apenas, saiba transformá-las em doze. Quando tiver doze, elas se multiplicarão automaticamente. Por isso Jesus diz: “Aquele que muito tem, mais lhe será dado. Aquele que pouco tem, o pouco que tem lhe será tirado".
É uma das frases mais duras do evangelho. Mas tenho reparado, no decorrer da vida, que é absoluta verdade. Entretanto, como vou poder identificar as oportunidades?
Preste atenção a todos os momentos, porque a oportunidade, o “instante mágico”, está ao nosso alcance, embora sempre o deixemos, passar, por causa do sentimento de culpa. Portanto, evite gastar seu tempo culpando a si mesmo: o universo se encarregará de corrigí-lo, se você não for digno do que está fazendo.
E como o universo vai me corrigir?
Não será através de tragédias; estas acontecem porque são parte da vida, e não devem ser encaradas como punição. Geralmente, o universo nos indica que estamos errados, quando nos tira o que temos de mais importante: nossos amigos.
Kenan Rifai foi um homem que ajudou muita gente a encontrar-se consigo mesmo, e a conseguir uma relação harmoniosa com a vida. Mesmo assim, algumas destas pessoas se mostraram ingratas, e jamais voltaram a cabeça para dizer ao menos ‘obrigado’. Só retornavam a ele quando de novo suas existências se encontravam em completa confusão. Rifai tornava a ajudá-las, sem fazer qualquer referência ao passado: ele era um homem de muitos amigos, e os ingratos sempre terminavam sozinhos.
São belas palavras, mas não sei se sou capaz de perdoar a ingratidão com tanta facilidade.
É muito difícil. Mas não há escolha: se você não perdoar, irá pensar na dor que lhe causaram, e esta dor não passará nunca.
Eu não estou dizendo que você deva gostar de quem lhe fez mal. Não estou dizendo que volte a conviver com essa pessoa. Não estou sugerindo que passe a vê-la como um anjo, ou como alguém que agiu insensatamente, sem intenção de ferir. Estou apenas afirmando que a energia do ódio não irá levá-lo a lugar nenhum; mas a energia do perdão, que se manifesta através do amor, conseguirá transformar positivamente sua vida.
Fui ferido muitas vezes.
Não conseguiu afastar as cicatrizes de algumas injustiças que cometeram com você durante sua vida? Mas o que isso lhe acrescenta de bom?
Nada. Absolutamente nada. Apenas um constante desejo de ter piedade de si mesmo, porque foi vítima dos que eram mais fortes. Ou então, vestir-se como um vingador pronto para ferir mais ainda aquele que o machucou. Você não acha que está perdendo seu tempo com isso?
Acho que é humano.
Realmente é humano. Mas não é nem inteligente, nem razoável. Respeite seu tempo nesta Terra, saiba que Deus sempre o perdoou, e perdoe também.
Você entenderá melhor o ser humano ferido que foi um dia. Faça mentalmente uma lista de todos que você julga odiar, porque te feriram. Perdoe um a um, e sua alma estará mais leve, e sua vida mudará para muito melhor.
Como prestar atenção às oportunidades que a vida nos dá?
Se você tiver duas oportunidades apenas, saiba transformá-las em doze. Quando tiver doze, elas se multiplicarão automaticamente. Por isso Jesus diz: “Aquele que muito tem, mais lhe será dado. Aquele que pouco tem, o pouco que tem lhe será tirado".
É uma das frases mais duras do evangelho. Mas tenho reparado, no decorrer da vida, que é absoluta verdade. Entretanto, como vou poder identificar as oportunidades?
Preste atenção a todos os momentos, porque a oportunidade, o “instante mágico”, está ao nosso alcance, embora sempre o deixemos, passar, por causa do sentimento de culpa. Portanto, evite gastar seu tempo culpando a si mesmo: o universo se encarregará de corrigí-lo, se você não for digno do que está fazendo.
E como o universo vai me corrigir?
Não será através de tragédias; estas acontecem porque são parte da vida, e não devem ser encaradas como punição. Geralmente, o universo nos indica que estamos errados, quando nos tira o que temos de mais importante: nossos amigos.
Kenan Rifai foi um homem que ajudou muita gente a encontrar-se consigo mesmo, e a conseguir uma relação harmoniosa com a vida. Mesmo assim, algumas destas pessoas se mostraram ingratas, e jamais voltaram a cabeça para dizer ao menos ‘obrigado’. Só retornavam a ele quando de novo suas existências se encontravam em completa confusão. Rifai tornava a ajudá-las, sem fazer qualquer referência ao passado: ele era um homem de muitos amigos, e os ingratos sempre terminavam sozinhos.
São belas palavras, mas não sei se sou capaz de perdoar a ingratidão com tanta facilidade.
É muito difícil. Mas não há escolha: se você não perdoar, irá pensar na dor que lhe causaram, e esta dor não passará nunca.
Eu não estou dizendo que você deva gostar de quem lhe fez mal. Não estou dizendo que volte a conviver com essa pessoa. Não estou sugerindo que passe a vê-la como um anjo, ou como alguém que agiu insensatamente, sem intenção de ferir. Estou apenas afirmando que a energia do ódio não irá levá-lo a lugar nenhum; mas a energia do perdão, que se manifesta através do amor, conseguirá transformar positivamente sua vida.
Fui ferido muitas vezes.
Não conseguiu afastar as cicatrizes de algumas injustiças que cometeram com você durante sua vida? Mas o que isso lhe acrescenta de bom?
Nada. Absolutamente nada. Apenas um constante desejo de ter piedade de si mesmo, porque foi vítima dos que eram mais fortes. Ou então, vestir-se como um vingador pronto para ferir mais ainda aquele que o machucou. Você não acha que está perdendo seu tempo com isso?
Acho que é humano.
Realmente é humano. Mas não é nem inteligente, nem razoável. Respeite seu tempo nesta Terra, saiba que Deus sempre o perdoou, e perdoe também.
Você entenderá melhor o ser humano ferido que foi um dia. Faça mentalmente uma lista de todos que você julga odiar, porque te feriram. Perdoe um a um, e sua alma estará mais leve, e sua vida mudará para muito melhor.
Lutando Por Uma Boa Idéia
Hoje em dia já não há mais quem duvide da importância que o capital intelectual tem para as empresas. Na era da informação, o talento e o conhecimento de cada membro da organização – bem como a forma pela qual isso é incentivado e utilizado – são os diferenciais que distinguem os que assumem a liderança dos que simplesmente vão ficando para trás.
Logo, não é pouco o interesse despertado pelas questões que envolvem o gerenciamento do capital intelectual. Minha contribuição para esse debate parte de um ponto de vista peculiar, o de um dealmaker que construiu sua trajetória profissional nutrindo, desenvolvendo e viabilizando idéias, até transformá-las em negócios de sucesso – caso, por exemplo, da filial nacional da agência de modelos Elite Models, da versão brasileira da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda. Essas e outras iniciativas de sucesso nasceram de idéias, do empenho para viabilizá-las e das parcerias estabelecidas para concretizá-las. Esse background me leva a ressaltar o que, a meu ver, constitui um aspecto crucial do capital intelectual: é da mente das pessoas que nascem as boas idéias, e são das boas idéias corretamente implementadas que nasce todo o resto.
Uma boa idéia é uma das principais contribuições que um funcionário pode dar à empresa na qual trabalha. É assim que ele deixa de ser um funcionário para se tornar um intra-empreendedor. E é assim que o capital intelectual se traduz em iniciativas concretas, capazes de aumentar o crescimento e alçar a empresa a novos vôos. Todas as pessoas têm idéias - umas mais do que outras, claro. Contudo, a maioria não se sente motivada a participar, a contribuir com sugestões, a melhorar o dia-a-dia da empresa onde trabalha sem limitar essas participações a determinados departamentos.
Quando as empresas enfrentam alguma crise ou precisam resolver algum problema, geralmente contratam consultores externos em vez de buscar soluções dentro da própria companhia. As empresas estão cheias de pessoas com excelentes idéias, só que essas idéias não são aproveitadas na prática por diversos motivos. Pode ser que a idéia seja fantástica, mas seu criador talvez não tenha atitude, não tenha coragem de mostrá-la, ou talvez a idéia seja de um funcionário que é rejeitado pelos demais, que é excluído dentro da própria organização, pelas mais diferentes razões.
Às vezes, por outro lado, a idéia é ótima, mas quem a tem não sabe apresentá-la no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa. Entretanto, na maioria dos casos, o principal problema está exatamente na pessoa que recebe a nova idéia. É comum que os gerentes não busquem nem aprovem novas idéias simplesmente porque elas são capazes de mudar todo o procedimento e a maneira de executar determinadas atividades. Afinal, uma mudança geralmente implica a criação de novas regras, novas condutas, novos mecanismos, novas ações internas e externas e tudo isso dá trabalho – quando não resulta na mudança de posições, cargos ou mesmo em demissões.
Muitos diretores e gerentes não querem ter mais trabalho nem correr o risco de assumir a responsabilidade por uma mudança, mesmo que seja para facilitar sua própria vida, eliminar entraves, motivar as pessoas do departamento, aumentar a produtividade da empresa, ampliar sua visibilidade e contribuir para que ele cresça na organização. Cuidado: esses funcionários estão com o freio de mão puxado e também estão puxando o freio da empresa.
Logo, não é pouco o interesse despertado pelas questões que envolvem o gerenciamento do capital intelectual. Minha contribuição para esse debate parte de um ponto de vista peculiar, o de um dealmaker que construiu sua trajetória profissional nutrindo, desenvolvendo e viabilizando idéias, até transformá-las em negócios de sucesso – caso, por exemplo, da filial nacional da agência de modelos Elite Models, da versão brasileira da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda. Essas e outras iniciativas de sucesso nasceram de idéias, do empenho para viabilizá-las e das parcerias estabelecidas para concretizá-las. Esse background me leva a ressaltar o que, a meu ver, constitui um aspecto crucial do capital intelectual: é da mente das pessoas que nascem as boas idéias, e são das boas idéias corretamente implementadas que nasce todo o resto.
Uma boa idéia é uma das principais contribuições que um funcionário pode dar à empresa na qual trabalha. É assim que ele deixa de ser um funcionário para se tornar um intra-empreendedor. E é assim que o capital intelectual se traduz em iniciativas concretas, capazes de aumentar o crescimento e alçar a empresa a novos vôos. Todas as pessoas têm idéias - umas mais do que outras, claro. Contudo, a maioria não se sente motivada a participar, a contribuir com sugestões, a melhorar o dia-a-dia da empresa onde trabalha sem limitar essas participações a determinados departamentos.
Quando as empresas enfrentam alguma crise ou precisam resolver algum problema, geralmente contratam consultores externos em vez de buscar soluções dentro da própria companhia. As empresas estão cheias de pessoas com excelentes idéias, só que essas idéias não são aproveitadas na prática por diversos motivos. Pode ser que a idéia seja fantástica, mas seu criador talvez não tenha atitude, não tenha coragem de mostrá-la, ou talvez a idéia seja de um funcionário que é rejeitado pelos demais, que é excluído dentro da própria organização, pelas mais diferentes razões.
Às vezes, por outro lado, a idéia é ótima, mas quem a tem não sabe apresentá-la no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa. Entretanto, na maioria dos casos, o principal problema está exatamente na pessoa que recebe a nova idéia. É comum que os gerentes não busquem nem aprovem novas idéias simplesmente porque elas são capazes de mudar todo o procedimento e a maneira de executar determinadas atividades. Afinal, uma mudança geralmente implica a criação de novas regras, novas condutas, novos mecanismos, novas ações internas e externas e tudo isso dá trabalho – quando não resulta na mudança de posições, cargos ou mesmo em demissões.
Muitos diretores e gerentes não querem ter mais trabalho nem correr o risco de assumir a responsabilidade por uma mudança, mesmo que seja para facilitar sua própria vida, eliminar entraves, motivar as pessoas do departamento, aumentar a produtividade da empresa, ampliar sua visibilidade e contribuir para que ele cresça na organização. Cuidado: esses funcionários estão com o freio de mão puxado e também estão puxando o freio da empresa.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Frase
"A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil; e o escrever dá-lhe precisão."
Francis Bacon
Francis Bacon
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Aparências
Se vivêssemos em um mundo perfeito, as pessoas não dariam tanto valor à aparência. Mas, infelizmente, as coisas não são assim. Em seu livro Blink, o jornalista americano Malcolm Gladwell se refere a uma experiência na qual músicos candidatos a vagas em uma orquestra fizeram seus testes por detrás de uma cortina, sem que as pessoas encarregadas da seleção pudessem vê-los tocar. O resultado é que foram selecionadas pessoas que teriam sido rapidamente descartadas, caso os selecionadores tivessem tido a chance de avaliá-las, primeiro, com base em sua aparência – e não apenas em seus dotes musicais.
Queiramos ou não, estamos constantemente sujeitos a esse tipo de pré-julgamento. Assim, é uma questão de bom senso tentar virar o jogo a seu favor. Não é preciso ser um especialista em moda e estilo para saber que suas roupas transmitem uma mensagem a seu respeito e que, ao decidir como vestir-se, você também estará decidindo a mensagem que deseja transmitir.
Queiramos ou não, estamos constantemente sujeitos a esse tipo de pré-julgamento. Assim, é uma questão de bom senso tentar virar o jogo a seu favor. Não é preciso ser um especialista em moda e estilo para saber que suas roupas transmitem uma mensagem a seu respeito e que, ao decidir como vestir-se, você também estará decidindo a mensagem que deseja transmitir.
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